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Lages: Campinhos nos bairros à mercê

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Imagem no bairro Novo Milênio mostra a necessidade de maior atenção à infraestrutura do esporte amador em Lages. A própria comunidade colocou a mão na enxada para limpar e manter o campo. “Mas queremos pedir que poder público também faça sua parte. Ajude naquilo que comunidade não tem condição de fazer como areia, pois se passou um ano da nova gestão e nem um metro de areia foi colocado”, aponta o presidente da Associação de Moradores Iradi Ribeiro.

ESCOLINHA

Ele lembra que uma escolinha para crianças funciona ali aos sábados. Daí a necessidade de ter um campo mais estruturado. “Aplaudimos a iniciativa de trazer os Jasc, Copa Brasil de Vôlei etc….Mas por favor gestores, não esqueçam da nossas quadras esportivas que estão em estado crítico. É nos bairros que vive nosso povo que mais precisa de ações públicas”, conclui Iradi, com toda razão.

Comunidade não aguardou a prefeitura para fazer a capina, mas nem areia a FME, naquele trabalho de fomento ao esporte amador está viabilizando através de parcerias com outras secretarias.

 

UMA ‘INVENÇÃO’ PARA 

AJUDAR O TCHÁ TCHÁ

Ano passado um problema recorrente em Lages foi a falta de cuidados na roçada em canteiros de ruas e avenidas. Muita gente reclamou por causa da falta de rede de proteção que impedisse que pedregulho saltasse em veículos. O internauta Dinei envia a imagem abaixo com o seguinte recado:

“Mostra aí para o secretário Tchá Tchá. A rede é fixada e nem precisa de mais um servidor. Coisa segura, serviço bem feito e sem riscos. Talvez o secretário não saiba que isso existe. Fica a dica”.

Uma visão sobre o minguado PIB lageano

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Atento ao movimento das questões locais, Walmor Neto, compartilha conosco opinião e visão sobre o relatório da Fecam sobre o PIB de cada município, que abordamos aqui na página. “Esperei para ler o que as autoridades locais iriam comentar sobre este assunto”, cita Dr. Walmor, frustrado pelo ‘silêncio dos inocentes’.

O QUE ELE APONTA

O setor de serviços é realmente importante, por que não depende do setor público. É o espirito empreendedor do lageano que move este setor, pois há percalços imensos a serem vencidos. Parabéns. O setor industrial já depende do setor público, por isso acho que a implementação de um parque industrial será moroso. Necessita de incentivos de toda ordem, pois concorre com municípios mais estruturados.

ECONOMIA PRIMÁRIA

O setor agropecuário é o nato desta região. Porque se encontra nesta situação? Pelo lado do produtor se percebe certa tranquilidade. Tínhamos um frigorifico de abate bovino, tínhamos um laticínio exemplar, tínhamos uma estação de piscicultura, tínhamos armazém e câmara frigorifica (fruticultura). Com a incerteza de entrega da matéria prima, o produtor optou por outros caminhos como por exemplo o cultivo de florestas exóticas. Como a maturação destas floretas é acima de 25 anos, temos um período de inatividade muito grande, assim por consequência uma diminuição do PIB. A outra opção é o turismo rural, porém este por falta de infraestrutura, divulgação, ensino técnico para o setor, falta de investimento e de eventos, estagnou.

O FATOR FEBRE AFTOSA

Outro fator que afetou o setor pecuário foi que SC tornou-se um estado livre da Febre Aftosa. Obviamente que trouxe benefícios, porém trouxe uma dificuldade, como o de intercâmbio comercial com outros Estados. Hoje existe uma esperança na fronteira agrícola, a Coxilha Rica, só que grande parte desta região se encontra no município de Capão Alto. Hoje o agricultor tem um grande apoio da Cooperativa do Planalto.

FALTA DE AÇÃO PÚBLICA

E por fim no setor agropecuário há necessidade intensa do apoio público, no que se refere a infraestrutura e financeira. A Secretaria de Agricultura do Estado e a do município há décadas abandonaram a região. As estradas vicinais carecem de trafegabilidade permanente para escoamento, dependendo de empresas privadas, convênio, para executar o trabalho. Temos na região excelentes técnicos, infraestrutura de laboratórios de alta qualidade, uma universidade de conceito A, porém aonde estão os resultados (significativos) aplicáveis na produção?

FALTA DE PREOCUPAÇÃO PÚBLICA

No que se refere a recursos, bem aí nem para remédio, muita burocracia e a falta de verbas alocadas para as diferentes atividades. Juros a patamares impagáveis. São poucos os empresário do setor que podem autofinanciar seus projetos. E quanto ao poder político não observo nenhum movimento. Não observo que o poder político esteja preocupado com este dado do PIB. Somos poucos eleitores. Entidades representativas sem poder político e financeiro significativo para mudar a realidade. Vamos precisar de uma revolução neste setor agropecuário se quisermos acompanhar o desenvolvimento deste setor no país.

Contraponto à questão da falta de infraestrutura no interior vem da sequência de obras prevista e em execução com recursos estaduais na ordem de 10 milhões de reais. Os trabalhos têm sequência neste mês de janeiro.

Atropelada no Calçadão precisa de ajuda

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Janaína Antunes Corrêa foi a vítima mais grave da sequência de atropelamentos nos Calçadões de Lages registrados na primeira sexta-feira de dezembro do ano passado. Ela acabou sendo atropelada por um motorista que invadiu os calçadões e depois acabou sendo morto pela PM por ter esboçado reação portando uma faca. Ela sofreu politraumatismo e atualmente seu quadro necessita de cuidados.

