Timber by EMSIEN-3 LTD
Economia

0 2622

Os dados de abril foram bastante otimistas em Lages, com índices de geração de empregos positivos atribuídos à chegada do Stock Center e da movimentação na Flex. Sem grandes fatos para geração de emprego em maio, Lages voltou a apresentar índice negativo na comparação entre empregos gerados e demissões ocorridas. Foram contabilizadas 1.213 admissões contra 1.337 demissões. Isso significa que, formalmente, há mais 124 pessoas desempregadas na cidade, considerando os dados de maio de 2017.


DADOS DE MAIO DE 2017

Admissões: 1.213 pessoas

Demissões: 1.337 pessoas

Desemprego: 124 vagas a menos


DESDE JANEIRO: DADOS DO

ANO AINDA SÃO POSITIVOS

Considerando esses mesmos dados do Ministério do Trabalho – que considera apenas emprego formal com CPTS assinada – Lages tem um índice positivo entre demissões e admissões desde janeiro. Desde o começo do ano ocorreram 7.326 admissões formais contra 6.530 demissões. Estamos falando de um superávit de 796 vagas.


JANEIRO A MAIO DE 2017

Admissões: 7.326 pessoas

Demissões: 6.530 pessoas

Empregos: 796 vagas a mais



INTERNAUTA FAZ UM CONTRAPONTO

SOBRE O DESEMPREGO EM LAGES

“Basta sair no Centro para ver como o desemprego afeta a economia da cidade. E os órgãos públicos do município não estão preocupados com isso. O mês passado você divulgou o saldo positivo. Porém, foi fogo de palha. O problema do desemprego é histórico em Lages. Nos dias de hoje a desculpa do ‘sem estudo’, sem ‘qualificação’ não dá mais para engolir. Temos IFSC, Udesc, Senac, Senai, Sesi e tantos outros. Cursos até gratuitos. Faltam oportunidades mesmo. Comércio enfraquecido, sem novas empresas e o grande empregador que seria o setor de turismo está abandonado”.


CONTRAPONTO AO CONTRAPONTO

A gente respeita a visão do internauta. Ele pondera algumas situações pertinentes. De fato não dá para dizer que falta mão de obra qualificada em Lages. Há várias frentes atuando para superar isso. Porém, não dá para concordar que o comércio de Lages é fraco. Pelo contrário. É um setor muito forte, que gera muitos empregos e contribui bastante com a economia da cidade. O que falta, de fato, é uma política mais arrojada de atração de empresas. Mas isso não é de hoje. Considerando ainda que, com a instabilidade no País, os empresários pensam duas vezes antes de investir!

Geração de emprego em Lages voltou a apresentar recuo em maio, de acordo com os dados oficiais do Ministério do Trabalho

0 344

Deputado e secretário de Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), Carlos Chiodini, esteve no Órion Parque. Ele participou da inauguração, mas nesta desta terça-feira (20) viu a estrutura em pleno funcionamento desde que foi inaugurado, há quase um ano.

Para o presidente do Órion Parque, Roberto Amaral, a presença do secretário é importante para destacar os trabalhos que o Centro de Inovação tem desenvolvido.

Chiodini se diz entusiasta do modelo de gestão do Órion e o vê como modelo para os outros 12 Centros de Inovação em fase de implantação no Estado.


Imagens: Laís Casa de Cordova



UNIFACVEST NA INTERCOM SUL 2017

Cursos de Comunicação do Centro Universitário Unifacvest participaram do seminário Intercom Sul 2017, na Universidade Federal de Caxias do Sul. Acadêmicos de Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Fotografia acompanharam palestras e debates sobre vários temas ligados à área, e trocaram informações com profissionais de renome.

Professor Ricardo Almeida Dias e acadêmicos Thais, Aline, Daniela e Marlon da Unifacvest em Caxias do Sul porque a busca de conhecimento através de eventos complementa o ensino em sala de aula

0 3787

“Estima-se que só o público do evento movimenta em torno de R$ 78 milhões durante dez dias”.

