Economia

IPTU: Quantos imóveis urbanos em Lages?

Ano que vem será importante para os municípios brasileiros, inclusive Lages. Será o ano do tira-teima sobre o número de habitantes. Ainda patinando naquela estimativa do IBGE de que somos menos de 158.000 viventes na paróquia, toda hora surgem números que contradizem tal realidade.

O MAIS RECENTE

Nestes primeiros dias de janeiro a Secretaria de Planejamento anunciou que está distribuindo 91.251 boletos de IPTU. Significam, portanto, mais de 90 mil endereços. Considerando que parte desse quantitativo se refere a imóveis industriais e comerciais – até porque imóveis públicos da União e Estado não pagam IPTU – há em Lages próximo a 70.000 residências na área urbana. Se colocarmos 3 moradores em cada unidade residencial em média, temos ideia de quantos somos na verdade.

PRÉDIOS E LOTEAMENTOS

Esses 91.251 boletos de IPTU tendem a aumentar até findar 2020. São prédios residenciais em construção (alguns em fase final de obra) que passam a ser ocupados por novos moradores. Some-se a isso os mais de 10 loteamentos urbanos que apresentaram documentos na Seplan e estão em implantação.

E…

Apontar que em 24 meses esses 91 mil boletos chegam aos 100 mil não é exagero. Só é preciso contar bem a população no Censo de 2020 para que o município tenha o retorno de impostos previstos em lei, por ter um contingente habitacional maior que esses 158 mil estimados até então.

Permitam ilustrar esse post sobre a expectativa de que somos bem mais que aquilo que o IBGE estima – em termos populacionais – com mais essa imagem da MSM Imagens Aéreas evidenciando uma Lages esparramada e crescendo!

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Unifacvest: Melhor do Brasil ‘made in’ Lages

Publicações especializadas seguem repercutindo o ranking dos melhores cursos universitários do Brasil a partir dos dados qualificados do INEP, considerando as notas do Conceito Preliminar de Cursos (MEC), que avalia os cursos de graduação.

ONDE?

Portal eletrônico da Revista Exame – publicação do Grupo Abril – novamente destacou, por exemplo, o fato do curso de Arquitetura e Urbanismo, ministrado no Centro Universitário Unifacvest de Lages ser o melhor do Brasil.

Reportagem de publicação especializada aponta o curso da instituição lageana a frente. Conteúdo está neste link.

DIFERENCIAL DA UNIFACVEST

Uma coisa é o conceito técnico, a nota, o número ali no ranking. Outra coisa é você conhecer a estrutura e a política de gestão educacional que lava a essas boas notas do Centro Universitário Unifacvest. Visita que fizemos na instituição deu noção daquilo que diferencia a estrutura lageana, permitindo colher excelentes conceitos.

DOIS EXEMPLOS

A aposta em estrutura física e equipamentos, assim como o investimento num corpo docente dentro dos padrões da excelência exigida pelo MEC (mestres e doutores com dedicação exclusiva em sala de aula), constituem-se nos grandes diferenciais Unifacvest. Enquanto outros instituições ficam reféns de determinadas práticas, a autonomia no gerenciamento e gestão permite investir, inovar e colher resultados.

PROGNÓSTICO

E pelo que testemunhamos conferindo a estruturação de espaços para cursos das áreas de engenharias e saúde, a tendência é a instituição lageana colher mais resultados positivos na sua atuação. E isso não é coisa para o futuro. É agora. Aliás, já está sendo!

Um dos maiores (e mais estruturados) cursos de Odontologia do Brasil, por exemplo, funciona em Lages. E há investimentos em equipamentos para ampliar o acesso a tecnologias por acadêmicos que frequentam o referido curso

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Feijão, arroz: Polêmica com mais ICMS

Não se sabe se foi um ato em acordo com a equipe de transição ou se partiu por livre vontade de Eduardo Moreira a assinatura do decreto que reviu a redução de ICMS para produtos como macarrão, feijão e pão. O fato é que a partir de 1.º de abril – dia da mentira – tais produtos passam a ter incidência de 12% e não mais 7% do imposto estadual.