BUSCA DE AJUDA

A família de Janaína está fazendo uma mobilização. O objetivo é reunir 25 mil reais para custear o tratamento que amenize os problemas decorrentes do acidente. Para quem puder ou quiser ajudar, bastante efetuar o depósito de qualquer valor na conta da Caixa Econômica Federal, cujos dados seguem:

Agência: 0420

Operação: 013

Conta: 00219879-2

Janaína foi a vítima mais grave, que aparece nesse registro sendo atendida pela equipe do Samu de Lages. Ela ficou com algumas sequelas, segundo a família, carecendo por isso de tratamento, razão pela qual se busca ajuda da comunidade

Serra: Moacir Ortiz assume no Cerrito

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Cumprindo o segundo mandato como prefeito no Cerrito – e com o mesmo vice – Arno Marian passou o cargo a Moacir Ortiz. Gesto que evidencia a boa relação política também na República do Feijão Preto aqui na Serra Catarinense. Desde o dia 9, Ortiz administra o Cerrito até o final de janeiro, enquanto Marian toma um fôlego na expectativa de um ano de ações.

Moacir Ortiz e Arno Marian nesse registro da metade do ano passado quando precisaram administrar o fato do Cerrito ter ficado isolado de Lages pela queda de barreira na BR-282, problema devidamente superado. Ortiz que é vice, administra o Cerrito até o final do mês

 

PREFEITO REASSUME EM BOCAINA

Depois de uma folga relâmpago o prefeito Luiz Carlos Schmuller retornou ao comando da prefeitura de Bocaina do Sul. O retorno foi na manhã desta segunda-feira, 15. Nesse período de de atuação como interino, o vice Valmir Martins Luciano promoveu melhorias no trânsito na avenida João Assink, centro do município, acompanhamento na limpeza dos cemitérios focando a eliminação de focos de dengue. No setor administrativo cobrou celeridade e agilidade no setor de licitações nesse inicio de ano.

Médico Valmir Luciano assumiu interinamente em Bocaina enquanto Schmuller tomou um fôlego por 10 dias

Eleições 2018: PMDB e PSD estão no trecho

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Matos Costa, Calmon, Caçador, Videira, Fraiburgo,  Lebon Regis, Santa Cecília, Ponte Alta Do Norte, Curitibanos, Monte Carlo, Pinheiro Preto, Ibicaré, Treze Tílias, Água Doce, Catanduva, Luzerna e Rio das Antas.

Esses municípios integraram o primeiro roteiro do ano do pré-candidato ao Governo do Estado, deputado Mauro Mariani. A peregrinação foi acompanhada pelo deputado Cobalchini. Antes que alguém aponte hipótese de campanha antecipada, o roteiro tem como foco o contato com prefeitos para discutir emendas parlamentares para 2018.

Jornalista Marcelo Tolentino compartilha conosco a informação e a imagem e Cobalchini e Mariani apeando do veículo numa das paradas no roteiro da segunda semana do ano pelo Meio Oeste de SC.

 

E NO PSD COMO

ESTÃO AS COISAS?

Houve uma desacelerada do deputado João Rodrigues naquele plano de ser o nome alternativo do PSD ao Governo Catarinense neste ano. Não significa que ele desistiu da ideia. Os recessos de virada de ano e a pauta do julgamento na primeira semana de fevereiro contribuíram para a esfriada na disputa interna dentro do PSD.

SOBRE O JULGAMENTO

João Rodrigues terá seu recurso julgado provavelmente dia 5 de fevereiro porque dia 12 prescreveria a chamada pretensão punitiva. Com isso, a retomada da cruzada para ser o cara do PSD deve se intensificar (ou não) somente após a decisão do STF sobre o processo que o parlamentar responde por uma denúncia nos tempos que era vice-prefeito em Pinhalzinho.

Enquanto isso, o PSD continua contando, de certeza, com Merísio para a disputa do pleito deste ano, projeto que inclusive tem adesão de várias siglas. O registro acima é de arquivo nos tempos que ambos os nomes do PSD (e do Oeste) estavam de bem até que João Rodrigues (direita) resolveu ir para o trecho para tentar consolidar o nome como alternativa ao Governo pelo mesmo partido de Merísio.

Maneca completará 70 anos de Rádio Clube

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“Parabéns parceiro, lenda vida do rádio lageano, por mais um ano de vida e pela parceria com a Rádio Clube de Lages”.

As palavras do diretor presidente do Grupo SCC, Roberto Amaral, reverenciam aquele sobre o qual ele mesmo disse: a lenda viva do rádio lageano. A referência é ao comunicador Manoel Corrêa, o Maneca, que comemorou 85 anos de vida. Nascido em Gaspar, Maneca tem uma história bonita, inclusive resgatada recentemente em seus escritos no Jornal Correio Otaciliense, pelo advogado João Carlos Matias.

HISTÓRIA NA RÁDIO CLUBE DE LAGES

Maneca começou na Rádio Clube de Lages no dia 1.o de setembro de 1949, apenas seis dias depois da entrada em operação da emissora. Para se ter ideia do que isso significa, em setembro do ano que vem, o radialista completará 70 anos de atuação na mesma emissora de rádio, a Rádio Clube FM, onde tem seu programa Alma Cabocla.

Este registro mostra Maneca com o diretor presidente, Roberto Amaral e a imagem à esquerda do saudoso Carlos Joffre do Amaral, com quem o locutor começou a trabalhar em setembro de 1949.

 

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