Acil pauta gasto com publicidade da Câmara

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Presidente do Observatório Social de Lages, Fabiano Ventura, ponderou em reunião na Acil sobre o edital lançado pela Câmara de Vereadores no valor de R$ 500 mil, para contratação de agência de publicidade. Valor se refere a projeção de gastos numa ordem de R$ 40 mil mensais.

LEGAL MAS IMORAL

Ventura, salientou que, tecnicamente, a licitação é legal, mas do ponto de vista moral poderia ser discutido com a sociedade, caso as entidades achassem necessário.

ENTÃO…

A Acil convidou o presidente da Câmara, Luiz Marin para explicar e se explicar, durante a reunião semanal.

 Marin se disse surpreso com a repercussão prévia do tema já que ano passado foram gastos R$ 300 mil com publicidade.

MARIM DIZ QUE É ASSIM

“Quero uma licitação onde possa ser gasto o valor necessário e quando autorizado pelo presidente. Eu pedi para colocar um valor maior porque depois não precisa fazer outra licitação, basta fazer um aditivo e fica valendo, mas isso não quer dizer que é para gastar todo valor”.

COMO RESOLVER ISSO?

Atualmente e neste ano, a Câmara de Vereadores está ‘operando’ sem gastar com publicidade. Não há boletins nas emissoras de rádio, nem resumo das atividades nos jornais e revistas, nada. Assim, como o trabalho lá desenvolvido está tendo eco na sociedade – eco meio ruim, às vezes – basta o legislativo não gastar nada com publicidade. Já está se exteriorizando o trabalho nos meios de comunicação sem precisar gastar, razão que a licitação pode até ser concluída, mas Marin deixaria standy by sem contratar nada.

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3 COMENTÁRIOS

  1. Acredito que a resposta foi clara! Não adianta fazer uma licitação com valor baixo pra agradar a plateia e o valor durar três meses e fazer licitação de novo. Foi isso que o Presidente explicou.
    Quanto ao valor, e a moralidade disso, só cabe espaço para subjetividades, porque está correto o procedimento licitatório.

    Sinceramente, acho que teriam coisas muito mais interessantes pra se discutir da Câmara, ou então a Câmara não tem outras coisas interessantes.

  2. O Presidente está errado, não dá para se presumir se o valo é baixo ou não, ou se ele brecará termos aditivos de reajustes, o que se faz é a pesquisa de mercado no tocante ao objeto do que se irá licitar, vai a posteridade o edital as empresas se habilitam dão seus preços e escolhe o menor preço, ou faz-se uma licitação técnica filtrando concorrentes, normalmente todas as empresas dão valores s baixos para ganharem e mais tarde pedem o aditivo para reajuste, porque depois de sacramentar a vencedora é mais complicado se fazer outro processo licitatório, se o Marin tem bola de cristal vou pedir para ele os números da mega sena.

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