Economia

Hobus: ‘E agora, governador?’

Apesar de interpretável viés político no posicionamento do industrial Milton Hobus, que possui três indústrias – talvez as três maiores do País na produção de componentes para bicicletas – ele cobra do governador Carlos Moisés devido ao fechamento de atividades econômicas.

DESEMPREGO

Hobus, que também é deputado e presidente do PSD, o partido que governava Santa Catarina antes de Moisés, cita os 148.000 desligamentos ocorridos no Estado, a partir de informações, segundo ele, do Sebrae. E vê um cenário preocupante mais adiante.

RAZÃO DA DESATIVAÇÃO

Num vídeo de pouco mais de 3 minutos no interior de uma de suas indústrias, Hobus explica que as três unidades foram desativadas porque a atividade depende de fornecedores na cadeia de produção. “Não adiante manter a indústria funcionando se não acessamos alguns componentes”.

PRECIPITAÇÃO

Hobus explica que a ampla maioria dos municípios não apresenta nenhum caso da doença e que o momento de isolamento deveria ter sido retardado. E conclui a ponderação com a indagação: “E agora, governador?”

Deputado, presidente do PSD e industriário apresenta conteúdo com dados sobre o desemprego somente em duas semanas no Estado e pede providências do governador Carlos Moisés para que a economia catarinense não apresente dados ainda mais complicados nas próximas semanas.

***

LAGES: DISQUE ASSISTÊNCIA SOCIAL

Continue Reading
Economia

Moisés acena flexibilidade a partir de 2.ª

Há pressão e articulação para que algumas atividades importantes para a cadeia produtiva daquilo que está funcionando na economia tenham autorização para retornar à operacionalização. É o caso, por exemplo, de oficinas mecânicas cuja frota que roda precisa da ajuda dos profissionais dessa área. Nessa linha também clínicas médicas, odontológicas, consultórios em geral e escritórios, inclusive de advocacia, de frequência de público mais limitada consigam retornar a uma relativa rotina.

GOVERNADOR ACENA

Numa mensagem durante esta tarde de sexta-feira, 03, o governador Carlos Moisés acenou para a possibilidade de flexibilidade. Eis o teor que ele comunicou:

Traduzindo, portanto, seguindo aquela tendência de liberação gradual, várias atividades poderão voltar a operar neste 6 de abril, a partir de portaria a ser anunciada entre esta sexta-feira e o domingo

Continue Reading
Economia

Prefeito, ignore o Estado. Abra o comércio!

Não devem ter sido poucas as vezes que prefeitos da Serra Catarinense, como Ceron, Tio Ligas, Giovani Nunes, Celso Rogério, Arno Marian, entre outros, ouviram a frase acima. Há uma pressão nos prefeitos para que esses assumam a dianteira de seus municípios baixando decretos para retomada de alguns setores da atividade econômica.

MAS NÃO PODE

“Mas o Centro está empilhado de gente e só as lojas fechadas”. Provavelmente orientados pela retaguarda jurídica, os prefeitos têm resistido à pressão. Entretanto, os prefeitos não têm autonomia para decidir sobre o assunto. Eles podem inovar em decretos que acrescentem às decisões do Estado e União. Mas não podem adotar medidas contrárias àquilo decidido nessas esferas superiores.

EXEMPLO DISSO

Naquele estilo de que ‘no meu município mando eu’ o prefeito de Xaxim autorizou o funcionamento de atividades econômicas em desacordo com as normas editadas pelo Governo do Estado para combate e prevenção à Covid-19. Foi o que bastou para a Promotora de Justiça Cristiane Weimer ingressar com ação, na qual obteve liminar que derrubou o decreto do prefeito.

SEGUNDO O MP

A Promotora de Justiça ressalta que respeita e se solidariza com a situação do empresariado e dos empregados do país nesse momento de crise. Entretanto, estamos diante de um estado de calamidade pública. “Está-se diante de uma pandemia e a atividade econômica, sem descurar de sua importância, não pode sobressair sobre a vida humana. Não há economia sem a vida humana”.

Há certa angústia por parte dos lojistas porque, apesar do movimento mais intenso nesta semana, não podem abrir seus estabelecimentos. Mas é decisão Estadual e não Municipal que impõe essa restrição

Continue Reading
Economia

Caasc: Advogados têm auxílio emergencial

Foi lançado nesta quinta-feira, 02, pela Caixa de Assistência aos Advogados de Santa Catarina – Caasc, a modalidade de auxílio emergencial para advogados regularmente inscritos na OAB e com anuidade em dia. Para custear esse desembolso aos profissionais da advocacia, o Conselho Federal da OAB destinu R$ 400 mil para SC.

COMO ACESSAR?

