Paço com fatos e atos ‘só pra se incomodá’

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Nem o noticiário da Copa do Mundo neutraliza alguns tropicões que rendem comentários de todo gênero nas redes sociais a partir da repercussão nos meios de comunicação, oriundos da Prefeitura de Lages. O primeiro deles diz respeito a um contrato onde figurava empresa pertencente à sogra do vice-prefeito Juliano Polese (PP).

ASSIM

É verdade que coube à Auditoria e Controle Interno da própria Prefeitura o filtro, identificando a hipótese de irregularidade e determinando a suspensão do contrato e abertura de procedimento administrativo. Mas enquanto o assunto se desenrolou nos bastidores, vereador Jair Júnior (PSD) trouxe questão à tona em forma de pedido de informações. Há dois dias o assunto sangra com interpretações diversas e negativas por causa do descuido visualizado por quem interpreta, com razão, o fato.

Juliano Polese tratou de esclarecer o assunto, apontando o processo licitatório, mas admitindo que por haver previsão da lei orgânica proibindo relação negocial entre parente e afins (sofra é afim) houve suspensão do contrato

OUTRA DERRAPADA,

DIGO AFOGADA

Já na quarta-feira, a imagem do dia é de uma máquina da prefeitura afogando as mágoas na fronteiras dos bairros São Vicente e São Sebastião. Há até uma explicação para o episódio, mas o fato causa admiração por demais.

QUE EXPLICAÇÃO?

A máquina estaria fazendo desassoreamento no Rio Ponte Grande quanto deu um piripaque na tarde de terça-feira e não roncou mais. O operador, sem perceber que relampiava para os lados da Vacaria deixou a amarela no riacho à espera do reparo. Vieram os torós de água durante a madrugada e a bichinha amanhece com água além do pescoço…

A cena que motiva comentários de todo jeito aponta certo descaso com um equipamento público mergulhado nas águas do mar da vida no Rio Ponte Grande. Água em motor a gente sabe que dá cosa!

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