Novo Plano Diretor: Lageano não está nem aí?

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Tem menos participação que deveria.

Porém tem mais do que esperávamos!

Tom realista e otimista é do presidente da Câmara de Vereadores, Luiz Marin sobre as audiências previstas em lei para discutir o regramento decorrente da revisão do Plano Diretor.

OCORRE QUE

Através desse conjunto de normas, ficará instituído o que pode e o que não pode em termos de construções e ocupações nas terras de Lages. A segunda audiência do Plano Diretor (das três necessárias) não levou muita gente à Câmara, considerando a importância do debate. Porém há uma terceira chance.

NOVA AUDIÊNCIA

Cumprindo os requisitos, uma terceira (e última) audiência na Câmara ocorre dia 25. Segundo o secretário Clayton Bortoluzzi (Seplan), esse debate na Câmara, aberto à comunidade, faz parte de uma sequência de discussões que iniciou nos bairros, ouvindo a população. “Nada é impositivo. Discute-se, ouve-se e se apresenta adequações. E o resultado de tudo isso ainda será avaliado e votado na Câmara”, aponta Bortoluzzi.

Diretor da Seplan, Roberto Provezano (esquerda) aponta que esta revisão trará intervenções pontuais, que vão dar uma oxigenada no desenvolvimento de Lages. Bortoluzzi (direita) lembra que as alterações são debatidas antes de encaminhadas para aprovação.

IAB DAQUI DE OLHO AQUI

Presidente do IAB em Lages, Augusto Branco Fornari apresentou proposta com alterações pontuais e a sugestão de que o Plano Diretor seja analisado anualmente ao invés de a cada década. Também sugeriu que seja feito um planejamento e investimento em pesquisas, fluxos, eixos e mobilidade que deem embasamento às mudanças propostas ao PDDT. “Lages é como uma empresa em que cada um de nós somos sócios. Nós do Instituto de Arquiteto do Brasil nos colocamos a disposição dos senhores para auxiliar neste processo”.

Vereadores Batalha, Jean Pierre, Thiago de Oliveira e Jair Júnior, conferindo a discussão que norteará a revisão do Plano Diretor

Com informações e imagens da Câmara de Lages

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2 COMENTÁRIOS

  1. De que adianta um plano diretor na atualidade, a cidade encontra-se “crescida”, afundada na feiura e caos urbanístico.

    Lamentamos, pois, o plano deveria ter sido elaborado no inicio do século anterior, quando a cidade era muito menor;

    O que os grandes Otacílio Vieira da Costa, Aristiliano Ramos, Vidal Ramos Júnior e Áureo Vidal Ramos fizeram? Onde estava a visão futurista? Parece que nesses lados do Equador (América do Sul) não existe visão alguma, planejamento algum.

    Em nossas cidades impera a feiura, ruas mal traçadas, um amontoado de muros e caixotes de concreto de muito mal gosto;

  2. A comunidade tem que participar mais, senão vira uma mera reunião dos xerifes decidindo onde vão ganhar dinheiro com construções deixando de lado mobilidade e qualidade de vida.

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