LOCALIDADE DE SUMIDOURO NA GIGANTE ASTRO TERÁ ATO DA SEQUÊNCIA DA COLHEITA DE 2026
Nem dá para falar em início da colheita da maçã em São Joaquim porque a fruta vem sendo retirada dos pomares há 40 dias. Porém, um ato nesta quinta-feira, 05, celebra o gigantismo dessa atividade para a economia não só de São Joaquim, mas de Santa Catarina. O próprio governador Jorginho Mello se úne à Sheila Forgerine Zanette, presidente da AMAP, demais dirigentes da entidade e anfitriões da Astro Agrocomercial para a solenidade da colheita da maçã em São Joaquim.
DADOS IMPRESSIONAM EM SÃO JOAQUIM
O município é o maior produtor da fruta no Brasil. Para se ter ideia, de cada três maçãs produzidas no País, uma sai dos pomares joaquinenses, principalmente as variedades Gala (que está sendo colhida) e a Fuji (de colheita a partir da segunda quinzena de março). Ano passado o Brasil colheu 850.000 toneladas de maçã. Até meados de maio, quando as últimas Fuji deixarem os pomares, o País deve ultrapassar a barreira das 1.000.000 de toneladas. As projeções estão no gráfico abaixo:
Esses dados são da entidade que agrega os produtores de todo o País e aquele quantitativo significativo de toneladas no Rio Grande do Sul sai, principalmente, de Vacaria e Bom Jesus, nos Campos de Cima da Serra no território gaúcho.
CAUTELA EXTREMA DO POMAR
AO TRABALHADOR RURAL
São Joaquim possui aproximadamente 2 mil produtores de maçã. Há alguns pomares de grandes empresas (Schio, Hiragami, para citar dois exemplos). Mas a maioria é empreendimento de médios e, principalmente, de pequenos produtores. No caso dos pequenos, a própria família faz a gestão que inclui até 40 banhos de defensivos de proteção da planta e da fruta antes da colheita. A partir de médios produtores, a cautela é extrema para, quando da chegada da safra, não faltar mão de obra. São providenciados alojamentos, refeitórios, instalações diversas que atendem aquilo previsto nas normas. Colaboradores são contratados por empreitadas ou com registro de trabalho. E uma desatenção ou outra é exceção na regra seguida pelos fruticultores porque não estão fazendo investimentos para uma única safra.
Equipamentos de proteção e o protocolo comum nos pomares se repete diariamente na tarefa rotineira de trabalhadores que atuam no período de colheita.