A informação vem no boletim oficial da Festa do Pinhão compartilhado pela Catarinas Comunicação e dá uma ideia do significado do maior evento de Lages em termos de movimento econômico. “Os eventos festivos, como a Festa do Pinhão, trazem retornos financeiros importantes para o município. Considerando o gasto médio por pessoa, o impacto econômico nesse período é muito significativo”, confirma a turismóloga Ana Vieira, da Prefeitura de Lages, nas informações das Catarinas.


OUTROS SETORES

“A Festa do Pinhão é a melhor época do ano para a rede hoteleira. É como o Natal para o comércio. São cerca de 700 funcionários no setor apenas em Lages, e muita gente ganha com esse grande evento”, diz o presidente do Sindicato dos Hoteis, Restaurantes e Bares de Lages, Cesar Alves. Segundo a entidade comandada por Cesar Alves, a média foi de 90% de ocupação no período.


EMPREGOS TEMPORÁRIOS

Os dados vieram do próprio Beto Ody da Gaby Produções. Uns dias antes do evento e, durante a festa, foram 1.600 pessoas trabalhando diretamente no evento. E outros setores também lucram, como aponta a presidente da CDL, Rosani Pocai. “Os supermercados vendem muito para os turistas, para os moradores que recebem visitantes, para os hotéis e para os restaurantes. A Festa do Pinhão é a grande oportunidade de Lages manter e gerar empregos”.


PALAVRA DO ORGANIZADOR

BETO ODY DA GABY PRODUÇÕES

“Pessoas de várias partes do país viajam centenas de quilômetros em direção a Lages todos os anos apenas para curtir a Festa do Pinhão. Só a divulgação que a cidade recebe em âmbito nacional já é um ótimo lucro. Mas o evento é muito mais que isso, e gera retorno de todas as ordens para a economia da região e, consequentemente, para os moradores”.

O mar de gente no parque e o movimento intenso na cidade resultam de uma festa bem organizada e de retorno garantido para Lages


PREFEITURA TOTALMENTE

FORA DO PROCESSO

O sucesso da Festa do Pinhão pode estar ligado também a ausência do poder público no parque Conta Dinheiro. Excetuando a Sapecada da Canção que é realizada com maestria por Mário Arruda e Carla Arruda (e equipe), a prefeitura não tem nada a ver com o evento no parque. Se interferir atrapalha e não ajuda. Integrantes da equipe de Ceron nos palcos e camarotes é coisa apenas para adulamento ou amizade da organização porque eles não apitam absolutamente nada.


ASSIM

Todo o investimento é da Gaby Produções e parceiros como a GDO. O município não arca com um centavo para colocar show, estrutura, sonorização e divulgação. Se no passado terminava a festa e se começava a discutir qual era o prejuízo para a prefeitura, desta feita não existe nada disso. Se a prefeitura gastou foi por preciosismo ou porque está sobrando dinheiro porque  quem banca os custos da Festa do Pinhão é a empresa Gaby e parceiros.

Festa do Pinhão: O cara do evento é ele, Beto Ody da Gaby Produções


Imagem: Zé Rabelo (Beto Ody)

Imagem: Nilton Wolff/Catarinas

Informações: Catarinas Comunicação

0 902

Faltou um critério comum dos prefeitos da Amures para apresentar os dados sobre os prejuízos causados pelo excesso de chuva. É que o conceito de ‘pessoas atingidas’ é bastante diferente de um município para outro. Enquanto em Urupema apenas 2% da população foi afetada e em Campo Belo o índice de pessoas atingidas foi de 0,69% do total de habitantes, há municípios que o índice se aproximou de 100%.


