2018: Colombo ingrato e Elizeu candidato?

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Trecho do que escrevemos em O Momento sobre a definição do nome do MDB a Estadual pela Serra Catarinense:

“Lageanos e especialmente emedebistas testemunham o recolhimento de Elizeu Mattos do cenário (…). Porém, ao nível do mar é dado como certo que ele será o candidato do MDB a Deputado Estadual. E a razão seria simples: não existe outro nome com potencialidade para o desafio. E Elizeu seria chamado e aclamado para assumir o desafio”.

Elizeu aqui com a vereadora Eliany Kohler de Ávila de Otacílio Costa, num registro de arquivo

PORÉM

Sobre a ponderação, ainda ontem um líder emedebista em Floripa garantiu que o projeto de Elizeu é mesmo a disputa em 2020 à Prefeitura de Lages. Thiago de Oliveira, vereador do MDB, seria o nome mais provável, por ter a bênção do MDB local, enquanto Juarez Mattos corre por fora, potencializando a regionalização.

HAMPEL FORA DO PÁREO?

Não, em hipótese.

Embora improvável, a candidatura de Hampel a Estadual não está fora de cogitação. A não saída dele do cargo no DF, por enquanto, não inviabiliza sua candidatura porque a desincompatibilização para quem não é do primeiro escalão pode ocorrer mais adiante.

Hampel com o Coronel da Defesa Civil, Ceron e o vereador Gerson no DF, durante entrega de recursos para Lages estudar as enchentes. Ele segue no DF, mas ainda poderia concorrer neste ano. Outro emedista local diz que tem um dificultador para Hampel numa disputa: dinheiro para a campanha!

COLOMBO INGRATO?

QUE NADA, LEIA ISSO…

“Nós fizemos uma aliança em 2006. Eles fizeram a parte deles e me elegi senador, mesmo sem ser conhecido, com a maior votação da história. Luiz Henrique quase me carregou no colo. Eles foram fundamentais e sabemos disso. Fui eleito governador e depois me reelegi e eles não falharam. Se alguém achar que eu não agi corretamente, prefiro pagar esse preço a não cumprir a palavra e não honrar compromisso”.

Palavras ditas por Colombo no ato de hasta la vista ao mandato de governador

SIGNIFICADO

Teor evidencia o reconhecimento à parceria com o MDB desde 2006. E embora um caminhar juntos neste ano esteja um pouco mais difícil, não é fora de contexto a recomposição da coligação. Para Colombo a disputa ao Senado com o MDB seria um correr para o abraço. Sem o MDB a eleição (dependendo da coligação) pode ser uma briga de facão numa dessas ruas sem luz em Lages.

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