Câmara raspa cofre e CPI aborta investigação

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Vereador Jair Júnior (PSD) compartilha a providência adotada, de retomar a CPI do Natal apenas em janeiro por razões que ele mesmo expõe:

“A CPI instaurada para averiguar supostos desvios de materiais do Natal Felicidade torna público que a viagem marcada para 19/12) à cidade de Paulo Frontin-PR foi adiada. Isso se deu devido ao fato de que a presidência não autorizou o pagamento do motorista do veículo oficial da Câmara de Vereadores. Segundo relato, a presidente anterior (vereadora Aida) zerou o caixa devido ao fim do ano contábil, o que impossibilita qualquer gasto”.

AINDA SEGUNDO ELE

“Ainda que os vereadores fossem com seus próprios carros, era necessário levar equipamentos de audiovisual e funcionários para gravação e digitação da ata, o que também não foi autorizado. Temendo por incorrer em ilegalidades, a presidência da CPI decidiu por bem adiar as oitivas para janeiro”.

JAIR FALA EM ESBANJAMENTO DE GASTOS

“Lamentamos o fato de que o ano todo a Câmara de Vereadores esbanjou em gastos, reformas e em pagamentos de diárias para cursos e outros fatos bem menos relevantes do que a CPI está investigando. Informamos também que continuaremos trabalhando na CPI durante o recesso, ainda que contrariando a vontade da administração da Câmara, buscando elucidar todos os fatos”.

Jair Júnior que preside a CPI aponta que a comissão ficou impossibilitada de viajar ao Paraná. Quando for, talvez nem tenha mais decoração natalina para analisar, considerando que há suspeitas de que materiais de Lages foram utilizados na cidade de Paulo Frontin.

 

ENQUANTO ISSO A CÂMARA

DEVOLVE MAIS DINHEIRO AO PAÇO

Foram devolvidos mais R$ 326.390,29 pela Câmara de Vereadores à Prefeitura. Esses recursos são excessos transferidos ao Legislativo, dentro da previsão legal, mas que não foram gastos. Assim a totalização da devolução no ano é de R$ 2.196.390,29.

ESSE TIPO DE ECONOMIA

NUNCA ACONTECEU EM LAGES?

Em outras legislaturas também houve economia, registre-se. A diferença é que a prefeitura não repassava à Câmara um percentual, mas apenas aquilo que era efetivamente gasto. Assim, não precisava fazer devolução no final do ano já que o dinheiro, embora do legislativo, se quer saía do Executivo para a conta da Câmara.

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