OS MAIS ATINGIDOS

No Cerrito, por exemplo, foram 95,34% da população atingida e em Bocaina o índice chegou bateu nos 95,93% dos habitantes. O Cerrito há um certo sentido até porque as chuvas afetaram 100% da população com o bloqueio na BR-282, mas o critério anunciado é para acessar recursos que devem vir do Governo Federal.


4,6% AFETADOS EM LAGES

Pelo levantamento apresentado na Amures, o município de Lages tem prejuízos de R$ 7.318.173,00 para um percentual de 4,6% da população afetada. Foi o terceiro município com mais pessoas afetadas pelas chuvas com 7.420 atingidos. Otacílio Costa com 9.500 pessoas afetadas (52.55% da população) foi onde a chuva mais castigou as pessoas e causou prejuízos que, somados, chegaram aos R$ 10 milhões.


POUCA GENTE E MUITA PERDA

Os dados de Campo Belo e Urupema chamam atenção. Houve 50 pessoas afetadas em cada município. Mas em prejuízos há um registro de R$ 3.400.000,00 em Urupema e outros R$ 5.500.000,00 em Campo Belo.

Otacílio Costa foi o município com o maior prejuízo causado pelas chuvas (R$ 10 milhões) e o maior número de pessoas atingidas (9.500 habitantes).

0 2866

Pense numa empresa que responde por quase um terço da movimentação econômica de uma cidade em termos de retorno de impostos. Acrescente-se a isso a geração de quase 500 empregos diretos (495 para ser mais exato). Adicione-se o fato de uma outra totalidade dessas de empregos indiretos.

Estamos falando da única unidade em Santa Catarina da Companhia de Bebidas das Américas – a Ambev, situada em Lages. Como é uma empresa que segue rigorosos padrões de segurança, visitá-la somente é possível em situações especiais. E na quarta-feira, 14, foi uma dessas ocasiões, a partir de convite para um grupo de profissionais de imprensa de Lages.


A EXPEDIÇÃO BRAHMA

A cerveja oficial da Festa do Pinhão convidou profissionais para uma inédita Expedição Brahma. A primeira parada foi na unidade da Cervejaria Santa Catarina Ambev, fundada em 1994 (inauguração em 15 de dezembro). Em seus 84.000 m² dedicados à produção cervejeira, foi possível conhecer setores como Processo de Cerveja, Packaging, Laboratório de qualidade e Degustação.

Conhecemos de perto a fabricação de algumas das cervejas de seu portfólio, como as variedades Brahma Chopp Pilsen, Brahma Malzbier, Brahma Extra (Lager, Red Lager e Weiss) e Chopp Brahma.


1.300 PONTOS DE CONTROLE DE QUALIDADE

A grande beleza por trás do processo de produção está na criatividade dos mestres cervejeiros que trabalham na combinação e na proporção exata dos diferentes ingredientes até chegarem nos sabores mais especiais. “Na Ambev, somos apaixonados por cerveja e cuidamos da qualidade dos nossos rótulos do campo ao copo. Nos preocupamos com todos os processos. Hoje temos cerca de 1.300 pontos de controle de qualidade e 376 análises ao longo do processo de produção de cada receita”, informa Thiago Otoni de Castro, Mestre Cervejeiro, que recepcionou os profissionais de imprensa em Lages. Ele e um segundo Mestre Cervejeiro cuidam de todo o processo de produção.

Thiago Otoni no ‘coração da unidade da Ambev’. É nessa central absolutamente automatizada que é feito o acompanhamento e controle da cerveja produzida em Lages


PRAZER EM FAZER CERVEJA

A Cervejaria lançou, no começo deste ano, a campanha “Quando você se sente INCRÍVEL, isso pede Brahma”. Quando algo acontece na sua vida, que faz você se sentir incrível, isso deve ser comemorado. Desde 2016, Brahma resgatou em sua comunicação o pilar principal para a marca: a qualidade e o prazer em fazer cerveja. Brahma é uma marca que entende de cerveja. Há 129 anos tem a mesma receita, feita com ingredientes selecionados e controle máximo de qualidade para entregar o seu famoso sabor marcante para o consumidor.

