Polícia

Lageano ouvido na Operação Alcatraz

Juíza Federal Janaína Cassol concedeu mais duas semanas de prazo, atendendo a solicitação da Polícia Federal que trabalha em conjunto com técnicos da Receita Federal para apurar indícios de crimes naquela que foi denominada Operação Alcatraz. Assim, a PF tem até sexta-feira da semana que vem, dia 28 (ou no primeiro dia útil de julho) para concluir o inquérito.

RESPINGOS NA SERRA?

A Polícia Federal intimou um ex-diretor da SC Parcerias para prestar depoimento. O Executivo, cujo nome não foi revelado, pretendia ser ouvido em Lages, porém precisou se deslocar à sede da PF na Capital para prestar informações. Não se trata de envolvimento, em tese, em práticas irregulares. Mas a oitiva visa encaixar algumas peças no quebra-cabeças da operação, a partir de informações novas surgidas durante o andamento do inquérito.

DELAÇÃO A CAMINHO

Nelson Nappi Júnior, que era diretor de Tecnologia da Alesc até o estouro da Operação Alcatraz, negocia delação, cujo teor pode constar do inquérito. Aquilo que ele apontar deve ser acompanhado de comprovação. Mas como atuou como Adjunto da Secretaria de Estado da Administração, Nappi pode saber coisas suficientes para tirar o sono de quem atuou em alguns setores do governo passado.

Material apreendido na operação da PF e Receita de onde saíram alguns conteúdos que constarão do inquérito cujo prazo foi prorrogado até a virada do mês.

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Polícia Política

Política SC: Depois de Alcatraz agora Chabu

Alguns políticos catarinenses convivem com o inferno astral antes apenas visto no noticiário nacional. Mês de maio foi indigesto ao presidente da Alesc, deputado Júlio Garcia, cujos endereços foi alvo de busca e apreensão na Operação Alcatraz. Se foi ruim para Garcia, pior para o prefeito Gean Loureiro, um dos alvos da Operação Chabu. Ambas operações são da PF. No caso do prefeito de Floripa ele passa a terça-feira, 18, detido numa sala da PF na Avenida Beira Mar da Capital.

RAZÃO DA OPERAÇÃO

Além de Gean Loureiro, o ex-secretário da Casa Civil de Pinho Moreira, Luciano Veloso, delegado da PF, Fernando Caieron e Marcelo Winter (PRF) estão entre as quatro prisões confirmadas para tomada de depoimento e outros procedimentos. Todos são suspeitos de participar de um grupo que fornecia e obtinha informações privilegiadas de operações policiais que miravam o combate a práticas ilícitas em estruturas públicas do Estado.

PF DE BRASÍLIA EM SC

Essa operação desencadeada nesta terça-feira, 18, foi executada pela PF de Brasília. A informação da Polícia Federal é a seguinte:

“Durante as investigações foram apuradas práticas ilícitas, dentre as quais envolve o vazamento de informações a respeito de operações policiais a serem deflagradas até o contrabando de equipamentos de contra inteligência para montar ‘salas seguras’ a prova de monitoramento em órgãos públicos e empresas”.

Gean Loureiro nesse registro de arquivo com Michel Temer numa caminhada de campanha em Floripa. O prefeito de Floripa não está mais filiado ao MDB, sigla pela qual se elegeu em 2016.

SIGNIFICADO POLÍTICO

Por mais que a situação seja explicada e explicável, a condução do prefeito Gean Loureiro à PF, causa-lhe um desgaste gigantesco, repercutindo muito no seu projeto de concorrer à reeleição em Florianópolis. A prisão ocorre um dia após o deputado João Amin ter tornando público a ideia de concorrer à prefeitura da Capital em 2020.

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Polícia

Acusado de assassinato está preso

Assunto mais comentado e lamentado durante o final de semana em Lages foi o assassinato do empresário Guilherme Muniz de Oliveira, 26 anos. Ele se desentendeu com Juliano Stefani, 35 anos, conhecido pelo apelido de Latino. De acordo com informações, após um atrito na fila de um carrinho de lanche, Latino teria lançado mão de uma faca (foto) com a qual acertara a vítima mortalmente.

