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Águia 04: Não faltou planejamento à PM

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Todas as aeronaves da Polícia Militar de Santa Catarina estão no estaleiro. São dois aviões e três helicópteros, inclusive o Águia 04 que atende Lages e a Serra Catarinense. E uma nota oficial da Polícia Militar procura esclarecer o assunto.

OCORRE QUE…

O helicóptero Águia 04, por exemplo, está sem atividade em Lages porque falta uma peça chamada FCU – Fuel Control Unit. Chegamos a escrever, pelo que dá a entender a nota da PM, que faltou planejamento para prever a necessidade da peça. Mas corrigimos porque não faltou planejamento. Informação que chega é de que desde maio foi feita a solicitação.

Em momento algum a nota informa que as aeronaves foram ‘encostadas’ por falta de dinheiro. Porém, a informação é de que só se providenciou seguro e aquisição das peças depois que a imprensa, especialmente o jornalista Moacir Pereira (DC), colocou o assunto em evidência.


PROBLEMA É FALTA DE DINHEIRO

Essa mensagem abaixo, que a gente resguarda a fonte, relata que a PM não deixou de pensar com antecedência sobre a reposição da peça FCU:

“… Quanto ao FCU do Águia 04, a peça está sendo pedida desde maio de 2017 pela equipe de manutenção, justamente como se faz em 30 anos de operação para evitar que o equipamento parasse. Acontece que essa peça não chegou a tempo. Qual razão? Falta de dinheiro. É procedimento nosso pedir itens necessários para manutenção com uns 6 meses de antecedência. Porém estamos esbarrando na falta de repasse. Aliás, falta de repasse não, porque esse dinheiro para manutenção, combustível e peças foram depositados no começo do ano, porém em janeiro ou fevereiro, a Secretaria da Fazenda retirou mais de 50% do orçamento, para depois ficar depositando a conta gotas”.

Portanto não tem nota oficial que justifique. O pecado não é do pessoal da PM, mas lá embaixo, de quem cuida do cofre. Ou deveria cuidar para evitar essas falhas!

Coruja e Gabriel travam embate na Alesc

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Deputados Coruja e Gabriel Ribeiro protagonizamembate na Alesc. Enquanto Gabriel lidera a bancada em defesa das ações e dos números positivos do Governo do Estado, Coruja tem mantido a postura crítica e combativa em relação às ações (e faltas delas) do conterrâneo Colombo.

SOBRE DADOS POSITIVOS

Na discussão sobre as pesquisas que mostram uma Santa Catarina de excelência, Coruja não aparteou o deputado Gabriel. Optou por voltar à carga. Admitiu que a Saúde e a Segurança são melhores que em outras partes do País, que o Estado é o melhor para viver. Porém, ressaltou que uma coisa são as ações de governo e outra são as do povo, e enfatizou que as pesquisas se referiam às coisas do povo. Ou seja, não é o governo, mas o povo que sabe fazer as coisas darem certo. Nesse caso, a colocação de Coruja soa um pouquinho estranho: Quando o Estado não vai bem, a culpa é do governo; quando vai bem é virtude exclusiva do povo.

‘ÍNDICES NÃO SÃO TÃO BONS’

Deputado Coruja discordou da leitura que os aliados do governo fazem desse Ranking de Competitividade dos Estados. Disse que é preciso analisar os dados do ranking com mais profundidade. Fazendo análise do conteúdo divulgado, Coruja alertou que “este mesmo relatório mostra que em eficiência da máquina pública o Rio Grande do Sul está em primeiro lugar, mas está parcelando salário e Santa Catarina está em sétimo (…). Minha preocupação é com as contas públicas, o resultado fiscal e o resultado nominal estão piorando”.

O debate não foi em comissão (foto), mas em plenário da Alesc, onde Gabriel Ribeiro e Coruja se posicionaram de forma antagônica em relação a dados de SC. Na análise do copo com metade de água, numa metáfora ao Governo Colombo, deputado Gabriel vê o copo meio cheio e Coruja, meio vazio.

Gabriel lidera posição em defesa do Governo

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PSD e PT têm pensamentos diametralmente opostos, mas nesta semana os pessedistas lançaram mão de táticas petistas para contra-atacar: em bloco e de maneira articulada.

FOI ASSIM

Munido de dois estudos nacionais, deputado Gabriel Ribeiro subiu à tribuna da Assembleia para rebater o conterrâneo Fernando Coruja sobre críticas, especialmente em relação à Saúde. Mostrou a segunda edição do Ranking de Competitividade dos Estados, produzido pelo Centro de Liderança Pública, que mostra o avanço do Estado de sétimo lugar, em 2011, para o segundo, no ano passado.

