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Authors Postado porEdson Varela

Edson Varela

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Chamem os bombeiros do Paço!

Cena chamou atenção pelo comportamento extremo da comunidade devido a situação em que se encontra um conjunto de bairros na parte Sul de Lages.

Alguns moradores reuniram pneus, colocaram na altura da ponte do riacho que dá acesso a bairros como Santa Catarina, Araucária e imediações e atearam fogo. O argumento é de que o protesto é para chamar a atenção para as condições das ruas desses bairros.


REPARO DEVEREDA

Segundo os moradores, o que já seria ruim devido à falta de manutenção, está pior por causa das obras do Complexo Araucária. O entendimento dos moradores de que, como é inevitável o transtorno da obra, à medida que essa for sendo executada, para a colocação da rede de esgoto, venha o reparo na sequência.

O cotidiano da paróquia com a cena inusitada de protesto. O problema é que se cada região que tiver problema de infraestrutura (e a maioria tem) tacar fogo em alguma coisa para chamar a atenção, Lages vai se transformar numa cidade em chamas.

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A questão de dar fim à Central de Regulação do SAMU em Lages – e em pelo menos outras três regiões do Estado – não é de hoje. Tem se debatido e insistido no assunto sob o argumento de redução de gastos. Diante da deliberação da Comissão (CIB) pela desativação de centrais como a de Lages, a Secretaria de Estado da Saúde emitiu a seguinte nota:

“A Secretaria de Estado de Saúde esclarece que irá apresentar um novo estudo com o contexto geral do modelo do SAMU para ser apreciado pela Comissão Intergestora Bipartite (CIB). A avaliação do atual modelo está sendo estruturada em uma parceria com o Corpo de Bombeiros de SC, Secretaria de Estado da Fazenda e Secretaria de Estado da Saúde. Em razão disso, a estrutura do SAMU não sofrerá nenhuma alteração até que esse estudo esteja concluído”.

A diferença entre a vida e a morte pode estar na agilidade do atendimento. Hoje funciona assim e seria seguro se continuasse dessa forma!


PORTANTO

Agarremo-nos aos gestores que podem interferir para que a central de regulação não bata asas de Lages. A estrutura é importante e necessária.


QUER UM EXEMPLO?

Na lamentável tragédia da quarta-feira em Palmeira onde três morreram eletrocutados, quando a notícia chegou em Otacílio Costa, junto também chegou a informação de que o Helicóptero Águia 04 estava no local socorrendo a quarta vítima que sobreviveu à descarga elétrica. O que isso significa? Significa que a informação chegou ao SAMU e, com a agilidade enorme, detectando a gravidade da situação, estudou a forma mais urgente de tentar salvar o jovem, colocando o helicóptero da PM em ação.


DAÍ A GENTE PERGUNTA

Quem nos garante que a Central de Regulação estando em Chapecó, lá no Oeste distante mais de 300 km daqui, haverá esse discernimento de ‘ler’ a gravidade de uma ocorrência e mobilizar as estruturas de socorro com a urgência necessário?

Rede de informações permitiu socorro imediato a jovem eletrocutado que impediu que a lista de mortos aumentasse devido a lamentável tragédia no interior de Palmeira

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Neste sábado de São João (24) o Centro Universitário Unifacvest realizará ação social no bairro Centenário. A instituição de ensino superior ofertará várias atividades cidadãs aos moradores do entorno da Fazenda Escola (antiga chácara Battistella). Os cursos da área da Saúde, por exemplo, oferecerão testes de glicemia e aptidão física, aferição de pressão arterial e limpeza de pele.


E MAIS

Os cursos de Arquitetura e Engenharia darão dicas sobre reorganização e remodelação de imóveis. O curso de Direito, por sua vez, prestará consultoria jurídica; os cursos de Administração e Contabilidade darão orientações sobre organização do orçamento familiar e montagem de currículos. E o curso de Veterinária distribuirá kits de ração e fará tratamentos contra doenças animais.

A ilustração que integra a divulgação dessa ação de sábado. Crianças que comparecerem terão surpresas e a ideia é mostrar que a universidade faz extensão de verdade, não ficando apenas no discurso.



POR FALAR EM DIA DE SÃO JOÃO…

HOUVE FESTANÇA NO COLÉGIO UNIVEST

“Quantas vezes por ano tem São João?”

A indagação foi da filhinha de uma vizinha ao retornar dos festejos juninos no Colégio Univest. A exemplo de outras instituições de ensino na cidade, o colégio promoveu a festa tradicional durante a quinta-feira. A integração foi dentro do propósito de fomentar atividades além da sala de aula de maneira que a criançada se sinta integrada e partícipe. “Foi um momento muito legal, que vai ficar guardado na nossa memória pra sempre”, disse a aluna Gabriela, do sétimo ano do Ensino Fundamental II.  

