Urgente! Caso gritante na Saúde de Lages

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Não se trata de uma postagem para render comentários ou acessos à página. Nem tão pouco este conteúdo se propõe a criticar os operadores da área de Saúde de Lages de antes e de agora. Embora em 4 anos – tempo da espera pelo procedimento – tenhamos ou estejamos convivendo com quatro prefeitos diferentes, não necessariamente pode se atribuir a eles culpa por esse verdadeiro absurdo, visto que nem sempre todos os assuntos chegam até os mesmos. Assim, o que se busca aqui é reforçar o apelo às autoridades públicas para que a situação seja solucionada.

DO QUE SE TRATA?

Chegou ao colega Daniel Goulart na Rádio Clube FM o caso do menino de iniciais A. M. que atualmente tem 5 anos. Ele nasceu com deformação: Sem ânus e nem canal urinário. Também com um problema cardíaco. O menino é um exemplo de que Deus existe. A criança está viva pela graça divina, a dedicação da mãe e a teimosia desse serumaninho lageano.

ESPERA POR CIRURGIA

Logo nos primeiros meses de vida o pequeno A. M. fez uma cirurgia corretiva cardíaca. Porém, uma operação cirúrgica mais delicada para corrigir a questão de evacuação do intestino entrou na fila. Isso há 4 anos. Nesse tempo, improvisou-se uma saída de fezes e urina pela barriga. A mãe relatou o caso a Daniel Goulart na Clube FM citando que precisa ter um cuidado gigante para evitar infecções, com pelo menos 10 limpezas por dia. É uma situação gritante e revoltante, considerando que por mais grave que sejam outros casos que também estão na fila de cirurgia, nada se compara ao problema do pequeno aqui relatado.

Aqui está o encaminhamento da médica que atendeu a criança para se proceder cirurgia. Observe a data do encaminhamento da profissional – 23.10.14. E até agora nada, absolutamente nada!

BUSCA DE SOLUÇÃO E NÃO DE CULPADOS

Como a gente escreveu – e Daniel Goulart tem insistido na Clube FM – não se trata de achar culpados, mas de buscar solução. A mãe do pequeno e o apresentador da emissora foram atrás de documentos e informações. Constataram que o nome de A. M. teria desaparecido da fila de espera. A secretária Odila Waldrich (Saúde) e o Conselho Tutelar foram sintonizados da situação. Os conselheiros vão inclusive noticiar ao MP. Insiste-se que não é buscar culpados pelo descaso, mas solução. Não se concebe que o poder público seja tão paquiderme ao ponto de seus agentes compactuarem (sem dar solução) com essa judiaria com o menino.

Documento para encaminhamento à Secretaria de Estado da Saúde para a cirurgia da criança. O pedido de cirurgia do menino simplesmente sumiu da fila de espera. E a situação enfrentada pela mãe e o filho é insustentável.

OBSERVAÇÃO

Mãe e filho residem na rua Uderico Canali, n.º 303 no bairro da Penha em Lages. Ambos moram com os avós idosos da criança.

EM TEMPO

Não é o caso de se fazer uma campanha e buscar recursos – na ordem de R$ 45.000,00 – para se fazer o procedimento. O coração do lageano até se disporia a ajudar, visto que ontem, quarta-feira, quando o assunto foi ao ar na Clube FM, surgiram algumas pessoas dispostas a colaborar.  Mas de trata de insistir com o poder público, visto que uma cirurgia dessas (provavelmente no hospital Joana de Gusmão em Floripa), requer o encaminhamento da Prefeitura de Lages e da Regional de Saúde do Governo do Estado.

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