MDB: Thiago se licenciará se for candidato

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Vereador Thiago de Oliveira conversou com Adilson Oliveira na Clube FM nesta manhã de quarta-feira. Esclareceu sobre o projeto de eleição de diretores de creches em Lages, a partir de uma alteração que se pretendeu fazer à matéria do Executivo. Na parte política, o vereador reforçou a condição de pré-candidato a Deputado Estadual. Confirmou que é ele e Juarez Matos que disputam a condição de ser o nome do MDB.

LICENÇA NA CÂMARA

Ainda durante a entrevista na Clube FM, Thiago de Oliveira apontou que, em sendo o nome definido pelo MDB para a disputa, pretende se licenciar das atividades na Câmara de Vereadores. Isso deve ocorrer a partir de 15 de agosto, no período de 60 dias. Seria a oportunidade de priorizar a campanha eleitoral e, ao mesmo tempo, prestigiar o primeiro suplente do MDB, Felício Martins. “Seria uma forma inclusive de dar a oportunidade ao companheiro Felício mostrar seu trabalho na Câmara”, reformou o vereador.

Embora o presidente Luiz Ademar Paes opte pela cautela, setores do MDB de Lages defendem o nome de Thiago de Oliveira. Mas há certa cautela nesse encaminhamento já que Juarez Mattos, o outro que está no páreo, é considerado um nome leal e muito presente na atuação do MDB na Serra.

O QUE ESTÁ EM DISPUTA?

Na história recente nenhum nome fora do MDB ultrapassou a barreira dos 20 mil votos no eleitorado de Lages. Elizeu fez 25. 317 no pleito de 2010 e Coruja conquistou 22.727 votos em 2014. Foram os únicos nomes recentes a ultrapassar a barreira dos 20 mil votos em Lages a Estadual. Ambos disputando pelo MDB. Daí a crença que boa parte desse eleitorado é mesmo do partido. Razão pela qual que s sigla não abre mão de apostar num nome com potencial em âmbito de Lages para não deixar o eleitor fiel e o militante sem opção.

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2 COMENTÁRIOS

  1. Sou de opinião que se um cidadão foi eleito, pelo voto popular, para uma função, deveria cumprí-la atá o final do mandato para o qual foi eleito. Se optar por concorrer para outro nível, outro cargo, deveria automaticamente perder o mandato. E isso deveria valer prá qualquer nível. Afinal precisamos começar a moralizar a política brasileira.

  2. Concordo com o Edilson. Um agente político é eleito para um cargo pelo voto que simboliza a confiança do seu eleitor na pessoa do candidato e/ou projeto político. Em campanha, comprometeu-se a defender certas ideias, a fazer o melhor pela cidade. Se no meio do seu mandato ele resolve mudar os planos e lançar-se candidato a novo cargo, seu eleitorado é traído e percebemos tratar-se apenas de discurso eleitoreiro. Trata-se apenas de projeto político no sentido institucional e não uma agenda em prol da cidade e do seu cidadão. Além disso, assume um suplente cujo projeto não foi legitimado pelo voto. Certo candidato eleito para a câmara pelo discurso da mudança, de uma nova política, mal chegou a assumir o cargo e já se licenciou para assumir um cargo no executivo municipal, deixando órfãos de representação os seus eleitores.

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