SOBRE A PESQUISA

Esta pesquisa é considerada a mais completa do gênero no país. Segundo ela, SC conseguiu melhorar a nota geral no levantamento pelo seu desempenho em duas áreas cruciais: segurança pública e infraestrutura, que têm maior peso na pesquisa. Além disso, o Estado deu um salto nos quesitos de solidez fiscal e potencial de mercado.

OUTRA PESQUISA

Mesclando seu discurso com apartes dos colegas de bancada Darci de Matos, Jean Kuhlmann e Ismael dos Santos, o deputado serrano acelerou com outra pesquisa, da Marcoplan, sobre qualidade de vida no país. Por este ranking, SC só fica atrás de SP. Santa Catarina lidera em Saúde, Desenvolvimento Econômico e em Desenvolvimento Social, e o Estado fica bem posicionado em Segurança, Institucional, Infraestrutura, Educação, Juventude e Condições de Vida.

Deputado Gabriel lidera os contrapontos, com ajuda da bancada do PSD, sobre críticas às ações (e a falta delas) do Governo do Estado

Morro Grande terá mais 4 anos de exploração

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Cumprindo a legislação, a empresa Britagem Gaspar está tornando público que protocolou na Fatma e obteve desse órgão a renovação da chamada LAO – Licença Ambiental de Operação. A autorização é para exploração (retirada) de basalto do Morro Grande de Lages.

O QUE ISSO SIGNIFICA?

Significa, portanto, que todas aquelas reclamações e questionamentos sobre a possibilidade ou não de se tirar material do morro, estão respondidas com essa licença da Fatma. Até o ano de 2021 a empresa poderá continuar operando na retirada do material, naquilo que depender do órgão ambiental de SC.

Esta imagem aérea é do Matheus Schmitt da empresa 3MS Drones e dá uma ideia de como está o Morro Grande, cuja autorização para exploração de rocha basalto está renovada



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Ladrões usam motosserra para carnear gado

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Mistura de banditismo e judiaria, evidencia como está a insegurança nas propriedades do interior na Serra Catarinense. Fato aconteceu na tarde da sexta-feira, 15, no interior do município de Painel, numa propriedade próxima ao rio Lava Tudo, divisa com São Joaquim. Depois de estudarem o local, aproveitando-se do descuido do proprietário, ladrões invadiram uma fazenda, onde abateram duas cabeças de gado. Um touro reprodutor e um segundo bovino foram alvos dos bandidos.

MOTOSSERRA

De acordo com informações, os ladrões teriam usado motosserra para cortar as partes dos animais abatidos, acelerando assim a providência para carregar a carne. Nesse caso, o dono se quer registrou a ocorrência na Delegacia de Polícia, por descrença em providência. Porém, o registro é fundamental até para que as forças policiais estabeleçam uma estratégia para tentar coibir esse tipo de crime.

A imagem é ilustrativa, mas também levanta a discussão sobre a destinação da carne roubada, visto que o abate ocorre sem qualquer inspeção ou acompanhamento sanitário, colocando em risco a saúde de quem consome.


ROTINA NO INTERIOR

Esse caso em Painel não é isolado. Em agosto a propriedade do produtor rural Sérgio Batalha foi invadida por ladrões. Além de cinco terneiros de raça, os bandidos roubaram a carga de queijo colonial que estava em processo de maturação. Ainda não há registro de prisões pela polícia envolvendo esses marginais.

DELEGACIA RURAL

Presidente da Associação Rural, pecuarista Márcio Pamplona, apresentou uma ideia e pediu ajuda ao deputado Gabriel Ribeiro para levar a proposta adiante. Intenção seria a criação de uma Delegacia Rural. Essa seria responsável por atender ocorrência e investigar situações que envolvem crimes no meio rural. Com investimentos elevados no agronegócio e também na chamada pecuária de ponta, as propriedades se tornaram alvo dos bandidos. Pamplona entende que uma polícia especializada poderá ajudar e dar tranquilidade a um dos setores mais importantes da economia.

