PP pode não ir longe a Estadual e Federal?

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Nessa reta final de definições, o cenário eleitoral catarinense borbulha. E uma leitura que chega evidencia um motivo para comemorar e outro para se preocupar em relação ao PP. O fato comemorante, sem dúvida, é a definição de Amin como candidato a governador. Embora amargue inicialmente uma solidão de projeto, já que apenas DEM e PV estariam alinhados, o fato do partido ter cabeça de chapa é um diferencial a ser considerado. Mas há um fato preocupante.

DO QUE FALAMOS

O PP tende a ter desempenho discreto nas disputas proporcionais. E isso estaria tirando o sono de candidatos a Estaduais, além daqueles que miram a Câmara Federal. O próprio atual deputado Jorge Boeira estaria propenso a não ir à reeleição. Haveria uma leitura do PP concorrendo isolado, eleger apenas um Federal. E esse seria Ângela Amin. Os demais iriam para o trecho somente para ajudar puxar votos para a Tia.

ESTADUAL 

Na mesma linha, o PP, sem uma parceria com siglas puxadoras de votos, poderia eleger poucos Estaduais. Talvez quatro ou cinco. Num otimismo gigante. Por isso a preocupação de deputados como Comin, Dreveck e do próprio Altair Silva lá do Oeste com essa cruzada de Amin ao governo. Se o Careca se elege, tudo bem. Mas se perder, mergulha o PP num ostracismo. Essa realidade proporcional está puxando os progressistas para o diálogo.

A nominata do PP é discreta para enfrentar as urnas a Federal e Estadual. Uma parceria com siglas mais estruturadas seria a redenção para ampliar número de eleitos. Fator a ser considerado até domingo, até para o PP sair desse fundo de guampa!

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