Escolar: PM e a insensatez de blitz em Lages

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Pense que você tem filho que estuda até pouco depois das 5 da tarde e ele chega em casa no transporte escolar perto das 8 horas da noite.

Realidade que pais e estudantes conviveram no final da tarde e início da noite da quinta-feira, 05, em Lages. Uma blitz da Polícia Militar na frente do Centro Educacional parou o transporte escolar, com esses prestadores de serviços fazendo fila para aguardar abordagem de verificação de documentação.

FALTOU BOM SENSO

Em áudios disparos nas redes sociais os condutores dos veículos apontam que faltou bom senso à PM. Citam que a Secretaria de Serviços Públicos exigiu na virada do ano que os veículos estivessem de acordo com a norma. E quem estava em ordem ganhou selo. Segundo motoristas de veículos do transporte escolar, houve caso de condutores entregando crianças às 8 da noite da quinta-feira.

NADA CONTRA BLITZ

Condutores do transporte escolar que atuam atendendo as normas, apontam que não são contra as blitz e a atuação da PM, muito pelo contrário. “Quem está em ordem não tem com o que se preocupar. A PM apenas deveria ter o bom senso de não atrapalhar a prestação do serviço, causando até pânico nos pais como alguns colegas relataram”, aponta por áudio um dos prestadores de serviços.

É preciso estar atento também que esses policiais que estão no trecho fazendo a blitz, em fila que, segundo condutor tinha que aguardar mais de 1 hora, estão apenas cumprindo um ‘planejamento’ de gestão da PM. Assunto deve render nos meios de comunicação nesta sexta-feira, 06.

NADA CONTRA A PM

Observando-se que não é nada contra a PM ou a atuação da corporação. Mas apenas o horário da blitz no momento da entrega de crianças. A PM pode abordar esses veículos em optando por fazer blitz cotidiana nas ruas da cidade onde Vans e Kombis – que não são invisíveis – podem ser abordadas e se exigir a documentação em questão.

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1 COMENTÁRIO

  1. Prezado Senhor Edson Varela: sobre a matéria, convém ressaltar alguns pontos não citados:
    1. Fiscalizações como a que ocorreu não são diárias. São pontuais.
    2. A fiscalização deve ocorrer quando as citadas vans escolares estão realizando seu trabalho. Explico: a fiscalização precisa verificar se a lei que rege este tipo de transporte está sendo respeitada quanto à quantidade de alunos transportados, a presença do monitor, a utilização dos cintos de segurança…. Realizar uma blitz como sugere a matéria, “A PM pode abordar esses veículos em optando por fazer blitz cotidiana nas ruas da cidade onde Vans e Kombis – que não são invisíveis – podem ser abordadas e se exigir a documentação em questão.”não seria eficaz.
    3. Se hipoteticamente ocorrer (e torcemos para que nunca ocorra) um acidente grave com este tipo de transporte, os primeiros a serem responsabilizados serão as autoridades fiscalizadoras. A imprensa imediatamente diria que falta fiscalização.
    4.Devemos SEMPRE nos solidarizar e respeitar a figura da autoridade no exercício de seu papel fiscalizador; fazer blitz da “lei seca” nas saída de missas não produz efeito, mas no final de festas que adentram a madrugada pode evitar tragédias.
    Um abraço, agradecendo pelo sempre aberto e democrático espaço.

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