Arma utilizada pelo acusado do assassinado do jovem empresário que possuía um pequeno restaurante de comida japonesa na Avenida Presidente Vargas

APÓS O CRIME

Stefani evadira se do local após o ocorrido, permanecendo o domingo e a manhã de segunda-feira foragido. No início da tarde deste dia 10, apresentou-se na 2.ª Delegacia de Polícia do bairro Coral acompanhado de advogado. Interrogado pelo delegado Márcio Schultz, o acusado ficou em silêncio. Não havia mandado de prisão contra ele e o período de flagrância havia terminado, razão que o manteve livre após a apresentação na DP.

PRISÃO DECRETADA

Tão logo fechou as informações, a autoridade policial peticionou pela prisão preventiva do acusado. O Judiciário deferiu e ato contínuo os delegados Márcio Schultz e Eduardo Mendonça procederam à prisão de Juliano Stefani. No portal Notícia no Ato, o colega Jatir Fernandes informa que quando se deslocaram à residência do acusado no bairro Vila Maria, os policiais receberam informação que Stefani não estava. Com mandado de prisão na mão os policiais imprimiram busca, localizando e prendendo o acusado.

Foto exclusiva de Jatir Fernandes para o Notícia no Ato mostra o acusado algemado após a prisão pelo delegado Márcio Schultz e equipe da 2.ª DP

Fotos: Jatir Fernandes – Notícia no Ato

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Polícia

Lages: Câmara reconhece atuação da PC

Vereadores Maurício Batalha, Bruno Hartmann e João Chagas foram autores de uma ‘ocorrência’ que merece registro. Propuseram uma sessão para homenagear a Polícia Civil, através de profissionais que, na discrição atuam na investigação e combate à criminalidade. Além da instituição em si, agentes de polícia, escrivães e delegados receberam a reverência justa e adequada. “O povo de Lages tem muito a agradecer a todos vocês, policiais civis, que dedicam suas vidas a prestarem um excelente serviço em prol da população”, enalteceu o vereador Chagas.

Veio a Lages participar da homenagem o delegado-geral da Polícia Civil em Santa Catarina, Paulo Norberto Koerich (esquerda) no registro com delegado Renan Pellenz Scandolara e Roberto Carpeggiani Moreira e a agente Cláudia Moreira.

Antes das homenagens, parte da equipe que integra a Polícia Civil na plateia, com delegados, escrivães e investigadores (agentes)

Delegada Regional Luciana Rodermel com os vereadores Batalha e Chagas que propuseram o reconhecimento no Legislativo

Delegado delegado Giovanni Limas Floriani e agente Anderson dos Santos com os vereadores Pedro e Jean Pierre

Escrivão Moacir Proença e a delegada Luciana Rodermel na reverência do legislativo lageano

Delegado Robson Giovani da Silva e agente Janete de Oliveira com os vereadores Luiz Marin e Chagas

Delegados Rochell Amaral da Silva e a agente Franciele Eble da Central de Polícia e a delegada Luciana Rodermel

Diretor de Polícia do Interior, delegado Fabiano Rizzati e o delegado Sérgio Roberto de Sousa da DIC de Lages

Com os vereadores Thiaguinho e Jair Júnior delegados Marcio Schutz e Eduardo de Mendonça e o agente Eduardo Stamm.

Aqui os delegados com o delegado-geral da Polícia Civil em Santa Catarina, Paulo Norberto Koerich

23% A MENOS DE HOMICÍDIOS EM SC

Koerich aproveitou a ocasião para destacar que Santa Catarina apresentou uma redução de 23% no número de homicídios em relação ao ano anterior, tornando o Estado com padrões de resolubilidade de crimes a nível internacional. “Lages, assim como outras regiões do Estado, serve de exemplo, pois todos os casos de homicídios estão elucidados”, ressaltou e completou: “Esses resultados nos fazem comemorar, mas ao mesmo tempo se transformam em responsabilidade, pois temos que manter esses índices”.

