Economia

Mercado Público: Sai edital para ocupação

30 ESPAÇOS PARA BOX SERÃO EXPLORADOS

Demorou um pouquinho mais que o previsto, mas foi divulgado o edital de licitação na modalidade Concorrência Pública tipo maior oferta por espaço (box) e ainda previsão de contribuição de manutenção (uma espécie de taxa de condomínio) para a ocupação do Mercado Público tão logo se conclua a revitalização.

EDITAL ERA ESPERADO

No mês de agosto a gente insistiu no assunto devido ao risco de se concluir e revitalização do Mercado Público e o espaço ficar sem ocupação, como ocorreu com o Calçadão. O edital que escolherá os interessados em explorar os 30 boxes estava demorando. Previsão inicial era que dia 10 de agosto o documento fosse lançado. Atrasou 30 dias, mas o importante é que está lançado o certame que irá definir aqueles que desejarem explorar uma estrutura revitalizada e que vai ficar muito bonita depois de pronta.

Essa foto é de arquivo de fevereiro deste ano já com a revitalização tomando forma. É nesse espaço ampliado e naquele já existente que os 30 boxes serão distribuídos.

ALGUMAS INFORMAÇÕES

“Podem participar deste processo empresas, microempresas, empresas de pequeno porte, microempreendedores individuais e cooperativas, todos legalmente constituídos. Para a instalação e início das atividades os vencedores deste processo terão quarenta e cinco dias, contados da assinatura do contrato, sendo que o prazo estimado para abertura do Mercado Público é o mês de novembro deste ano”.

10 ANOS DE CONCESSÃO

A concessão terá sua vigência pelo período de 120 meses (10 anos), a contar da data da sua assinatura, sem possibilidade de prorrogação. A entrega e abertura dos envelopes está programada para o dia 05 de outubro (segunda-feira), às 9 horas, no setor de Licitações da Prefeitura.

QUAIS BOXES LICITADOS

Serão quatro boxes para venda de hortifrutigranjeiros, dois restaurantes, duas lanchonetes, dois de produtos coloniais, outros dois somente de bebidas, duas mercearias e ainda um box para esses itens: floricultura, cafeteria, padaria, sorvetes e doces, chocolateria e cafeteria, choperia e cachaçaria, vinhos de colônia e de altitude, bebidas e fiambreria, açougue, peixaria, tabacaria,souvenir e livraria (sebo), produtos naturais, artefatos de couro, vestimentas tradicionalistas e barbearia.

P. S.

O regramento previsto no edital pode ser conferido no portal da Prefeitura de Lages na área de licitações.

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Economia

Lages lidera ações trabalhistas. Como assim?

É PRECISO EXPLICAR PARA NÃO ESPANTAR INVESTIDORES

Reverbera nas redes sociais o espanto com o fato de Lages liderar e ocupar também a segunda posição no ranking das varas trabalhistas em âmbito de Brasil em que se protocolou ações entre janeiro e julho de 2020. Conteúdo que está aqui no G1 chama atenção se o leitor (e o empreendedor) se limitar ao gráfico com uma Lages bela e formosa nas duas primeiras posições.

ENTRETANTO

É preciso esmiuçar a razão dessa presença lageana no ranking para que o investidor que pretende levantar empreendimentos nestas terras não pense que o trabalhador daqui corre para a Justiça do Trabalho diante de qualquer inconformidade.

RAZÃO DAS AÇÕES

Durante o primeiro semestre deste ano, especialmente com o início da pandemia, muitos advogados da área trabalhista se disponibilizaram a entrar com ações para liberação do FGTS, considerando como argumento a calamidade pública decretada em âmbito de Santa Catarina.

ENTÃO

Tal situação é ensejadora para se buscar liberar a verba do Fundo de Garantia. E daí que essa foi a principal causa das 1.600 ações protocoladas nas duas varas trabalhistas que aparecem no referido ranking. Lógico que há outras ações garantidoras dos direitos, mas a liberação do FGTS foi a principal causa da corrida à Justiça do Trabalho.

Tanto que a diferença em números entre as demandas da cidade de Lages e de outros partes do País é muito grande. Só mesmo uma situação de anormalidade (e não apenas questionamento de direitos perante empresas) levaria a essa quantia de ações protocoladas.

ASSIM

Quem vê tais dados, com essa barbaridade de ações (1.600) no primeiro semestre, sem buscar a justificativa para isso, pode pensar que os trabalhadores de Lages só pensão em recorrer ao judiciário trabalhista diante de inconformismos. Mas não. O motivo da maioria das ações, inclusive, nada tem a ver com relação entre trabalhador e empresário. As ações foram contra o governo em relação ao FGTS.

PORTANTO

Esclareça-se isso e que os empreendedores continuem acreditando e investindo em Lages. Porque aqui, em se plantando, tudo dá. Até bons retornos nos investimentos!

