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Asilo Vicentino: 100 anos e precisando de ajuda

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Uma interna do Asilo Vicentino tem 107 anos de idade. Encontrei-a comendo canjica com leite num dos dois refeitórios femininos ali existentes. Ela tinha 7 anos quando o Asilo Vicentino foi criado lá em 1917. No ano que completa seu centenário – e poucos instituições em Lages atuam há tanto tempo – ideia da diretoria é fazer com que a sociedade tenha cada vez mais conhecimento sobre o trabalho ali desenvolvido. George De Bona, presidente do Asilo desde agosto do ano passado, faz questão de compartilhar informações e desafios. “Sinto-me gratificado por poder ajudar nesse trabalho”, aponta o empresário que sempre arruma um tempinho para receber aqueles que querem conhecer o trabalho e, na medida do possível, ajudar.


PROGRAMAÇÃO DO CENTENÁRIO

Nos próximos dias acontecem reuniões para definir uma programação especial do centenário do Asilo Vicentino que culmina com a festa. Essa festa é importante porque é da rifa e da venda dos churrascos que se consegue boa parte dos recursos para ajudar manter a instituição. “É importante comemorarmos para mostrar à comunidade o trabalho até porque poucas instituições chegam ao centenário”, confirma Zilda Furlan Figueiredo, ela que é a Diretora do Asilo.


OITENTA E UM INTERNOS

Atualmente o Asilo Vicentino conta com 81 hóspedes. São 49 mulheres e 32 homens. Quando visitamos a estrutura, um senhor estava chegando para se integrar ao grupo. A estrutura é mantida da contribuição dos próprios idosos (através da aposentadoria), além de convênios e doações da comunidade, inclusive através da festa. “Além da contribuição do benefício de aposentadoria deles, todo mês são necessários mais R$ 20 mil para manter toda estrutura. E temos que sempre dar um jeito de resolver isso”, aponta o presidente George De Bona.


ADEQUAÇÃO AO MARCO

Nesta semana o Asilo Vicentino entrega documentação à Prefeitura de Lages. Não está livre daquilo que prevê o novo Marco Regulatório, mas tem algumas vantagens pelo caráter emergencial em função do trabalho que desenvolve. “É o burocrático e temos que nos adequar”, confirma a diretora Zilda Furlan.


ESSAS AJUDAS QUE SEMPRE

CHEGAM EM BOA HORA

Presidente George De Bona havia feito contato para pedir a divulgação da conta bancária do Asilo para que as pessoas ajudassem a comprar dois aparelhos de TV de 32 polegadas cada. Intenção é colocar os aparelhos nos refeitórios femininos (o masculino já tem). Assim, enquanto se alimentam, as idosas podem assistir televisão. Ao passar os olhos sobre o pedido aqui na página, de imediato secretário Celso Calcagnotto fez contato conosco de Floripa. Pediu que providenciasse um dos aparelhos. Um dos refeitórios femininos já tem TV. Falta apenas aparelho para o outro refeitório. Assim, quem quiser e puder ajudar, pode depositar direto na conta do Asilo ou levar a doação pessoalmente, entregando à diretora Zilda ou ao presidente George. Qualquer valor é sempre bem vindo!

A gente sabe que se tem uma coisa que Celso Calganotto não faz é tentar aparecer. Mas a gente registra a providência da doação de um aparelho de TV ao Asilo até para servir de exemplo para que outros também o façam. Faz uma diferença enorme para a clientela que está lá na instituição!


CONTA DO ASILO

Se você quiser fazer doação para a compra de um segundo aparelho, o banco é o Sicredi, agência 0268 e conta 34504-0.



IMAGENS DO ASILO VICENTINO

George De Bona e a diretora Zilda Furlan com o aparelho de TV para alegrar um pouco as idosas internas do Asilo

Aqui a ala masculina dos idosos recebendo refeição. Eles são em 32 ao todo!

Aqui é o refeitório das idosas (na canjica com leite de cardápio) onde ficará um dos aparelhos de TV



UM PEDIDO PARA A UNIFIQUE

Se alguém puder fazer um meio campo. A TV do refeitório masculino funciona com ajuda de uma antena interna. A operadora de TV por Assinatura em Lages – Unifique – bem que poderia doar uma assinatura daquelas bem básicas (RBSTV, SBT SC, Band SC, Record…) para dar mais qualidade à imagem nos aparelhos que os idosos assistem e assistirão no Asilo.

