Carahá e Duque: Demandas da paróquia

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Secretário de Serviços Públicos e Meio Ambiente, Euclides Mecabô, tem feito um discurso simplista de que Lages será do jeito que sua população quiser. As palavras jogam para as pessoas a responsabilidade de tornar a cidade mais ajeitada. Porém, a maior parte das ações continua dependendo da intervenção do poder público. No caso, da secretaria tocada por Mecabô.

EXEMPLO DISSO

Lá se vão 30 dias, talvez mais, do trabalho de desassoreamento no Rio Carahá que, pelo bem, pelo mal, foi executado e ampliou a vazão de água no córrego que divide o Centro do restante do mundo de Lages. E com a chegada dessa mormacinho o número de pessoas caminhando e correndo pela Carahá aumentou. Mas o Tico e o Teco do Paço não se comunicaram e o local de caminhada e corrida na Carahá se transformou numa trilha com areia, mato e sujeira. Nesse caso, cabe ao poder público a providência, sem que os paroquianos precisem ficar tropeçando nos entulhos.

Areia, galhos de vegetação, sujeira. Em pleno período de caminhadas na Carahá. Tem outro nome disso além de falta de capricho do poder público?

Outro retrato que o corredor mandou do corredor na avenida Carahá cuja situação poderia servir de inspiração à patrulha do capricho do Paço

DUQUE NA PENUMBRA

Outra situação reclamada, inclusive no programa A Hora da Corneta da Clube FM 98,3 é a situação de iluminação precária na Avenida Duque de Caxias. Há postes que estão sem luminárias acesas desde os tempos dos Jasc. A princípio se pensou que houve deslicamento proposital para fazer um jogo de luzes (da lua) nas bandeiras dos Jasc. Mas como a iluminação não voltou…

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