João Lucas Lima, que comanda a Regional Sul (PR, SC e RS) na área de comunicação da Ambev com o Mestre Cervejeiro, Thiago Otoni, da unidade de Lages. Chama atenção o perfil jovem no comando de áreas estratégicas da Companhia, numa evidência de política de valorização dentro da chamada meritocracia

Luíza Almeida Xavier ao lado de João Lucas Lima. Ela é responsável pela área de Gente & Gestão na unidade de Santa Catarina em Lages e confirma que rodízio de mão de obra na Ambev apresenta índices absolutamente baixos.



ALGUNS REGISTROS DA

EXPEDIÇÃO BRAHMA

Perdemos essa parte da expedição por causa do programa na Clube FM, mas aqui os colegas de imprensa brindam com a cerveja Made in Lages após conhecerem o processo de produção da bebida

Colegas de imprensa, mais na área de mídia digital, com João Lucas Lima, Diretor de Comunicação em SC, RS e PR da Ambev e o diretor da Koi Comunicação, Assessoria de Imprensa da Ambev para Santa Catarina, Rafael Almeida (agachado à direita)

O encontro dos profissionais da Ambev com grupo de imprensa de Lages permitiu um conhecimento mais amplo e claro do que a empresa representa em termos de produção na cidade

Os homens da Comunicação da Ambev João Lucas e Rafael Almeida com a colega Karla Cruz que tem atuação de imprensa em Lages e Curitiba/PR

No Backstage Brahma da Festa do Pinhão nos enturmamos com os colegas de imprensa e os responsáveis pela Expedição Brahma, como o diretor de Comunicação Regional Sul, João Lucas Lima


HARMONIZAÇÃO NO

RESTAURANTE BISTRÔ

Após conhecer ponto a ponto da cervejaria, os convidados seguiram para um jantar harmonizado, no restaurante Bistrô.

Ali foram experimentadas combinações das cervejas com  Salada Caprese (Brahma Pilsen), Fricassé de Frango (Brahma Extra Lager), Penne 4 queijos com pinhão (Brahma Extra Weiss), Purê de batata salsa com lascas de pinhão acompanhada de cubos de filé mignon (Brahma Extra Red Lager) e, para encerrar,  Fondue de Chocolate com Frutas (Brahma Malzbier).


Imagens: Nando Velho e Divulgação

0 281

Sabem aquelas reuniões do Orçamento Regionalizado da Assembleia Legislativa que aponta prioridades, define investimentos em regiões e isso nem sempre se torna realidade?

É para ser diferente essa situação, acabando o faz de conta que atendo por parte do Executivo, com a aprovação de uma PEC. A proposta de emenda à Constituição Catarinense quer destinar 1% da receita corrente líquida do Estado para os deputados determinarem a aplicação em demandas (obras) de forma impositiva.


GABRIEL É RELATOR DA PEC

Antes de subir para a Serra onde participa de agendas do feriado, inclusive a Festa do Pinhão, deputado Gabriel Ribeiro relata nesta quarta-feira, 14, dessa PEC que transfere aos deputados a tarefa da destinação do 1% de forma impositiva para obras e ações em SC.

 No registro ele comemora o encaminhamento com o colega Mauro de Nadal com Darci de Mattos (em pé) sintonizado na peleia


ARGUMENTO

Gabriel Ribeiro argumenta que são os parlamentares que têm o contato direto com as bases e conhecem as necessidades de cada município. Além disso, sustenta o deputado, as verbas serão indicadas pelos 40 parlamentares, sem distinção de cores partidárias. “É função do parlamentar fazer leis, fiscalizar o Poder Executivo e também indicar onde há necessidade de investimentos”.

