S. Joaquim: Fotos de mensagens do Padre

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Pense num padre com o pênis ereto tirando fotografia e compartilhando com um interlocutor.

Agora pense no teor de diálogos onde o então sacerdote troca mensagens e aponta que o interlocutor é tão jovem que nem tem pelos no corpo.

Adiante, o padre compartilha imagens de uma celebração religiosa dentro da igreja matriz de São Joaquim, onde aparecem fiéis e crianças.

Caberá à investigação policial, ao MP e ao Judiciário concluir se um diálogo desses acima é feito por uma pessoa que diz desconhecer que o interlocutor era de pouca idade!

 

VIMOS OS DIÁLOGOS E 

IMAGENS COM O PADRE

Tivemos acesso a uma pequena parte do material que está em poder da Polícia Civil de São Joaquim. Não cabe a nós fazer qualquer juízo sobre o teor, apenas relatando o visualizado. Porém, não há como uma pessoa católica não se revoltar diante da situação. O fato de misturar cenas onde mostra o órgão sexual em foto e mistura tal imagem com celebração religiosa é absolutamente repugnante.

DIOCESE AFASTOU O PADRE

Independente se houve delito ou não em relação ao padre Joacyr Rosa e o interlocutor (se é de menor fica caracterizado pedofilia), já cabe expulsão sumária da Igreja Católica, visto que as imagens não deixam dúvida de que se trata do padre. Daí não se entender que a Diocese optou pelo simples ‘afastamento’. Mesmo que a prática de expor os órgãos genitais por um religioso se constituam doença ou perversão, isso não deve, em nenhuma instância ser tolerado pela igreja. O uso de imagens de celebrações com os diálogos de cunho sexual é algo repulsivo.

Trecho que antecedeu a exposição do órgão genital no diálogo travado com interlocutor que está em poder da polícia de São Joaquim.

INDENIZAÇÃO MILIONÁRIA

Do ponto de vista criminal, cabe à Polícia Civil concluir o inquérito policial e, em vendo fundamento, encaminhar ao MP para posterior denúncia. Entretanto, nesse meio tempo, a família do menino envolvido deve ficar atenta e buscar reparação. É preciso processar, em havendo procedência, a própria Igreja Católica, buscando-se um, dois, três milhões de reais de indenização. Talvez até mais! Valor para a família e para sustentar algum trabalho de apoio a menores. Dinheiro que não compensaria os atos, mas serviria de alerta para que a própria igreja se sirva de expedientes para prevenir esse tipo de barbarismo.

 

IMPORTANTE APONTAR O SEGUINTE

A investigação em São Joaquim, embora supostamente envolva menor, não corre em segredo de justiça. À colega jornalista Olivete Salmória, o advogado Gabriel de Oliveira Antunes, que passou a atuar na defesa do padre Joacyr Rosa, disse que o inquérito está em andamento e que houve pedido de acesso a diálogos na rede social (facebook). Cita que a defesa não pode se manifestar ainda porque as provas seriam incompletas. Ainda argumentou que não teria ocorrido qualquer contato físico (de cunho sexual) entre o padre e qualquer pessoa.

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