Para ter direito ao auxílio no valor único de R$ 500,00, o advogado deve estar regularmente inscrito na OAB/SC, apresentar comprovada situação de necessidade econômica decorrente da crise proveniente da pandemia do Covid-19. O profissional não pode estar recebendo qualquer remuneração decorrente de benefício previdenciário ou relação de trabalho estatutário ou celetista. O advogado que estiver infectado com o coronavírus terá atendimento prioritário.

Todas as informações aos advogados interessados e necessitados podem ser obtidas no portal da Caasc

***

TERRA IMÓVEIS ATENDE

REMOTA E PRESENCIALMENTE

Seus consultores já atendem presencialmente conforme portaria do Governo do Estado. Dúvidas e informações contacte com seu consultor: (49) 999149 2327

Continue Reading
Economia

Gripe: Sesi vacina 7.800 da industria na Serra

O Sesi, que é um dos vários braços do sistema Fiesc, está desde o início da semana imunizando trabalhadores da indústria contra a gripe. Ao contrário de anos anteriores, desta feita somente os 7.800 industriários da Serra Catarinense acessarão a vacina. Nâo haverá disponibilidade de doses à comunidade.

ENTENDA QUE…

A vacina contra a gripe não previne contra o coronavírus. A providência é para que a gripe comum não se abata no trabalhador, levando-o à angústia de pensar que pode ter contraído o Covid-19. Além, é claro, de imunizá-lo contra a gripe, inclusive a H1N1.

PRIORIDADES

Neste primeiro momento, a prioridade será para os trabalhadores das indústrias que estão ativas, atuando com 50% da sua capacidade de produção, conforme decreto do Governo. Depois, as que voltarem das férias coletivas e ao período normal de funcionamento.

ONDE

Algumas indústrias terão postos de atendimento nas próprias fábricas. Outro local de vacinação será a unidade do Sesi, no bairro Gethal, em Lages. A entidade definiu um cronograma de atendimento e fará agendamento junto as empresas para evitar aglomero de pessoas. A previsão é em cerca de 30 dias ter toda a força de trabalho industrial imunizada.

Conteúdo compartilhado para confirmar a importância da vacinação contra a gripe em andamento na Serra Catarinense

CAASC VACINA DIA 30

Por sua vez, a Caixa de Assistência aos Advogados de Santa Catarina programou para o dia 30 de abril a aplicação da vacina contra a gripe nos profissionais vinculados à OAB. Dessa feita a vacina aos advogados regularmente inscritos (e em dia com suas obrigações perante à Ordem) será gratuita. Os dependentes, em havendo doses extras, pagarão R$ 30,00.

Conteúdo sobre a vacina do Sesi:

Catarinas Comunicação

Continue Reading
Economia

Covid-19: O Sebrae quer ajudar você!

A retaguarda de assessoria Catarinas Comunicação compartilha conteúdo, a partir de orientação do Sebrae, para que você empreendedor participe de uma pesquisa. Trata-se de uma pesquisa on-line para avaliar o cenário dos pequenos negócios mediante a crise ocasionada pelo novo coronavírus.

OBJETIVO

A ideia é a partir de um diagnóstico, traçar estratégias para auxiliar os pequenos empresários a encontrarem saídas  no momento difícil que os negócios enfrentam. Para isso, a entidade precisa entender a fundo o real impacto da crise nas micro e pequenas empresas. Respondendo a pesquisa, os empresários poderão contribuir com informações necessárias para a  criação de soluções adequadas para cada necessidade.

Para acessar a pesquisa on line clica neste link e ajude o Sebrae a ajudar você!
Continue Reading
Economia

Alerta SC: Tão grave quanto a pandemia…

O COFEM é uma espécie de fórum das entidades que existe em Lages, porém tal estrutura é no âmbito de Santa Catarina. Estão nesse guarda chuva instituições como a Fiesc, Fecomércio, Faesc, Fetrancesc, Facisc, FCDL e Fampesc. Todas as forças vivas da economia catarinense estão representadas nesse conselhão que emitiu o seguinte posicionamento nesta segunda-feira, 30:

“O COFEM solidário com a sociedade neste momento grave, mas ciente de suas responsabilidades, avalia que, no atual cenário, a paralisação da economia poderá ter consequências sociais tão graves quanto a própria pandemia”.

CENÁRIO

“Passadas duas semanas de quarentena em Santa Catarina, com redução drástica ou interrupção total do faturamento, as empresas estão diante da necessidade de honrar compromissos como a folha de pagamento e diversos outros, enquanto grande parte das medidas de apoio anunciadas não se materializaram na prática ou se mostram insuficientes”

APELO

“Preservar a vida dos catarinenses é prioridade. Sem minimizar a seriedade do problema, contudo, as entidades empresariais catarinenses defendem que, seguindo rigorosos protocolos de segurança e isolamento de grupos de risco, seja autorizada a volta gradativa, mas imediata, das atividades econômicas”.