0 252

Lages tem lei municipal que disciplina o tempo de 15 minutos de espera na fila de banco. Porém, nem sempre esse limite é atendido. Falta fiscalização e denúncias porque, se o assunto for para o Judiciário, os magistrados têm sido implacáveis. Observe a decisão de 2.º grau contra um banco de Floripa:

5ª Câmara Civil do TJ/SC confirmou obrigação de instituição bancária da Grande Florianópolis em submeter-se ao cumprimento de legislação municipal que regulamenta o tempo de espera na fila de atendimento. Decisão manteve também multa diária no valor de R$ 10 mil por descumprimento, em total que já alcança R$ 5,7 milhões desde que liminar foi deferida a pedido do Ministério Público, no curso de ação civil pública”.


BANCO RECLAMOU DO VALOR

Em sua defesa o banco foi ao TJ/SC alegando que atendia com qualidade e que a multa era exorbitante. Mas o desembargador Jairo Fernandes Gonçalves que relatou o recurso deu nos dedos da instituição, mantendo o montante e sua decisão obteve concordância dos pares da 5.ª Turma de Recursos no TJ/SC dando unanimidade ao decidido.


OCORRE QUE…

Em nome do corte de despesas com pessoal, os bancos têm exagerado no sistema eletrônico. Mas como existe serviços que somente podem ser executados na boca do caixa, a demora, às vezes, ocorre contrariando a norma. Em Lages há mais de uma instituição dando sopa para uma ação dessas. E a culpa nem é dos gestores locais, mas das limitações impostas pelo comando dos bancos em nome do lucro.

Lei municipal disciplinou tempo de atendimento nas agências bancárias em Lages. é uma norma que, se fiscalizada, impõe respeito dos bancos aos usuários.

5 5671

Todos os meses, pelos próximos 8 anos, a Prefeitura de Lages terá que casear R$ 60.000,00 para pagar um dos piores negócios da sua história. Porque a SC Parcerias emprestou e não doou o dinheiro para comprar o pedação de terra ali nos Índios, a dívida terá que começar a ser paga. Quando se vislumbrou o ‘negócio da china’ com a montadora de caminhões, as intenções até que eram boas. Instalava-se a fábrica que passaria a gerar retorno de impostos suficiente para pagar o terreno à prestação. A Sinotruk não veio, a prefeitura destinou a área para outro empreendimento e agora os pilas precisarão ser pagos.

A planta industrial da Sinotruk que virou miragem e agora se torna uma herança para os cofres municipais bancarem, mês a mês, 60 mil a 60 mil, todo começo de mês até 2025


GRUPO KOCH PROTOCOLA

PROJETO EXECUTIVO PARA O

LAGES BUSINESS PARK

Porque não tem nada a ver com as aventuras com o dinheiro público dos gestores estaduais e locais, o Grupo Koch segue firme na ideia de implantar o empreendimento Lages Business Park. Herdam para isso a área que era para ser da Sinotruk e que o município terá que pagar pila por pila até 2025. Nesse sentido, o diretor de negócios do Grupo Koch, Cristiano Santiago Vieira esteve em Lages para protocolar o projeto executivo do Lages Business Park. O projeto respeitou todo o processo de licitação exigido. O projeto segue para análise.

Santiago no protocolo entregando projeto daquilo que se pretende instalar em Índios


Sobre o Grupo Koch informações de Cris Menegon

0 610

Secretaria de Estado da Fazenda apresentou os dados prévios do crescimento (e encolhimento) dos municípios catarinenses que repercutirão na arrecadação de 2018. Trata-se do IPM – Índice de Participação dos Municípios, conjunto de critérios que norteará o repasse de recursos aos municípios. Lages registrou aquilo que poderíamos apontar economicamente como estagnação – sem aumento nem queda. Os dados apontam na verdade o que podemos chamar de encolhimento simbólico com 0,2% a menos em 2016 se comparado ao IPM de 2015. Em percentual parece uma besteirinha, mas em valores é um número que dá para considerar. No próximo ano, considerando essa redução de 0,2%, a prefeitura de Lages receberá do Governo do Estado R$ 207.454,11.