‘REDUÇÃO BENEFICIADA ELITE’

Ao justificar o ato de revogação de tal redução, Pinho Moreira justificou que a redução beneficiava o consumo de produtos pela elite. Ele deve ter se referido a outros produtos que também eram abrangidos pela redução de ICMS já que feijão e arroz está longe de ser produtos da elite.

Antes do tchamanhã do cargo, Pinho Moreira revogou a redução de 12% para 7% do ICMS sobre produtos da cesta básica.

EM TEMPO

Deputado Kenedy Nunes está pedindo ao novo governador Carlos Moisés que reveja a medida assinada por Pinho. Carlos Moisés tem até abril para analisar o tema, alterar os produtos, mas manter a redução. Até porque rever tal medida, por meios transversos é aumentar impostos. E isso foi garantido na campanha que não aconteceria!

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Dívida: Moisés ‘desmente’ Pinho na estreia

Talvez seja interpretação.

Talvez sejam números de situações diferentes.

Mas aquilo que disse o sainte Eduardo Moreira no discurso de tchamanhã do governo e os números informados por Carlos Moisés no primeiro dia dando expediente na ‘firma’ não fecham. É inconteste que os 10 meses e meio de Pinho foram de austeridade e contenções. Ele anunciou que assumiu em 15 de fevereiro com o Estado somando um déficit superior a R$ 2 bilhões.

MENOS 1,5 BILHÃO

Depois do período como governador, Pinho citou no discurso que entregava os cofres com um passivo de ‘apenas’ R$ 500 milhões. Porém, ao falar na coletiva da tarde de quarta-feira, 02, Carlos Moisés citou que assumia com um somatório de R$ 700 milhões de contas em atraso da gestão anterior. Logo, estamos falando de R$ 200 milhões entre o dito por Pinho e aquilo encontrado por Moisés.

Na proposta de ‘um governo sem papel’ o novo governador apresentou dados em formato digital sobre a situação em que encontra o Estado.

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Moisés anuncia o indispensável: Cortes!

Na primeira prosa como ‘comandante’ de Santa Catarina, governador Carlos Moisés anunciou aquilo que, inevitavelmente ele precisa fazer no cargo: cortar. São 922 cargos comissionados e funções gratificadas que deixam a estrutura do Estado. ‘Sobrevivem’, portanto, pouco mais de 500 cargos de confiança a serem preenchidos, prioritariamente, pelo critério técnico.

CONTENÇÕES VÃO ALÉM…

Quer-se economizar R$ 1,048 bilhão neste ano com um conjunto de medidas. No ‘pacote do comandante’ estão previstas reduções de gastos que vão desde o fim das ADR até a adoção do uso de Uber (ou outro aplicativo de transporte) por servidores. Ou seja, ao invés de carro oficial acessa o aplicativo.

E MAIS

Compra de passagem aérea sem agência, venda de aviões e ‘comprar melhor’ com aperfeiçoamento do pregão eletrônico, integram o planejamento para somar o bilhão de economia em 2019.

Moisés anuncia as tesouradas nas despesas para chegar a R$ 1 bilhão de economia em 2019. Não haveria outra postura do novo governador, exceto a ideia de redução do custeio da máquina.

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CDL Lages gera movimento de R$ 40 milhões

Pense que somos – pela estimativa do IBGE – um total de 158.000 lageanos. Significa que, proporcionalmente, durante a promoção bem sucedida para movimentar e motivar as compras no comércio de Lages, cada habitante colocou 5 cupons nas urnas das 350 lojas participantes. Esse é o dado expressivo e motivo de comemoração da CDL. Foram 800.000 cupons nos menos de 60 dias da promoção.

