Ambiental emite nota sobre morte de peixes

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Vem da Polícia Ambiental a seguinte informação:

Com relação à mortandade de peixes no rio Caveiras, da espécie conhecida como Cará, foi solicitado à Semasa análises físicas e químicas das amostras coletadas em três pontos distintos no citado rio. As variáveis analisadas não fornecem subsídios conclusivos sobre o agente causador da morte dos peixes e sim sobre parâmetros de potabilidade da água, sendo utilizadas tão somente como parâmetros iniciais de investigação ambiental.

SEGUE A NOTA

Desta forma, e considerando a especificidade de análises ambientais que o caso requer, foi solicitado novamente o apoio da Semasa, para intermediar junto à Agência de Regulação de Serviços Públicos de Santa Catarina (ARESC), subsídios para realização de outras coletas de amostras e análises de água, que são essenciais para elucidação do fato, sendo elas:

Microbiológicos: Coliformes Termotolerantes. Metais: Ferro dissolvido, Manganês dissolvido, Chumbo, Mercúrio, Cobre e Arsênio. Fisico-Químicos: Sulfeto e vários outros inclusive óleos e graxas. Agrotóxicos: Paration, DDT, DDE, Malation, Glifosato e Carbaril.

As coletas acontecerão em pelo menos sete pontos distintos no Rio Caveiras na região do Salto. Segundo a nota informativa, as ações da PMA foram limitadas por conta da falta de recursos de ordem técnica.

RESUMINDO A PELEIA

A gente sabe que a Polícia Ambiental precisa trabalhar apenas com dados técnicos, com informações decorrentes de análises, exames e etc. Porém, se perguntar para um vivente daqueles que conversa com o rio e frequenta as barrancas do velho Caveiras, ele dirá sem pestanejar:

– É tudo veneno para matar as pragas das lavouras que está escorrendo no rio e causando essa judiaria!

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1 COMENTÁRIO

  1. Postei no Face duas imagens (fotos) da margem da barragem; a água continha espuma. Tendo em conta que nesta época do ano não se usa agrotóxicos como em tempo de safra, é pouco provável que a morte dos peixes seja por agroquímicos. Ademais, os agrotóxicos, salvo em grandississimas quantidades, não produzem tal espuma na água. E mais, o nível da água baixou deixando marcas da tal espuma na margem. Isso, eu creio, não se trata de acidente com agrotóxicos mas sim de despejo de poluentes industriais!
    Quando é para prender um pescador que põe uma redinha, eles são rápidos. Quando é para prender um industrial, são lerdos. Sempre foi assim!

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