Fotos: Assessoria da Câmara de Lages

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Polícia

Juri em Lages: PM da reserva pagará multa

Há quatro anos um policial militar da reserva fora absolvido em juri na Comarca de Lages pela morte de um homem, crime ocorrido em 2008 durante uma discussão originada por perturbação de sossego (som alto). MP recorreu da absolvição ao TJ/SC. Novo julgamento ocorreu nesta terça-feira, 04. Dessa feita os jurados desclassificaram o delito para homicídio culposo (sem intenção de matar).

Juiz Geraldo Bastos conduziu os trabalhos do novo julgamento com o mesmo acusado em crime ocorrido faz 11 anos em Lages

ASSIM

Houve a condenação de um ano de detenção, pena substituída por prestação pecuniária, a partir do enquadramento feito pelo juiz Geraldo Corrêa Bastos, presidente do Tribunal do Juri. Promotor Fabrício Nunes atuou na acusação e coube às advogadas Roberta Fernandes e Janaína Maines a defesa, que sustentou a ausência de intenção de matar.

Advogadas Roberta Fernandes e Janaína Maines (direita) atuaram na defesa do acusado durante o primeiro juri de junho na Comarca de Lages

LEMBRANDO O CASO

O cidadão julgado atuou como policial militar por 30 anos. À época a vítima perturbava o sossego do acusado e demais moradores no bairro Ferrovia com som exorbitante. A PM atendeu a ocorrência por três vezes. Na manhã seguinte, a perturbação continuava, quando o réu foi até a residência e atirou, causando a morte do vizinho barulhento. A defesa sustentou que o PM da reserva só atirou para se defender, já que a vítima e outro homem tinham o intuito de agredi-lo.

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Polícia

Morte por som alto vai a Juri em Lages

Presidente do Tribunal do Juri da Comarca de Lages, Juiz Geraldo Bastos, fechou a pauta de julgamento deste mês. Serão três sessões de julgamentos nas três primeiras terças-feiras de junho.

NESTA TERÇA-FEIRA

Crime ocorrido no ano de 2008 no bairro Ferroviária leva o suposto autor ao banco dos réus nesta terça-feira, 04. O acusado matou o vizinho porque este o incomodava, assim como aos demais moradores, com som alto.

Juiz Geraldo Bastos, sentado e atento, coordena o Tribunal do Juri da Comarca de Lages

OUTRAS PAUTAS

O segundo julgamento ocorrerá no dia 11 de junho. Um homem será julgado por tentativa de homicídio. Ele teria atingido a vítima com uma facada na região do abdome quando a encontrou na rua, no bairro Popular. O fato é de 2015. No último júri popular de junho, marcado para o dia 18, haverá seis réus. Todos são acusados de homicídio. Pelo que consta na denúncia, o grupo teria discutido com a vítima em um bar localizado no interior de Lages e a discussão continuado em outros dois momentos. No último, no bairro Tributo, os homens teriam o espancado na região na região da cabeça, o que causou a morte da vítima.

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Polícia

DIC: Toyota, munição e 2,3 kg de maconha

Equipe da Divisão de Investigação Criminal – DIC – de Lages, coordenada pelo delegado Sérgio de Souza, fechou a semana logrando êxito numa operação para desmantelar uma das ramificações do tráfico de drogas na cidade. A partir do cumprimento de três mandados de buscas domiciliares, expedidos pela 3.ª Vara Criminal do Fórum da Comarca de Lages, houve ações no Centro e no bairro Vila Nova.

RESULTADO DA AÇÃO

Durante as diligências foram presos dois investigados. Foram também localizados, a partir do mandado de busca e apreensão, mais de 2 quilos de maconha. Com os detidos foram encontradas munições e certa quantia em dinheiro. Para fins de investigação foi recolhido um veículo Toyota Corola, em poder de um dos investigados.

DESDOBRAMENTOS

Os investigados foram autuados em flagrante pelos delitos de tráfico de drogas e posse irregular de munições. O investigado autuado por tráfico foi encaminhado para o Presídio Regional de Lages. O segundo investigado, que foi autuado por posse irregular de munições de uso permitido, pagou fiança no valor de R$ 1 mil e foi liberado para responder o processo em liberdade.

Munição encontrada com um dos investigados, além de dinheiro e a maconha que seria comercializada provavelmente em Lages – porque 2,3 quilos não é quantia para consumo próprio, caracterizando tráfico

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