Atualmente a imagem é satisfatória da TV. Mas a antena interna ainda depende da ajuda do bom bombril para garantir a imagem!

Ajude! Banda lageana quer gravar na Sony Music

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Banda Catarse está participando do concurso EDP Live Bands que é promovido pela empresa EDP Energias do Brasil. O concurso em questão proporciona a gravação de um álbum produzido pela gravadora Sony Music Entertainment Lda e a participação no Nos Alive’17 em Portugal, um dos maiores festivais da Europa.


COMO AJUDAR

A primeira fase do concurso consiste em votações no website da promoção, através de login via facebook ou e-mail. As 10 bandas com mais votos passarão à próxima fase. As votações se encerram na sexta-feira da semana que vem, dia 24.


ASSIM

Se você puder ajudar, vão lá os caminhos:

Para votar na Banda Catarse acesse aqui

O link da banda no face é este aqui!

Boa sorte ao Luan, João Mário e todos os guapos da Catarse!


CONHEÇA MAIS A

BANDA CATARSE

Buscamos na página especializada o subsolo um perfil da Banda Catarse para você:

Catarse é uma banda de Rock de Lages. Atualmente é formada por Leandro Veiga (Voz), João Mário (Baixo), Luan Dondé (Guitarra/Voz) e Lurian Furtado (Bateria), a Catarse, nome que trás consigo um significado traduzido ao âmbito musical despertar o estado emocional em seu ápice, foi criada em 2015 com a mistura de integrantes de bandas covers da cidade. Na ocasião, com a proposta única e exclusivamente de produzir sons autorais.

Lages pode perder central de regulação do SAMU?

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SC possui atualmente oito centrais de regulação do SAMU: Florianópolis, Criciúma, Joinville, Lages, Blumenau, Balneário Camboriú, Joaçaba e Chapecó. São nesses municípios que profissionais atuam recebendo ligações, aplicando um protocolo, inclusive com acompanhamento de médico, para decidir entre enviar uma equipe (com médico e ambulância) ou apenas orientar por telefone. Os serviços do Samu não correm risco. Serão mantidos, inclusive porque existe uma parceria tripartite entre Governo Federal, Estadual e Prefeituras. O problema está na decisão de cortar gastos e que representa a redução de oito para quatro centrais de regulação.

Atualmente são oito centrais em SC


LAGES PERDERIA CENTRAL

Pela geografia da decisão, as ‘centrais sobreviventes’ seriam de Florianópolis, Blumenau, Joinville e Chapecó. Lages deixaria de ter sua estrutura que atende a parte central do Estado, principalmente a Serra. Com isso, seria uma Central de Regulação de Chapecó que atenderá as demandas de Lages e da Serra. Significa que um médico, um profissional de saúde que desconhece a região, irá decidir entre enviar ou não ambulância, assim como gerir a frota aqui da Serra.

Samu tem protocolos prévios antes de deslocamento de equipe, mas o conhecimento nessa retaguarda é fundamental


QUEM DECIDE ESSA QUESTÃO DE ONDE

FICAM AS CENTRAIS DE REGULAÇÃO?

O que diz o próprio portal do Samu a respeito:

“A distribuição das Centrais de Regulação, das Unidades de Suporte Avançado de Vida (UTI Móveis) e das Unidades de Suporte Básico de Vida seguiram critérios estabelecidos pelo Gestor Estadual, no caso das Centrais de Regulação e das Unidades de Suporte Avançado de Vida (UTI Móveis), e pelos gestores municipais organizados regionalmente para a distribuição das Unidades de Suporte Básico de Vida, sendo que a configuração inicial foi detalhada no Plano de Atenção às Urgências do Estado de SC”.

Ou seja, a decisão é técnica/política!


AINDA

Caso a Central de Regulação de Lages seja desativada, estamos falando ainda – não bastasse a questão técnica de atendimento às pessoas – em no mínimo 40 pessoas perdendo seus empregos. Daí a importância da manutenção da Central em Lages pela questão geográfica operacional e outros fatores a serem considerados!

Aeroporto C. Pinto: Ponderação de quem entende

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Claudio Lemes Louzada, que tem um conhecimento técnico sobre a questão relacionada a operacionalização de aeroportos pondera:

“Não entendi a declaração do gerente de Expansão da Infraero, “explicou que a homologação será para operação visual, mas isto não impede que sejam utilizados instrumentos quando necessário”. Ou o aeroporto opera visual ou opera por instrumento. Não existe meio termo! Como será utilizado instrumentos quando necessário, se não há nada instalado e ou homologado? Mágica?”