Lages ficou assim meio parada no tempo em termos de crescimento econômico, considerando o retorno de impostos, no ano de 2016


 OUTROS MUNICÍPIOS AINDA PIOR

Se Lages apresentou esse dado estagnado, sem crescimento na arrecadação pelo IPM, há outros municípios em situação pior. Jaraguá do Sul apresentou o pior crescimento entre os grandes. Recuou 13% comparando 2015 e 2016. Em valores terá um reflexo de R$ 17.477.001,86 a menos de arrecadação ano que vem. Joinville não teve percentual tão alto de redução. Apresentou -5,3% na sua arrecadação. Em valores absolutos terá R$ 20.797.530,91 a menos de retorno de impostos em seus cofres.


SÃO JOAQUIM É TOP SETE

Por causa do vinho, maçã e outros agregados, o melhor desempenho dos municípios da Serra Catarinense foi de São Joaquim no ano de 2016. O município terá um incremento de R$ 1,5 milhão na arrecadação ano que vem por conta do melhor desempenho da economia. Observe os dados dos municípios que mais cresceram em 2016:

Araquari deu o boom por causa da BMW e os demais municípios têm seus motivos para o incremento. No caso de São Joaquim com crescimento de 11,9% foi o conjunto de fatores da economia ligados à produção de vinhos, maçã, turismo, madeira e etc

0 880

Acil Jovem em parceria com extensões Estadual e Nacional dessa estrutura que reúne empreendedores realizaram uma das ações previstas para a semana do Feirão do Imposto 2017, que neste ano ampliou sua abordagem. Além de esclarecimentos à população sobre a alta carga tributária paga, os jovens empreendedores estão abordando o impacto da corrupção nos impostos pagos pelo cidadão. Promotor de Justiça, Jean Pierre Campos e o engenheiro Fabiano Ventura do Observatório Social, abordaram o assunto, dialogando com jovens empresários sobre órgãos de controle da administração pública.

Promotor de Justiça, Jean Pierre Campos, apresentou um panorama da situação política brasileira dos últimos 11 anos. Jean Pierre que tem experiência na atuação de combate à corrupção inclusive sendo um daqueles que atuaram pelo MP na investigação da Operação Águas Limpas em Lages no ano de 2014


DIFERENCIAR ISTO DAQUILO

O promotor comentou, também, que a corrupção existe como fato social e que cabe à justiça qualificar cada ato. “Existem atos de corrupção que nem sempre são criminosos. Todos nós já realizamos atos de corrupção, um exemplo de ato grave é quando um agente público cobra propina, outro menos grave é furar a fila, no entanto, ambos são corrupção”.


‘QUEM MAIS PAGA É

QUEM MENOS GANHA’

Presidente do Observatório Social de Lages, Fabiano Ventura, explicou que o Feirão do Imposto surgiu em Santa Catarina há 15 anos. Hoje acontece em mais de 20 estados e 100 cidades brasileiras. Esse ano o lema é cidadão brasileiro contra a corrupção e a favor da eficiência na gestão dos recursos. Ventura explicou as diferenças entre os tributos e mostrou que diferentemente dos países desenvolvidos, o Brasil possui 44% dos impostos embutido nos itens de consumo. “Quem mais paga é quem menos ganha”.

Fabiano Ventura, do Observatório Social de Lages e as informações sobre a elevada carga tributária aos jovens empresários


EM TEMPO

Na programação da semana do Feirão de Impostos estava prevista uma caminhada neste sábado em Lages. A programação foi adiada por causa do mal tempo.



TEATRO EM LAGES:

O QUE VEM POR AÍ

Roger Andrade, produtor cultural de Lages compartilha as novidades que estão programadas para os próximos dias no Teatro Marajoara!