O festejo junino no Arraiá Univest não poupou nos detalhes. De casamento caipira a alimentos típicos das festas juninas integraram a brincadeira…

As danças devidamente ensaiadas também mobilizaram a criançada durante toda a tarde de quinta-feira. Dá para entender na festança a razão da indagação sobre quantos São João existem no ano!


Imagens: Assessoria de Comunicação Unifacvest

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Em Lages um louco de todo gênero mexeu com quem não estava (e nem está) incomodando ninguém, ao cometer um verdadeiro atentado contra os mortos no Cemitério Cruz das Almas (foram quase 50 túmulos depredados). Já de Palmeira aqui na Serra, vem um exemplo bacana. A própria prefeita do município liderou um mutirão de limpeza no cemitério local. Qualquer tipo de material desnecessário no corpo santo foi recolhido. Com isso, o local ficou mais limpo e organizado, reforçando o respeito aos entes queridos ali sepultados.

O material recolhido no cemitério em Palmeira e a equipe que realizou o trabalho liderada pela própria prefeita Fernanda Córdova (centro)



EM PALMEIRA COMO EM LAGES

Essa força tarefa realizada no cemitério de Palmeira se estendeu até o rio que chega ao bairro São Luís daquele município. E a exemplo de outras cidades, como Lages, por exemplo, o que se retirou do rio surpreendeu os voluntários que atuaram na empreitada.

 

Uma ideia do que andou se retirando do rio em Palmeira

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Rádio Clube FM foi a primeira de Santa Catarina e uma das primeiras do Brasil a migrar do AM para o FM. Depois veio a então CBN Lages que deixou o AM. Nascia ali a Massa FM da rede do Ratinho. Agora a terceira emissora do Grupo SCC na Serra Catarinense também deixa o AM para o passado. É a Rádio Gralha de Urubici cuja abrangência vai de Bom Retiro a São Joaquim, chegando a outros municípios das adjacências. A emissora já operava experimentalmente no 88,9. E nesta quinta-feira, 22, um evento marcou a repaginação do som da Gralha mais falante da Serra.

Um registro de parque da equipe do Grupo SCC com aqueles que tocam a Gralha, agora em FM

Roberto Amaral com o colega de PSDB, o prefeito Antônio Zilli. Com eles Morgam e Fabrício da Gralha, ainda os diretores Agostinho Abati, Celeste Basquerotte, Rita Ribeiro e Roberto Dimas, o Beto. Presente nos atos em Urubici a referência da TV no Estado, Luiz Carlos Prates

Nem preciso dizer que o homem de grava na imagem é todo contentamento por ver as três emissora de rádio bombando em termos de conteúdo e audiência, além do SBT Santa Catarina cada vez mais presente no mercado catarinense.


Imagens: Silviane Brum

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Embora vez ou outra quando aparece termo que permite duplo sentido o colega Jatir Fernandes lasque um sartex, o fato é que a passagem pela BR-282 a partir de Lages em direção ao Oeste está liberada para todo tipo de veículo.


ESTÁ NORMAL?

Não dá para dizer que está normal porque a passagem na altura do Km 253 ocorre no sistema siga/pare, priorizando a obra de retirada de terra onde houve desmoronamento. Também, em alguns momentos, os veículos precisam ficar parados nos dois sentidos para priorizar a manobra de máquinas (questão de segurança). Mas em regra todo tipo de veículo – inclusive caminhões – estão varando pelo local.

Essa é a mais recente imagem que temos do local (tirada na tarde de quinta-feira, 22). Observe que o asfalto quebrou em alguns locais e essa correção com brita é no ponto onde se formou um degrau de meio metro. Foram 4 mil caçambas de terra e lama retiradas até agora desse ponto

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O serviço do SAMU é submetido a uma série de regulações. E entre as deliberações estão aquelas tomadas pela CIB. Essa sigla significa Comissão Intergestores Bipartite. E o próprio portal do SAMU indica que: “As deliberações da CIB têm âmbito estadual e devem ser observadas e rigorosamente cumpridas dentro do Estado de Santa Catarina”.


EXPLICADO ISSO, VEM A

NOTÍCIA QUE NÃO É BOA

Segundo informações não oficiais, mas de fontes confiáveis, a CIB deliberou pela desativação da Central de Regulação do SAMU que funciona muito bem Lages. Volta ao noticiário a lamentável intenção de reduzir as centrais no Estado, ficando com tais estruturas apenas em Floripa, Chapecó e parece-me no Norte Catarinense. A decisão técnica da CIB teria sido tomada nesta quinta-feira, 22.