LOUZADA PONDERA QUE…

“O empresário do setor de aviação (investidor/proprietário da empresa aérea) está sempre atento as condições meteorológicas de qualquer rota. Não é interessante, nem financeiramente rentável, ter a aeronave retida por fatores meteorológicos. Existe um planejamento diário sobre aquela aeronave. Ela precisa voar e assegurar um faturamento mínimo diário. Por isso faz parte do planejamento do aeroporto a confecção de uma carta de aproximação e pouso, e outra de decolagem, baseadas nas informações do GPS, (RNav), sistema global de posicionamento dos Estados Unidos (USA). É a chamada operação por instrumento”.


AINDA

As informações do GPS (RNav) são livres para ser usadas e principalmente sem  taxas  e sem a manutenção caríssima dos antigos equipamentos afixados no solo do aeroporto como o NDB (Non-Directional Beacon) Rádio Farol Não Direcional, tecnologia de 1923 (…). O GPS simplesmente é livre, grátis. O GPS assegura a normalidade de operações de pouso e decolagem com sol ou chuva, durante o dia ou à noite. Com a entrada (operacionalidade) da constelação Europeia de Satélites, o Galileu em 15 de dezembro 2016, o sistema triplicará sua eficiência operacional em poucos anos, igualando sua precisão ao ILS, Instrument Landing System, dos aeroportos internacionais. Serão 30 satélites ao todo, sendo que 8 estão em órbita desde 2015.


POR FIM

“Os trabalhos de instalação de um NDB (Non-Directional Beacon) Rádio Farol Não Direcional, tecnologia de 1923, em Correia Pinto é totalmente ultrapassado e um desperdício completo ao erário do Estado de Santa Catarina. É ultrajante essa instalação. Ou Correia Pinta opera por instrumento GPS (R-Nav) ou então os voos devem permanecer em Lages até Correia Pinto se tornar realmente um aeroporto do século 21, porque aeroporto sem voo por instrumento, não é aeroporto, é simplesmente mais um aeródromo”!

Significa que tem gente bem sintoniza às questões de operacionalização do aeroporto de Correia Pinto. Gente que pode opinar, orientar s sugerir. Até para não ficar pronta uma estrutura e não ter avião para utilizá-la!

Acil e Infraero discutem aeroporto de C. Pinto

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Diretores da Acil receberam Huelinton Rodrigo Wenceslau, gerente de Expansão de Infraestrutura da Infraero Aeroportos, empresa pública responsável pela administração dos principais aeroportos do País. Segundo Wenceslau, uma comitiva da Infraero veio a Correia Pinto, a convite do Governo do Estado, para realizar uma análise da viabilidade econômica e técnica para operação do Aeroporto Regional em Correia Pinto.


RECEIO DE TRANSFERÊNCIA DO

VOO DE LAGES PARA C. PINTO

Os empresários lageanos apoiam a operação do Aeroporto Regional, mas demonstraram preocupação com relação a transferência dos voos de Lages para Correia Pinto. “Apesar do horário do voo não nos permitir um bate volta, temos voos confiáveis. Tememos a transferência para Correia Pinto e a falta de instrumentos que garantam os pousos e decolagens inviabilize os voos”, ponderou Anderson de Souza.


MAS

O gerente de Expansão da Infraero explicou que a homologação será para operação visual, mas isto não impede que sejam utilizados instrumentos quando necessário. “Caso a Infraero venha a fazer o convênio com o Governo do Estado, tem condições de realizar a melhora de equipamentos”, declarou Wenceslau.

Anderson Souza (esquerda) da Comissão Pró Voo da Acil e Sadi Montemezzo ouvem o gerente da Infraero. Jornalista Onéris Lopes (Amures) acompanha a prosa e anota informações


FALTA APENAS 10% DA OBRA

Com relação ao que falta ser concluído para que o aeroporto possa operar, o representante da Infraero informou é necessário definir quem será o responsável pela conclusão, se o Governo do Estado, a União ou a Infraero. Segundo ele, faltam apenas 10% da obra para ficar pronto e acredita ser possível concluir, com folga, em 3 meses.

