IGP e um esclarecimento bem pertinente

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Na segunda-feira, 04, registrou-se o lamentável ocorrido com o menino Pedro Henrique de apenas 14 anos que morreu em decorrência de um mal súbito, quando jogava futebol no bairro Santa Mônica. Ganhou repercussão o fato do corpo de criança ter ficado até às 18h30min aguardando para ser retirado pelo serviço funerário.

A RAZÃO

Houve falta de informação sobre a quem caberia a retirada do corpo do local. Frise-se que o IGP apenas deve ser acionado quando se tratar de morte que requeira perícia. Logo, não se questionou a ausência do IGP porque não caberia aos peritos o deslocamento. Ponderou-se que o IGP demorou informar que não caberia a eles a providências.

PORÉM

Por uma questão de correção, vem a informação. O IGP não demorou como esclarece com pertinência o perito Rafael Gazola que gerencia a estrutura em Lages:

“Sobre sua nota acerca da demora do IGP no triste caso do adolescente que faleceu durante atividade física, esclareço que o contato com o Setor de Medicina Legal deste Instituto se deu as 17h40. Em menos de 20 minutos (mesmo sem ser atribuição da servidora do IML), a Auxiliar Medico Legal realizou ligações para o SAMU, Bombeiros e PM para instruir acerca dos procedimentos que deveriam ser adotados. Salvo engano, o corpo foi recolhido por volta das 18 horas”.

Fica esclarecido, até porque, embora seja num dos momentos mais dolorosos que as pessoas precisem do IGP, o serviço dessa estrutura pericial sempre foi de excelência.

 

CONVÉM REFORÇAR A INFORMAÇÃO

Conforme observou a secretária Odila Waldrich (Saúde), existe um decreto orientando que, para aqueles casos de mortes naturais, que não precisem perícia, o laudo da causa mortis deve ser feito pelo médico da Unidade de Saúde. E em não havendo expediente na UBS, a tarefa é do médico plantonista do Pronto Atendimento.

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