Presidente da Associação Rural, Márcio Pamplona, e o desafio de tentar reforçar a segurança no interior por causa da ação de bandidos

Licitação das funerárias: É assim que será…

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Porque existem dúvidas e boatos sobre o procedimento licitatório que irá escolher cinco empresas para exploração do serviço funerário em Lages, profissionais da área jurídica da prefeitura estiveram na Câmara de Vereadores. Em tese nem precisariam fazer isso porque se trata do atendimento à legislação, inclusive com acompanhamento do Ministério Público e TCE/SC. E caberia aos vereadores – que deveriam entender de lei – mastigar o teor do edital e ajudar esclarecer e não questionar.

DE QUALQUER FORMA

Procuradores Agnelo Miranda e Nelson Althoff, além do assessor jurídico Vinicius Brandalise, responderam perguntas e tiraram algumas dúvidas dos parlamentares sobre o processo licitatório. “Estamos atendendo a um processo legal que vem se arrastando por 14 anos. O edital atende a determinação do Ministério Público e estamos regularizando os serviços conforme determina a legislação”, disse o Procurador Geral do Município, Agnelo Miranda.

RAZÃO DE POLÊMICA

Existe previsão de uma funerária para cada 30 mil habitantes. Considerando os 158 mil moradores de Lages, seria possível a existência de 5 estabelecimentos. Atualmente são sete. Outra polêmica diz respeito às exigências (conforme a legislação) para participar do processo licitatório. É preciso ter período mínimo de atuação, espaço adequado e estar com documentação em dia.

Procurador Agnelo Miranda e seus colegas da área jurídica nos esclarecimentos a vereadores como Luiz Marin, Amarildo, Bugre e outros membros do legislativo sobre a licitação das funerárias

Procuradores se dispuseram a esclarecer aos vereadores sobre o processo de escolha de cinco empresas que vão tocar os serviços funerários. A licitação acontece dentro de 15 dias – 5 de outubro

Mortes causam comoção em Curitibanos

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Uma quarta-feira para chorar as mortes do casal Rafael Ortiz Oliveira e Paloma Webber. Há toda uma história de mobilização envolvendo envolvendo ambos em Curitibanos. Daí o sentimento coletivo de pesar. Dias atrás eles chegaram a promover um jantar beneficente. Angariavam dinheiro para ajudar no tratamento da filhinha do casal que tem problemas de saúde.

Paloma tinha 19 anos e Rafael 25. O casal deixa uma filhinha que enfrentava problemas de saúde


SEPULTAMENTO

O casal está sendo velado na Capela Nossa Senhora Aparecida, em Curitibanos, com sepultamento programado para às 16h30 min desta quarta-feira no Cemitério São Francisco de Assis. Eles morreram quando o veículo Fiat Uno que Rafael dirigia foi atingido numa colisão frontal por um Golf. A PRF vai apurar as circunstâncias.

Mas vídeos e relatos apontam que o Golf foi fazer uma ultrapassagem e, ao avistar o Uno, saiu para o acostamento, procedimento adotado por este veículo também. Daí o choque frontal e trágico.

A parte dianteira do Golf depois da colisão. Um vídeo mostra o motorista do Golf deixando o veículo por orientação de populares devido ao risco de explosão. O motorista estava atordoado, mas aparentava não ter sofrido ferimentos.

Eleições 2018: Distritão bate na trave

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Não terá mudanças no sistema de votações para deputado Estadual e Federal ano que vem. A proposta de implantação do modelo distritão foi rejeitada na Câmara dos Deputados por causa da pressão dos partidos nanicos e de menor expressão como o PPS, por exemplo, além do PT. PMDB, PSDB e PSD queriam o modelo, visto que, sem dinheiro para a campanha, a eleição se tornará bem mais complicada. Mas não houve concordância e a proposta não vingou.

O QUE SERIA O DISTRITÃO?

A proposta previa o fim das coligações proporcionais (Estadual e Federal). No caso de Santa Catarina, por exemplo, seriam eleitos os 16 candidatos a Federal com mais votos e 40 Estaduais mais bem votados. Acabaria, por exemplo, com situações onde o deputado Edinho com mais de 100 mil votos ficou de fora da lista de eleitos e nomes como Giovânia de Sá com 52 mil votos e Carmen Zanotto com 78.000 votos obtiveram vagas.

PPS orientou pelo não ao distritão porque a sigla poderia entrar para a degola se o modelo entrasse em vigor.

E AGORA?

Salvo alguma mudança nos próximos 15 dias – algo bastante improvável – será mantido o sistema de coligação na proporcional entre partidos para eleger deputados Estaduais e Federais. Qualquer modelo no sistema terá que ocorrer até 7 de outubro, um ano antes do pleito de 2018.