Colhidas assinaturas para ‘CPI da Infelicidade’

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É uma infelicidade tamanha que pessoas ou estruturas possam se valer do projeto de decoração natalina de Lages para obter vantagem pessoal ou até de um pequeno grupo. O Gaeco vem investigando a questão, sem antecipar qualquer informação, mas ouvindo pessoas, apreendendo materiais e confrontando dados. Porém, há entendimento de vereadores paroquianos que a investigação do Gaeco será absolutamente restrita. Daí a ideia de fazer uma CPI que permita uma averiguação mais ampla do passado e de agora.

SEIS ASSINATURAS

Liderados pelos vereadores Jair Júnior (PSD) e Lucas Neves (PP), membros do legislativo se somaram à causa da abertura de uma CPI. Assinaram o documento, além dos dois, os vereadores Bruno Hartmann (PSDB), João Maria Chagas (PSC), David Moro (PMDB) e Bugre Freitas (PDT). A partir disso, o próximo passo é formar a comissão com presidente, relatar e membros que permitam a representatividade partidária.

FATO E PRAZO

A CPI da Infelicidade tem 120 dias para apurar fato certo e determinado que são as suspeitas sobre irregularidades relacionadas não apenas ao material supostamente que deixou de integrar o patrimônio do município, como outras situações.

Bruno Hartamnn assinou documento pela abertura da CPI na Câmara

Vereador Bugre também assinou pela abertura do processo de investigação na Câmara

TENTATIVA DE FREIO?

Segundo informações de um dos vereadores que assinaram o requerimento pelo CPI, o secretário João Alberto Duarte (ADR) esteve na Câmara de Vereadores nesta semana. E o objetivo da presença foi dialogar com alguns vereadores (provavelmente de seu partido e aliados) para não levar adiante a ideia da CPI.

 

MARIÃO FALA NO PROGRAMA A

HORA DA CORNETA DA CLUBE FM 98,3

Porque existem questionamentos (e comparativos) relacionados a procedimentos na realização do Natal Felicidade neste ano, a serem averiguados na CPI, o assunto foi abordado no programa A Hora da Corneta da Clube FM. De imediato, o secretário Mário Hoeller (Marião) da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, onde está a área de Turismo, participou do programa. Disse que não há nada a ser averiguado da atual organização. E os casos suspeitos estão sendo investigados pela polícia e se referem a situações pretéritas (ano passado).

Segundo Marião, o Gaeco ouviu colaboradores da secretaria, a título de levantamento de informações para complementar investigação. Mas não seria nada relacionado a atual gestão.

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2 COMENTÁRIOS

  1. outro problema é o seguinte: qual é o custo de um barracão para guardar quinquilharias, por exemplo, um barracão na cidade alta (área industrial) é 15 mil por mês. Algo em torno de 1000 metros. Então são 180 mil por ano e só justifica guardar algo que amortize o aluguel em 0,5% do valor, ou seja 36 milhões de reais, agora pergunto: pra que gastar dinheiro guardando coisas sem valor? Ou vale tudo isto? Não seria o caso de licitar, fazer o evento e leiloar de uma vês? Ou licitar com enfeite alugado e não se preocupar com a armazenagem. Isto não é um endosso a atitudes erradas, apenas uma observação.

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