Anita: Pense numa prefeitura encrencada!

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Bateu o sinal amarelo, vermelho, roxo e preto nas finanças da Prefeitura de Anita Garibaldi. Na agenda da semana passada dos prefeitos com Pinho Moreira, houve uma liberação de R$ 300 mil para o município. Mas os pilas terão que ficar no purgatório até o prefeito João Cidinei arrumar a casa. Carece CND para acessar o convênio e um problema gigante impede o acesso à certidão negativa. De cada R$ 1,00 arrecadado, Anita Garibaldi está gastando quase R$ 0,70 com folha de pagamento. Para se ter ideia, isso representa 15% a mais que o limite de 54% previsto em lei.

CAUSAS DO ESTOURO

Prefeito João Cidinei atribuiu o ‘recorde’ de 69% de gastos com a folha do funcionalismo a dois fatores: um de ordem contábil que é a não inclusão de um valor que era depositado em juízo referente a ação em que Anita e Pinhal disputam o retorno de impostos da Baesa. “Os outros prefeitos consideravam isso como arrecadação. Mas é um dinheiro que não existe”. Outro fator é a queda de arrecadação. “Antes o município não recebia menos de R$ 500 mil mensais de retorno dos royalties. Agora esse valor fica num patamar próximo a R$ 200 mil todo mês”.

E ISSO QUE HÁ MENOS SERVIDORES

De acordo com o prefeito João Cidinei (PR), em relação ao ano passado já houve uma redução de servidores. “Temos 30 servidores a menos que os números do ano passado. E mesmo assim está nessa realidade”. A providência será o corte de pessoal com demissões das mais diversas. “Vamos ter que cortar. Se necessário até um ou outro secretário”.

Aqui Juarez Mattos (esquerda) levando ao prefeito João Cidinei (PR) e ao vice Tadeu Furtado (MDB) a boa notícia dos R$ 300 mil para Anita Garibaldi. Mas para acessar esses recursos é preciso CND e, para tanto, carece cortar 15% de gastos com a folha na prefeitura

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1 COMENTÁRIO

  1. É só demitir os apadrinhados…se usar 54% da arrecadação para pagar folha já um absurdo sem igual, imagine isso ficar em torno de 70% ! Vamos pensar sobre estes valores numa empresa…com certeza a empresa estaria a caminho da falência. Porque então, nos municípios e nos estados, existe este limite absurdo. Ai não sobra nada mesmo, para a saúde e educação. Todo município devia funcionar como uma empresa, sem comissionados e apadrinhados e o funcionário que não rendesse, fosse demitido. Não é atoa que prefeituras são chamadas de mãe.

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