DESATIVAR A CENTRAL EM LAGES

SERIA ABSOLUTAMENTE RUIM

Para entendermos a situação da atuação do SAMU, todas as ocorrências no raio de abrangência da Central de Lages vão para um centro de controle. Ali tem equipe que conhece os vários municípios abrangidos pela referida central. Médico, enfermeiros e técnicos avaliam chamadas, analisam localização e tomam decisões. Ora envia ambulância, ora chama o helicóptero Águia 04 e, em alguns casos ocorrem apenas orientação sem precisar mandar profissionais in loco. Com a desativação da central em Lages, quem vai regular essa rotina será uma equipe sediada em Chapecó que desconhece a realidade na nossa região. E isso seria absolutamente ruim!


SEM CONTAR QUE…

Além de perdermos (em se confirmando a desativação) essa referência em atendimento de emergência aqui perto (a central funciona na Rua São Joaquim no bairro Copacabana), deveremos perder perto de 50 vagas de emprego. Observe que não estamos falando de meia dúzia de vagas, mas de meia centena de famílias.

Comissão Intergestores Bipartite teria deliberado pela desativação da central em Lages. Ano passado o assunto já fora ventilado, mas na sequência desmentido. Nesta semana mais um passo pode ter sido dado para tirar de Lages tal estrutura importante e necessária


IMPORTANTE SALIENTAR O SEGUINTE

A decisão da CIB teria sido técnica. Entretanto, é indispensável o componente político no assunto no sentido de manter tal estrutura na Serra. Ademais, se a ideia é centralizar, que a central seja ampliada e mantida em Lages para atender outras partes do Estado e não desativada aqui. Aguardemos os desdobramentos fazendo figa para que o tecnicismo da decisão da CIB não prevaleça!


POR FIM

Importante destacar que não se trata de desativar os serviços do SAMU, com essa eventual decisão. Mas de levar para longe a central que decide sobre providências para cada ocorrência.

Imagem ilustrativa da atuação dos profissionais do SAMU numa ocorrência na BR-282

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Internauta Felipe Perini escreve lá nos comentários da postagem sobre a pesagem de caminhões (que não era para multar) no posto da PRF em Índios:

“A madeira representa 25% da economia da região. Cadê o dinheiro dos impostos que os caminhões pagam? Esse dinheiro devia ser usado na recuperação das estradas. O excesso de peso é uma consequência do baixo preço do frete, em relação aos custos de uma viagem de caminhão. A PRF não pode aferir nem multar ninguém por excesso de peso, sem a presença de um fiscal da ANTT. Fiquem espertos motoristas. Não paguem multas indevidas”.


ASSIM, MEU CARO!

Não se discute a importância do setor madeireiro para a região. Embora quem empreende o faz visando lucro. E o fato de, conforme você aponta, o dinheiro dos impostos não ir para recuperar estrada, não dá ao motorista do caminhão o salvo conduto para trafegar com excesso de peso. A lei aponta que é ilegal o excesso. Outra coisa: Desde quando é preciso um fiscal da ANTT na rodovia não concessionada (caso da BR-282) ‘validando’ multas para um comando (blitz) de excesso de peso? Melhor não pagar para ver!

Esse comando na BR-282 com ajuda da PRF não multou caminhões com excesso de peso (exceto alguns casos excepcionais de abuso extremo). Mas em atuações do DNIT – que é o órgão rodoviário da União e que estava em Índios – os agentes de trânsito multam por excesso de peso e até hoje nenhuma notificação bateu na trave por ausência de fiscal da ANTT.

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Se na Comissão de Finanças da Assembleia o deputado Coruja optou pelo muro, quando o projeto de criação do Fundam II foi a plenário ele não teve dúvida. Votou favorável. Aliás, não teve dúvidas, mas não deixou de estranhar alguns encaminhamentos de origem do Executivo. O fato do Governo do Estado fazer emendas ao próprio projeto de origem do Executivo motivou questionamentos do parlamentar lageano. Mas no final, para garantir a unanimidade, Coruja votou pela aprovação do Fundam II. E ele argumentou:

“Vou votar a favor do projeto, do empréstimo… Acho meio absurdo o governo que está saindo emprestar um bilhão e meio para os outros pagarem (…). Vou votar a favor para não dizerem por aí que a gente é contrário aos municípios. Mas é completamente inadequado fazer um empréstimo nesta hora (fim de mandado). Vou votar a favor para depois não ser contestado. E foi bom não aprovarem as emendas, senão iriam dizer depois que não tinham dinheiro…. Assim não há justificativa. E eu quero ver esse dinheiro sair. Quero ver esse dinheiro sair. Eu vou cobrar todo dia… e duvido muito que esse dinheiro saia”.

