Economia

SC: R$ 277 milhões de perdas com ciclone

REPRESENTA METADE DA ARRECADAÇÃO ANUAL DE LAGES

Nesta terça-feira, 07, às 14h30min completará exatamente uma semana que Santa Catarina foi assolada pelos ventos fortes acompanhados de temporal denominado ciclone bomba que deixou rastros de destruição e prejuízos, além de um susto enorme aos catarinenses. A Defesa Civil do Estado elaborou um relatório das perdas causadas pelo fenômeno. Os valores correspondem, a título de ilustração, à metade daquilo que o município de Lages arrecada em um ano.

Alguns dos dados são estimados e foram atualizados às 12 horas da segunda-feira, 06

INFORMAÇÕES DA DEFESA CIVIL

Secretário de Estado da Defesa Civil, João Batista Cordeiro Júnior, reforça que é fundamental que as prefeituras preencham o Formulário de Informação de Desastres do Governo Federal. Assim, será possível ter o cenário mais exato dos danos e inclusive solicitar recursos junto ao Ministério. “A maior perda observada nesse evento está relacionada às atividades agrícolas e estruturas industriais, muitos galpões totalmente destruídos”. Ele lembra que esses valores ainda são iniciais e que podem sofrer atualização à medida que os municípios incluam as informações.

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Economia

Mercado Livre: Ceron banca o pidão

CENTRAL DE DISTRIBUIÇÃO VIRÁ PARA SC

É pouco provável que haja êxito na solicitação, visto que o grupo referência de e-commerce Mercado Livre foca os grandes mercados dos Estados de SC, PR e RS. Mas não é por falta de pedido que o Centro de Distribuição do Mercado Livre deixará de se instalar em Lages. A estrutura tem previsão de gerar 2 mil empregos depois de ficar pronta.

FOCO DO MERCADO LIVRE

Pelas informações, as maiores demandas de distribuição da empresa de e-commerce se concentram nas regiões metropolitanas de Florianópolis, Curitiba e Grande Porto Alegre. Daí que a hipótese da instalação ocorrer no litoral catarinense é maior, visando aproveitar o corredor de deslocamento duplicado que a BR-101 representa.

AINDA

Da mesma forma o transporte aéreo com linhas regulares, para aqueles produtos que demandem ainda mais celeridade na entrega. Logo, a hipótese do CD Mercado Livre se instalar no interior é pequena. Mas não custa pedir e o prefeito Ceron disparou ofício nesse sentido ao governador Carlos Moisés.

O documento oriundo do Gabinete do Prefeito enviado ao governador apresentando ‘as intenções’ de Lages para abrigar o CD do Mercado Livre

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Economia

BR-116: Como está a duplicação em Lages?

NA PAUTA DA ACIL: ACESSO À BERNECK E À COXILHA

Projeto de duplicação da BR-116 no trecho que corta a área urbana de lages esteve em pauta na reunião virtual da diretoria da Acil desta semana. Coordenador de Implantação e Conserva da Arteris Planalto Sul, Tiago Bortoli, atualizou os empresários sobre o andamento do projeto. Ele disse que a pandemia causou atraso no cronograma de entrega do projeto.

Bertoli fez esclarecimentos sobre as ações da Arteris aqui na Serra Catarinense no trecho da BR-116

NOVO CRONOGRAMA

“Até o final de julho será entregue o projeto do trecho de Lages, já contemplando a extensão de 7 km. Na sequência iremos protocolar na ANTT, já com os orçamentos. Aí segue um cronograma até o final do ano, para os demais segmentos”. Bortoli explicou que é uma obra extra contratual então requer o equilíbrio financeiro do contrato e, por isso, depende da validação da ANTT.

TREVO DA BERNECK

Sobre o trevo de acesso a Berneck, Bortoli explicou que existe um projeto, realizado pelo proprietário do posto de combustível que fica ao lado da empresa, que deverá atender além do posto, a JBS e a Berneck. Por ser um projeto particular, será necessário uma análise por parte da concessionária que deverá encaminhá-lo, posteriormente à ANTT para análise e aprovação.