INCUSIVE…

“Sem isso, muitas empresas, especialmente as pequenas, fecharão e os já elevados níveis de desemprego se ampliarão fortemente. O setor empresarial defende o equilíbrio entre a preservação da saúde da população e a possibilidade de evitar o caos. Quem está premido por uma folha de pagamento ou uma família para alimentar sabe o que é isso”.

ALÉM DISSO

“As federações empresariais esperam do setor público ações concretas de redução de custos e revisão de prioridades no uso do recurso público. São exemplos disso o adiamento das eleições de 2020, com o redirecionamento do fundo partidário para o enfrentamento da crise, e a concessão de férias e redução de jornada de trabalho do funcionalismo. O custo da crise não pode ficar restrito à iniciativa privada e seus trabalhadores”.

A manifestação acima tem a Fiesc como âncora e a concordância unânime dos dirigentes das demais entidades que representam o setor produtivo de SC

Continue Reading
Economia

Mais atividades serão liberadas em SC

Está prevista para o início da próxima semana, com decreto a ser publicado no domingo ou segunda-feira, 30, a liberação de mais algumas atividades em âmbito de Santa Catarina, dentro daquele propósito do governador Carlos Moisés que acenou com o ‘convívio com o vírus’. Ele foi enfático:

“Temos que estar preparados, mitigar os efeitos da crise, sem desprezar ninguém. É dever do Estado e de todos os cidadãos preservar os mais idosos, aqueles que são mais vulneráveis à doença”.

SIGNIFICA QUE...

Algumas atividades poderão, seguindo alguns protocolos de segurança, serem retomadas. Até porque, para garantir o isolamento e o impedimento de determinadas atividades, houve até certo exagero, como da prisão de um dono de oficina em São Joaquim que mantinha os trabalhos, contrariando o decreto 515.

DE UM DONO DE POMAR…

“Se essas oficinas não funcionarem, será o caos para a fruticultura. A maçã não pode ficar uma semana no pomar aguardando para ser colhida, sob pena de perdermos a safra. E se um trator estraga e o dono da oficina está preso, como vamos resolver isso?”

ASSIM, NESSA LINHA

Essas atividades avaliadas como necessárias de serem mantidas, serão gradativamente restabelecidas, até para que as restrições não causem prejuízos ainda maiores que aqueles já contabilizados.

O próprio governador, segundo informa a Secom, apontou que: “O Governo do Estado mantém diálogo com os setores produtivos para a retomada planejada, gradual e segura da atividade econômica”.

***

TERRA ENGENHARIA

EM ATENDIMENTO REMOTO

Profissionais que atuam na Terra Engenharia e Terra Imóveis mantêm trabalho remoto (por telefone, e-mail e whats) no atendimento a clientes. Assim, aqueles contatos iniciados e negócios em andamento, contam com essa retaguarda da equipe Terra. Dúvidas e informações contacte com seu consultor!

Anote o contato: (49) 999149 2327

Continue Reading
Economia

Preço do leite na mira do MP/SC

OTACÍLIO COSTA

Semana passada viralizou equivocadamente um registro de um estabelecimento em Otacílio Costa onde o preço da caixa de leite saltou de R$ 29,00 para R$ 42,00. Mais tarde o empresário dono do supermercado mostrou o documento de recebimento da mercadoria, evidenciando que o preço praticado era maior porque recebera da distribuidora com o preço alterado. Não havia nada de errado por parte do supermercado.

CAMPO BELO DO SUL

Nesta quarta-feira, 25, na Hora da Corneta da Rádio Clube FM 98,3 um ouvinte de Campo Belo do Sul reclamava a mesma situação: Caixa de leite que custava menos de R$ 30,00 no dia 18 de março, uma semana depois estava sendo vendida a R$ 41,00. Na mesma linha, o que o comerciante fez foi repassar o preço daquilo que recebeu da distribuidora com o leite custando mais.

MP ABRE INQUÉRITO

Para interpretar essa realidade estranha de preço no leite com valor quase 40% mais caro, o Ministério Público instaurou inquérito civil. Vai se investigar se as indústrias catarinenses que produzem, distribuem e vendem leite estão praticando o aumento abusivo de preços do produto. Desconfia-se que pode estar ocorrendo um aproveitamento da situação de emergência decorrente da pandemia do novo coronavírus.

ENCAMINHAMENTO

As indústrias têm até hoje, quinta-feira, 26,  para responder às questões levantadas pelo procedimento com a remessa dos documentos e notas fiscais que comprovem suas informações. Para apurar as notícias de aumento abusivo, a Promotora de Justiça Analú Librelato Longo (Florianópolis) solicitou às empresas as notas fiscais emitidas na quinzena anterior à edição do Decreto 515/202 e as notas fiscais das operações efetuadas desde o dia 18 até hoje.

Não, as únicas que não são vilãs nessa história de preço mais elevado do leite no mercado, são essas simpáticas matrizes

***

EMPÓRIO DAS CARNES

INFORMA SUA CLIENTELA

Continue Reading