***

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Economia

Chiodelli ouve gestores da Acil

LIGAÇÃO AÉREA DE LAGES NA PAUTA DA CONVERSA

Secretário Juliano Chiodelli que comanda a Casa Civil do Governo do Estado recebeu integrantes da diretoria da Acil para discutirem a demanda relacionada à ligação aérea entre Lages e o eixo Rio-São Paulo através de voo regular. Empresário Anderson de Souza que coordena a área de Infraestrutura na diretoria da Acil observou que desde o início da pandemia, a cidade está sem voo regular.

INTERESSE ECONÔMICO

Anderson de Souza observou ao secretário Chiodelli que a maior clientela dos voos é formada por empresários que tentam dar celeridade a negócios, através de deslocamentos a São Paulo e outras partes do País. E sem um voo regular, esse dinamismo acaba comprometido.

APOIO DO ESTADO

Juntamento com o presidente da Acil, empresário Carlos Eduardo de Liz, Anderson de Souza solicitou o apoio de Chiodelli em relação a modificação da lei de incentivo aos voos regionais que trata da redução da base de cálculo do ICMS sobre o combustível das empresas aéreas que operam em Santa Catarina.

OUTRA DEMANDA

Os gestores da Acil também colocaram na pauta a busca de apoio para estruturação de malha regional com uma empresa aérea de pequeno porte. Esta malha deverá ligar cidades do extremo Oeste, Oeste e Serra Catarinense a Florianópolis e Curitiba onde deverá se conectar a uma grande empresa aérea, com a qual as negociações estão avançando. Foi solicitado o apoio do Governo de Estado na organização dessa malha e do processo.

Chiodelli com os gestores da Acil, Carlos Eduardo de Liz e Anderson de Souza na demanda sobre voos bastante importante para a economia da Serra Catarinense

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Economia

Checamos a redução da dívida do Paço

DADOS DE AGORA E DE 2017 INDICAM O QUE HOUVE EM LAGES

Colega Olivete Salmória noticia da dívida da Prefeitura de Lages. Cita que durante análise da LDO na Câmara foi informado que a dívida consolidada é de R$ 77.593.698,28. Desse montante são R$ 56 milhões a longo prazo e pouco mais de R$ 21 milhões a curto prazo. Também aponta a fala do secretário Arruda (Administração e Fazenda) que pontua:

“Isso representa uma redução substancial, já que em 2015 totalizava R$ 102.876.543,96. Portanto, foram mais de R$ 25 milhões em dívidas pagas em cinco anos, sobretudo nas de curto prazo, onde a diminuição da dívida foi de quase R$ 17 milhões”.

ESSES DADOS PROCEDEM?

Garimpando informações encontramos dados da primeira coletiva de Ceron como prefeito, em janeiro de 2017. ‘Os relatórios repassados pelo prefeito Ceron apontam uma dívida geral de R$ 120.694.646,51. No dia 31 de dezembro o saldo em conta bancária de todos os fundos e entidades que compõem a administração era de R$ 3.380.442,67, totalizando uma dívida de R$ 117.314.203,84’.

AINDA A INFORMAÇÃO DE 2017

‘As dívidas a curto prazo, vencidas na tesouraria no dia 31 de dezembro (de 2016) chegam a R$ 37.059.845,08. Nas dívidas a longo prazo com saldo inscrito em 31 de dezembro a totalidade é de R$ 62.382.243,43. “Não vou entrar no mérito de quem estamos herdando estes números negativos, mas sim que esta é uma dívida dos 251 anos de Lages”, salientou o prefeito’.

CONSIDERANDO DADOS DE 2017 E 2020…

As dívidas a curto prazo vencidas na tesouraria – pelos dados lá da primeira coletiva – eram de R$ 37.059.845,08. Atualmente são R$ 21 milhões de pagamento mais imediato (curto prazo). Houve abatimento, portanto, de R$ 16 milhões nas dívidas de curto prazo. Já aquelas de longo prazo os valores do início desta gestão eram de R$ 62.382.243,43. E atualmente o informado é de R$ 56 milhões, com redução média de R$ 6 milhões.

ASSIM

Os dados de antes e aqueles de agora apresentam conformidade, evidenciando relativa redução da dívida consolidada. O total devido, portanto, é de quase duas receitas mensais. Nada que uma Mega Sena acumulada, como deste sábado, não resolvesse!

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FINAL DE SEMANA PROLONGADO POR

CAUSA DO FERIADO DE SETE DE SETEMBRO?

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Economia

Covid-19 em Lages: O pior já passou?

DECRETO FLEXIBILIZANDO HORÁRIOS É INDICATIVO DISSO

Prefeito Antônio Ceron assinou nesta quinta-feira o decreto 18.161/20. Documento é um indicativo bastante positivo de que a fase mais acentuada da Covid-19 já foi vencida em Lages. Através do referido decreto há flexibilização no horário de funcionamento de diversos estabelecimentos comerciais, embora se mantenha o rigorismo em relação à necessidade de adoção de medidas e protocolos de prevenção.