Para acessar a futura Berneck (foto) e unidade da JBS há previsão de um trevo nesse projeto de duplicação da BR-116

ACESSO À COXILHA

Quanto ao acesso à Coxilha Rica – naquele local onde começou o asfalto novo -, o coordenador da Arteris informou que é um projeto do Governo de Santa Catarina e já foi para aprovação da ANTT. Após a aprovação, a empresa que presta serviço para o Estado será liberada para executar a obra.

Para pegar esse asfalto aos confins da Coxilha Rica, um trevo será construído na BR-116

TERCEIRAS FAIXAS

Com relação as terceiras faixas, no início de 2020 a concessionária entregou 10 km, que compreendem Correia Pinto, Ponte Alta e parte da serra do Espigão. Estão previstas ainda, obras ao longo da serra do Rio Pelotas, mais alguns trechos da serra do Espigão e um segmento próximo a ela.

Informações: Sheila Rosa – Acil

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Economia

Arrecadação cai nas cidades e no Estado

EM JUNHO HOUVE QUEDA DE 15,6% EM SC

Secretaria da Fazenda está compartilhando os dados consolidados da queda da arrecadação de ICMS no mês de junho: 15,6% em relação ao mesmo período de 2020. Esse percentual a menor tem impacto direto na receita dos municípios, visto que essa redução resulta da diminuição da movimentação financeira nos municípios, chegando-se a essa patamar consolidado no Estado.

QUEDA NOS MUNICÍPIOS

Lages registrou redução de percentual nessa ordem de 15% no ‘primeiro mês cheio’ de pandemia – abril. Há ainda a consolidação de dados de maio e junho para se ter ideia da diminuição no trimestre. Mas no somatório, Lages pode ter deixado de arrecadar pelo menos uns R$ 15 milhões entre abril e junho.

MAIS NA SERRA

Na mesma linha, municípios de economia mais desenvolvida, como Otacílio Costa, também amargam quedas. No somatório de 60 dias da pandemia, prefeito Tio Ligas havia informado de diminuição de R$ 1.300.000,00 naquilo arrecadado em relação ao mesmo período do ano passado. No somatório do trimestre (abril a junho), a redução da receita na terceira maior economia da Serra Catarinense pode passar dos R$ 2 milhões.

Prefeito de Otacílio Costa fechou dados dos dois primeiros meses da pandemia com reflexo negativo de R$ 1,3 milhão na arrecadação. Valores que tendem a piorar, por causa da desaceleração da economia. “Por mais que haja explicação técnica para a redução de receita, precisamos ficar atento aos índices de gastos com folha, bem como a garantia de compromissos que o município tem para manter em dia”, observa Tio Ligas

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Economia Serra SC

Campanha: É daqui! É da nossa gente!

CDL, ACIL E LAGES SE INTEGRAM EM CAMPANHA

Incentivar o consumidor a dar preferência às empresas lageanas na hora de realizar compras, ajudando a fortalecer a economia na retomada e manutenção de empregos e renda. Esse é o foto da campanha que começa nesta quinta-feira, 02, em Lages.

APRESENTAÇÃO

A iniciativa foi apresentada no auditório da CDL. Presidente Marcos Tortelli destacou a necessidade de estimular o consumo local para ajudar a aquecer a economia do município. “Esta campanha visa aquecer as vendas, dando oportunidade a todos os segmentos da economia local e, assim, contribuir para manter o emprego da população e recuperar a economia do município”. Presidente da Acil, Carlos Eduardo de Liz, aponta que uma campanha como essa é importante para demonstrar a comunidade a união de todos em prol de um mesmo objetivo e que, somente com a união de todos a economia poderá se recuperar.

FERRAMENTAS

Foram produzidas peças publicitárias para redes sociais, outdoors, anúncio para TV, spot de rádio e outros materiais que serão divulgados para que a mensagem chegue aos consumidores. Estão juntos nessa iniciativa, além da Acil, CDL e Credicomin. Há apoio do Sebrae, Fiesc, Garden Shopping, Orion Parque, Sicredi e Transul.