PREMIAÇÃO DE R$ 100.000,00

Ao todo foram distribuídos cerca de R$ 100 mil em prêmios, considerando vales-compras de até R$ 10 mil e ainda um automóvel Renault Kwid zero km. Por sinal, a cliente do Supermercado Martendal, Roselei Brum, foi quem faturou o carro zero km. Disse que depositou oito cupons na urna. CDL estima que a promoção gerou movimentação superior a R$ 40 milhões durante o período de realização da campanha.

PALAVRAS DO PRESIDENTE

DA CDL, MARCOS TORTELLI

“Mais uma vez, de maneira bem dinâmica, conseguimos movimentar a economia de nossa cidade. Com a campanha da CDL Lages todos os envolvidos ganham, as empresas credenciadas, que por meio da campanha alavancam as suas vendas de fim de ano, os vendedores que recebem um incentivo e incremento em seus salários e os consumidores que têm a oportunidade de serem contemplados com todos esses prêmios”.

O próprio empresário Jackson Martendal, cujo supermercado deu sorte para dona Roseli, esteve entregando as chaves do veículo juntamente com integrantes da CDL

Se não estou enganado, o rapaz com o cheque simbólico de R$ 1.000,00 na mão é o caixa (ali do lado dos caixas de cestinhas) no Supermercado Martendal. Passei por ali na compra de umas cervejas em promoção no sábado antes do Natal. E por ali passou também dona Roseli, a ganhadora do carro. Por causa disso, ele também foi premiado e no registro aparece entre o empresário Jackson Martendal e o gerente Júlio

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Lages: Como seria sem as emancipações?

Ranking da Secretaria de Estado da Fazenda, consolidando números de 2017 que servem de parâmetro para o retorno de impostos em 2019, indica onde está a maior e menor movimentação econômica entre os municípios da Serra Catarinense. Há, por exemplo, a consolidação de São Joaquim como a segunda maior economia da região e também a presença de Rio Rufino como o município que menos agregou valor adicionado para repercutir na arrecadação no ano novo.

MAIORES ECONOMIAS DA SERRA

Lages………………..R$ 4.356.269.769,05

São Joaquim…………R$ 641.498.102,24

Otacílio Costa……….R$ 600.555.498,43

Correia Pinto…………R$ 458.732.504,07

Campo Belo………….R$ 200.206.736,14

Correia Pinto é a quarta maior economia da Serra Catarinense

MENORES ECONOMIAS DA SERRA

Rio Rufino……………….R$ 23.633.982,77

Cerro Negro…………….R$ 35.414.057,86

Bocaina do Sul…………R$ 38.852.967,60

Painel……………………..R$ 41.825.424,57

Urupema…………………R$ 54.474.100,83

Entre os municípios de menor movimentação econômica está Urupema

LAGES SEM EMANCIPAÇÕES

Dado curioso diz respeito ao somatório da movimentação econômica, caso não tivessem ocorrido as emancipações desde 1982 quando do território de Lages foram desanexados novos municípios como Otacílio Costa, Correia Pinto, Palmeira, Bocaina, Painel e Capão Alto. Nesse caso, o movimento econômico de Lages, ao invés dos R$ 4,3 bilhões iria chegar a R$ 5.660.801.229,08.

O QUE ISSO SIGNIFICARIA?

Considerando os dados consolidados, Lages é a oitava maior economia de Santa Catarina, atrás de Joinville, Itajaí, Blumenau, Floripa, Jaraguá, Chapecó e São José. No somatório de R$ 5,6 bilhões de valor adicionado (considerando os municípios que se emanciparam), Lages seria a 6.ª maior economia catarinense a frente de São José e Chapecó.

Otacílio Costa já foi a segunda maior economia da Serra. Não significa que o município freou em termos econômico. É que São Joaquim se destacou chegando ao segundo lugar, atrás apenas de Lages

 

TERRA ENGENHARIA APRESENTA

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