Aeroporto de Sulfurosas no caminho entre Lages e Correia Pinto está com 90% das obras executadas


DA ACIL

Presidente Sadi Montemezzo, ressaltou o apoio da entidade. “Acreditamos que há demanda para este aeroporto e que se houver mais voos diários poderemos desenvolver outros setores da economia serrana”.

Recentemente o secretário João Alberto Duarte (ADR) fez uma vistoria in loco para anotar pendências na pista do futuro aeroporto cuja obra foi planejada fazem quase 20 anos


Informações: Sheila Rosa (Acil)

Imagens: Sheila Rosa e Pablo Gomes (ADR)

Coruja na Acil: ‘Empresários deveriam cobrar mais de Colombo’

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Convidado para a reunião da diretoria da Acil nesta semana, deputado Fernando Coruja falou aos empresários sobre sua atuação no legislativo catarinense, principalmente sobre questões da saúde. Ele fez duras críticas ao governo Colombo. “Acho que o Governo de SC deve muito para Região Serrana (…). Aqui na região não teve nenhuma grande modificação. Falta uma ação que pudesse mudar o destino econômico da nossa região”. Coruja apontou que os empresários deveriam cobrar mais do governo.

Fernando Coruja na prosa com integrantes da diretoria da Acil nesta semana em Lages


ATUAÇÃO PARLAMENTAR

Dentre as propostas que Coruja defende, ele falou sobre a criação da fila pública, que nada mais é do que tornar pública as listas de espera dos pacientes que aguardam por consultas com especialistas, exames e cirurgias na rede pública de saúde do estado. O deputado é relator do projeto de lei de autoria do deputado Antonio Aguiar (PMDB), que dispõe sobre  esse assunto.


E…

Segundo Coruja, com esta lei, o SUS ficará obrigado a obedecer a ordem de inscrição e a divulgar as listas por meio eletrônico e impresso e com acesso irrestrito. A medida visa evitar que pessoas furem a fila e prejudiquem outras que também estão a espera de cirurgias e exames.


PEDIDO SOBRE A BR-282

O empresário Celso Arcanjo Rosa aproveitou a oportunidade para pedir apoio do deputado nas melhorias da BR-282, como a criação da terceira faixa. Coruja comprometeu-se a dar uma olhada no que for possível, visto que é uma questão que diz respeito ao âmbito federal.


Informações e imagem: Puel Assessoria de Imprensa

‘Estado de saúde’ de Lages não é dos melhores

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Secretária Odila Waldrich conversou com o repórter Daniel Goulart em entrevista veiculada no programa A Hora da Corneta (Clube 98,3). A Secretária de Saúde respondeu sobre uma situação que envolve a não entrega de medicamentos a pacientes (mesmo aqueles que dependem da medicação em caráter de urgência). Odila disse na entrevista que a Secretaria de Saúde não tem medicamentos e nem materiais diversos. “Até material de expediente está em falta”, apontou. Numa reportagem do Correio Lageano da jornalista Andressa Ramos sobre falta de atenção a um idoso, a Secretária da Saúde confirma a dificuldade e admite que faltam fitas para exames de glicose e até sondas.


QUESTÃO DE LICITAÇÃO

O argumento da Secretária Odila Waldrich é de que há uma licitação em andamento para compra de medicamentos e esses materiais (fitas, sondas, etc). O problema é que se passaram 75 dias da nova administração (dois meses e meio!) e nada de desdobramento do processo licitatório (em que pese tenha que se admitir que ele é relativamente demorado).


SOLUÇÃO EMERGENCIAL

Entretanto, a administração pública teria uma alternativa, para caso de demora de licitação e necessidade urgente de produtos como medicamentos. Basta instruir uma dispensa de licitação devidamente justificada que atenderia essa demanda de urgência, sem deixar pacientes que dependem do poder público à mercê.

Secretária de Saúde, Odila Waldrich e a dificuldade de atender demandas urgentes na área por falta de medicamentos e materiais diversos


OUTRA NOTÍCIA CHATA

Assistindo o RBS Notícias da noite de terça-feira, jornalista Eduarda Demeneck fez reportagem sobre a novela que envolve a demora da obra da UPA atrás da rodoviária. Pelo noticiado, a prefeitura poderá até ter que devolver dinheiro recebido pelo início da obra (valor superior a R$ 1 milhão). Sem contar que os recursos do Ministério da Saúde podem deixar de continuar custeando a obra da UPA.

A Saúde em Lages, portanto, não passa bem!