Em resumo os horários são esses acima, sendo que nos feriados (como desta segunda-feira, 07) é possível abrir o comércio desde que os sindicatos (patronal e de comerciários) se entendam nos horários

MAIS SOBRE O DECRETO

Restaurantes e pizzarias, lanchonetes, food trucks, cafeterias, padarias, confeitarias, bares, tabacarias, adegas e similares, poderão prestar o atendimento presencial (acesso pelo público) de segunda a sábado entre 5h e 22h (depois das 22h só será permitido o serviço de entrega a domicílio – delivery e aos domingos o horário liberado consiste das 8h às 20h. A exceção dos horários previstos para supermercados e restaurantes cabe às atividades de (delivery), retirada na porta ou balcão (take-out) ou drive-thru, e, na mesma modalidade, as revendedoras de gás.

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Economia

Fusão faz surgir a Cervejaria Serra Forte

MARCAS PRINCESA DA SERRA E BIER LETTI SE UNEM 

De acordo com as informações oficializadas, o negócio de R$ 5 milhões resulta na fusão das empresas Bier Letti, pertencente aos irmãos Plínio Letti Filho e Flávia Letti com a Cervejaria Princesa da Serra dos sócios Eli Carneiro e James Branco. Com isso, nasce a Cervejaria Serra Forte. Objetivo é fortalecimento da marca e maior presença no mercado catarinense de cervejas artesanais, além de acelerar o crescimento dos seus rótulos.

Gerente de produção, Genaro Zamban com Eli Carneiro, Plínio Letti Filho e James Branco brindando a fusão de duas marcas referências na cerveja artesanal na Serra Catarinense

FALA ELI CARNEIRO

“O James e eu já tínhamos a ideia de expandir, buscar um terceiro sócio para nosso empreendimento já estava no planejamento. A sociedade com a Bier Letti só tem a favorecer as duas empresas e o mercado cervejeiro. É bom inclusive para o turismo e para economia local”.

PLÍNIO LETTI FILHO APONTA QUE…

“É um momento desafiador em que a economia passa por um momento atípico, porém o setor cervejeiro está aquecido e se adequou as necessidades dos nossos consumidores por meio do digital. Com esta união entre as cervejarias poderemos ultrapassar barreiras do mercado lageano, expandir para a serra catarinense e demais regiões, até mesmo outros estados”.

COMO FICAM AS DUAS MARCAS

Ambas marcas de cervejas continuarão ativas. “Cada uma manterá sua identidade e personalidade cervejeira, preservando assim suas receitas originais” assegura Genaro Zamban, gerente de produções e marido da Flávia Letti. Em consequência desta injeção financeira a produção terá crescimento de 90% da capacidade de produção e uma carta composta por 11 estilos diferentes de cerveja.

PUB DE FÁBRICA

“Como mestre cervejeiro, será um prazer unir forças com a Bier Letti. Diversas novas cervejas virão dessa união”, cita James Branco. Os planos não param por aí, além de aumentar ainda mais a capacidade de produção e a distribuição, ainda há planos de abrir um pub de fábrica com mais de 15 torneiras de cervejas.

Bier Letti e Princesa da Serra, as duas marcas passam a integrar a mesma empresa em Lages

Fotos: OGMIL88/4you Comunicação

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Economia

Lages: Novo modelo de ocupação urbana

CONDOMÍNIO SE PROPÕE À CONSERVAÇÃO E QUALIDADE DE VIDA

Não considere este post algo publicitário. Mais que isso o propósito é evidenciar a diversificação de investimentos imobiliários em Lages, com o surgimento de conceitos e ideias que agregam alternativas interessantes para morar bem. Exemplo disso é o Condomínio Residencial Agroecológico Vila das Columbeas. O empreendimento nasce dentro de um novo modelo de ocupação urbana.

A localização do referido condomínio na parte norte de Lages

COLUMBEA: A ORIGEM

O termo Columbea recupera a primeira denominação botânica da árvore símbolo da Floresta Ombrófila Mista e da Serra Catarinense, a Araucária. E para o responsável pelo projeto, o engenheiro agrônomo Moisés Savian, recuperar a origem do nome dessa árvore expõe o objetivo do condomínio: “Reconectar-nos com as nossas origens e com a natureza, demonstrando que é possível aliar a qualidade de vida com a conservação dos recursos naturais no espaço urbano”.

O EMPREENDIMENTO

O condomínio possui 22 lotes com áreas que variam de 360 a 478 m². O futuro morador terá seu lote particular e se associará a uma área de uso comum de 10.600 m². A disposição dos espaços foi planejada para gerar o maior convívio entre os moradores e uma maior proximidade com as áreas da praça, horta, pomar e floresta. O lançamento do projeto será realizado em setembro deste ano.

Projeto tem espaço em harmonia com o meio ambiente, integrando a área privativa dos lotes com uma infraestrutura comum composta pela praça central, horta e pomar orgânico, casa multiuso, parque infantil, mini-campo, açude e mata. O condomínio contará com área de vegetação nativa superior ao exigido pela legislação. Além disso a horta e pomar agroecológico onde serão plantadas espécies frutíferas adaptadas a região e hortaliças para consumo interno dos moradores. A área total da horta é de 1.600 m².

Texto com informações de Jordana Boscato

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