Uma das peças que norteará a campanha de chamamento para compras que valorizem o comércio local

COMPRE NO SEU MUNICÍPIO,

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Naturalmente que esse mesmo apelo de Lages vale aos municípios da Serra Catarinense. Campo Belo do Sul já faz algum tempo que está com a referida campanha, principalmente por mensagens de WhatsApp para sensibilizar os munícipes a comprarem na cidade. Otacílio Costa da mesma forma está incentivando a compra nos estabelecimentos locais. O mote é o mesmo: comprar localmente para ajudar a reaquecer a economia e os reflexos que isso gera.

Otacílio Costa (foto), Campo Belo, Correia Pinto, São Joaquim e outros municípios da Serra Catarinense seguem a mesma linha de Lages (até alguns se anteciparam) para sensibilizar o consumidor a valorizar o comércio local

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Economia

Desemprego: Era fake a pesquisa Fiesc?

DADOS OFICIAIS E DE PESQUISA NÃO FECHAM

CAGED é a estrutura vinculada ao Ministério da Economia, responsável pelo acompanhamento do nível de empregabilidade no País. Periodicamente são apresentados dados sobre contratações e demissões nos diversos setores da economia. E nas informações mais recentes dessa estrutura governamental constam os dados preocupantes do desemprego no Brasil causado pela pandemia.

QUAIS OS DADOS?

Segundo as informações do CAGED, o número de demissões somente no mês de maio totalizou 331.901 desligamentos. No somatório do ano, o mesmo órgão de acompanhamento soma 1.114.875 vagas de trabalho fechadas. A pandemia é a vilã dessa situação, inclusive com o indicativo de que somente nos três Estados do Sul foram 78.667 demissões.

PESQUISA EM SC

Considerando esses dados oficiais do Governo, com números incontestes, fica a dúvida bem gigante daquela pesquisa realizada pela Fecomércio, Fiesc e Sebrae que somou 406.000 demissões nos primeiros 30 dias da pandemia somente em Santa Catarina. Número esse que subiu para 530 mil em 60 dias entre março e maio. Somente na Serra Catarinense teriam sido quase 25.000 demissões.

FAKE OU FATO

Caberia a essas entidades se explicarem sobre esses dados destoantes daqueles oficiais, visto que o somatório nos três Estados do Sul é quase sete vezes menor que os números apontados só de Santa Catarina. Teria sido uma pesquisa fake para amedrontar e influenciar em medidas de não isolamento? Os dados catarinenses são reais e as informações oficiais do Governo é que estão erradas? Ou aqueles que fizeram a estimativa em Santa Catarina erram na matemática, exagerando nos dados?

Homem forte da Fiesc, presidente Mário de Aguiar, e os demais dirigentes das estruturas que indicaram mais de meio milhão de desempregados em SC tinham razão ou eram números errados e alarmistas?

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Economia

Gafanhotos ‘desistem’ de Santa Catarina

NUVEM SEGUE SENDO MONITORADA

Semana passada chegou a causar angústia e decreto de emergência fitossanitária por causa da ameaça da nuvem de gafanhotos que se aproximava perigosamente do território brasileiro, com entrada pelo Rio Grande do Sul e hipótese real de chegar a Santa Catarina. Tanto que reunião às pessoas foi realizada em Floripa, Cidasc emitiu alerta e o monitoramento dos insetos se instalou.

SEM RISCO, A PRINCÍPIO

Pelos dados do começo desta semana os gafanhotos representam ameaça remota à agricultura catarinense. A nuvem segue sendo monitorada, mas por causa da friagem e da chuva reinante nesta semana, os insetos viram isso como uma espécie de barreira e mantiveram o deslocamento pelo território argentino.

Esse mapa foi divulgado pelo governo catarinense com a localização dos insetos e a seguinte informação: “A nuvem se encontra entre as cidades de Sauce e Esquina, na Província de Corrientes. De acordo com o grupo de trabalho formado por diversas agências, a previsão é que a nuvem continue se deslocando para Oeste em direção a Província de Santa Fé, também na Argentina”.

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