Serra Catarinense com queijo artesanal e D.O.

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Tem pelo menos 2 mil famílias bem faceiras com uma iniciativa do deputado Gabriel Ribeiro que, depois foi estendida para todo o Estado. Trata-se da legislação que disciplinou a venda do queijo artesanal serrano, dando ao produto status de legalidade e reconhecimento de qualidade.

E…

Há expectativa entre os produtores rurais de que, neste ano, seja conquistado o selo de Identificação Geográfica (IG) do Queijo Artesanal Serrano (QAS). Será o reconhecimento de que se trata de um produto único, e isso agrega valor ao queijo produzido nos 18 municípios da Serra Catarinense, além de outros 16 da Serra Gaúcha. A Epagri organizou um seminário sobre a qualificação da cadeia dessa variedade de queijo.

Evento marcou o começo das capacitações de técnicos e produtores nas chamadas boas práticas agropecuárias e boas práticas de fabricação do produto.

GABRIEL E A LEI DO QUEIJO

Autor da lei que legalizou a produção e a venda do queijo serrano, o deputado Gabriel Ribeiro disse que o evento, além de qualificar a produção, demonstra a crescente organização do setor na região e também serve para melhorar o valor do produto.

Sobre a Indicação Geográfica, Gabriel explica que outros produtos serranos também vão passar por este processo, como o melato, a maçã fuji e os vinhos de altitude.

PRA MODE A GENTE

FICAR SABENDO…

A solicitação de IG do queijo serrano está no INPE – Instituto Nacional de Propriedade Industrial. O pedido é feito na modalidade de Denominação de Origem (D.O.). Se houver a concessão, será a primeira certificação em DO para queijos do Brasil.

Observe a exposição de queijos produzidos na Serra Catarinense com peças que ficam até 545 dias maturando, como no caso do produtor André de São Joaquim

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