O que seria um ‘terremoto’ na política em SC?

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Porque é sexta-feira, 13, e as redes sociais criam muitos trocadilhos que retardam a compreensão sobre o que é fato e o que é boato, houve Retardo no entendimento que, de fato, um abalo sísmico atingiu os arredores de Floripa. As duas primeiras reações que ouvimos foram:

– Ufa! Finalmente cairá a Ponte Hercílio Luz!

– Não foi atentado contra a estátua da Havan?

TROCADILHO COM A POLÍTICA

Também houve gente dizendo que era bobagem de alguma referência a um ‘terremoto na política’ catarinense. Porém, observa-se uma situação interessante. No contexto dos cenários pré-eleitorais, nada configuraria terremoto político no Estado. Qualquer decisão ou encaminhamento não abala as estruturas do processo eleitoral, senão vejamos:

 

BAUER NÃO CONCORRER AO GOVERNO

Não seria um ‘terremoto’ na política porque existe tal possibilidade. Inclusive com cenários indicando a hipótese do PSDB ter outro nome (Napoleão, por que não?) ou então os tucanos indicarem um vice ao Governo e Bauer ir à reeleição ao Senado, tanto numa ideia de composição com o MDB ou com o próprio PSD.

 

MERÍSIO DESISTIR DA CANDIDATURA

 Da mesma forma não seria coisa para abalar as estruturas. Há inclusive uma pressão nesse sentido, com Merísio resistindo fortemente. Com isso, o PSD iria à reboque do MDB ou indicaria um vice e teria vaga ao Senado numa composição com o PP (Amin na cabeça). Ou ainda como coadjuvante do PSDB.

 

MARIANI ABRINDO MÃO PARA PINHO

Bem longe de uma hipótese assim se constituir num terremoto na política. Deputado Mauro Mariani é um Merísio no MDB. Começou lá no passado a construir o projeto com o diferencial de que no partido dele tem um governador dando as cargos enquanto no PSD o ex-governador está meio longe das cartas.

 

AMIN ACEITANDO DISPUTAR AO SENADO

Há quem veja Amin como candidato ideal na coligação com PSD e agregados. Porém, o Careca não transparece apego desesperado à ideia. Inclusive disse a mim e à colega Oliveite Salmória, referindo-se à caminhada entre PP e PSD: “Só temos que estar juntos, porque quando disputamos separados, perdemos”.

PORTANTO

Terremoto político em Santa Catarina tem uma improbabilidade enorme. Embora possam ocorrer algumas tempestades na esfera judicial, outras no campo de composições e assim por diante. Mas nada que vibre em intensidade suficiente para causar fissuras ou rachaduras irreversíveis.

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