Deputado Coruja, no seu estilo combatido, argumentou sobre o teor do projeto Fundam II que libera R$ 1,5 bilhão de empréstimo (via BB e BNDES) para que o Governo Colombo faça investimentos em SC.


CONTRAPONTO DE BASTIDORES

Há quem veja o Fundam II como um cheque em branco para que o governador Colombo carimbe a eleição ao Senado. Há leituras de que, em passando pelas tormentas de julho, Colombo seguirá nas ações administrativas distribuindo os recursos desse projeto aos municípios e, com isso, pavimentando a eleição ao Senado. Embora as tormentas de julho sempre causem barulho, é claro!

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Colega Milton Barão escreve editorial para apontar que a Festa do Pinhão é nossa. E por conta disso a prefeitura deve reocupar o evento, assumindo a parte cultural dentro do parque. Discordo em gênero, número, grau e orçamento, mas respeito o que pensa meu estimado colega de imprensa.


FESTA NOSSA?

A Festa do Pinhão já não era ‘nossa’ – no sentido de ser do povo – quando ainda tocada pela prefeitura (antes do Elizeu terceirizar ou privatizar). Para o evento se pagar é indispensável cobrar. E se o evento é pago, ele não é ‘nosso’. É um evento de quem paga. E a Festa do Pinhão já era e continua sendo de quem paga. É a retribuição a um serviço de lazer. Você paga, você tem. E isso vale para espaço especial de show, comida diferenciada e assim por diante!


FORA PREFEITURA!

‘Devolver’ à prefeitura atribuições dentro do parque é tiro no pé. Quando o dinheiro é público, é gasto sem critérios. Foi assim no passado. E hoje ainda se gasta em excesso o dinheiro público que poderia muito bem minimizar as deficiências em áreas como Saúde. A prefeitura tem que se preocupar com o essencial, prioridade. Festa não é prioridade quando falta remédio na farmácia básica ou médico na UBS.


MAIS, MUITO MAIS FRESCURA!

O Moha Festival é sucesso porque é cheio de frescura. O público adora isso. Guardadas as proporções, quem vai para Las Vegas ou Ibiza, vai porque gosta de frescura (quando falo em frescura quero dizer novidade, facilidade, comodidade e agilidade). A Gaby tem inovado nisso, colocando umas firulas que agradam. Em Jurerê ou nos morros cariocas tem frescura. O público que consome evento adora frescura!


CARRINHO E CARINHO

Escada rolante na rua ao invés de degraus tem em Las Vegas. E o frequentador adora isso. Daí vem a Gaby e GDO e colocam o carrinho para dar carinho àqueles que querem ir ao backstage (porque pagam para isso) e aparecem os do contra (inclusive o maninho Barão) querendo esvaziar verbalmente os pneus do veículo. Nada disso. Tem que ter carrinho, aviãozinho e outras firulas para agradar esse público que paga bem para isso.


XÔ PREFEITURA

É preciso insistir no discurso de que a prefeitura tem que estar longe da Festa do Pinhão. Esse casting de shows que o Lauri da GDO trouxe para a Festa custaria R$ 5 milhões para a prefeitura. Com sonorização, divulgação, pessoal e outras perfumarias, lá se iriam outros R$ 5 milhões. Tirar R$ 10 milhões do Paço para realizar um evento só se Lages fosse uma Joinville. E nem lá fazem isso.


PORTANTO

Como disse, respeitando imensamente quem pensa diferente (caso do colega Barão), mas entendo que a Festa do Pinhão tem que manter certa distância orçamentária da prefeitura. Do contrário corre o risco de consumir um dinheiro que o município não tem para evento. Sem contar que o próprio Ceron declarou que se fosse a prefeitura tocadora da Festa, neste ano ela poderia não ter acontecido por causa do aguaceiro que quase afogou a paróquia!

Onde se viu se invocar com uma comodidade dessas? Vamos viajar e ver como os eventos pelo mundo estão tratando quem paga pelos serviços!


EM TEMPO

O bloguista não foi frequentador assíduo do backstage ou da própria Festa. Estivemos somente dia 14 no Backstage Brahma à convite da Cervejaria. E na Festa, além do dia 14, fomos nas duas sextas-feiras para acompanhar pauta política. E só. Logo, não se trata de uma defesa da Gaby e GDO (porque essas empresas não precisam disso), mas de uma opinião em cima de tantas opiniões dadas e ouvidas!

Mas gostei muito da estrutura montada e tenho certeza que quem pagou valor diferenciado para acessar o ambiente, não se arrependeu!