Polícia

Presidente da Alesc se acidenta na BR-282

Colisão frontal envolveu veículo Mitsubishi conduzido pelo deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa, Júlio Garcia (PSD) e um veículo Ford Focus com placas de Curitibanos. O parlamentar teria se perdido na entrada da Fazenda de Turismo Rural Boqueirão e, ao fazer uma manobra de retorno, teria batido frontalmente a caminhonete Mitsubishi contra o Focus. Garcia estava com a esposa Adalgisa.

FRATURA NUMA PERNA

Júlio Garcia sofreu fratura em uma das pernas e foi conduzido à emergência do Hospital Nossa Senhora dos Prazeres. Mesma destinação da sua esposa e ainda do casal ocupante do Focus, cuja caroneira permaneceu deitada sofre o asfalto enquanto aguardava o atendimento do Samu, para evitar que alguma movimentação interferisse em seu estado de saúde.

Acidente ocorreu numa espécie de trevo improvisado na curva situada a frente da Puris. O referido acesso não é regular porque foge dos padrões de segurança da rodovia. No registro o Focus com a frente destruída com a força da pancada e à esquerda o veículo do deputado Júlio Garcia e o parlamentar sentado na grama enquanto aguardava pelo atendimento de urgência.

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Polícia

91 anos de pena a assaltantes do Sagrado

A justiça condenou cinco homens acusados por associação criminosa, roubo, corrupção de menores e porte ilegal de arma de fogo. Todos envolvidos em um assalto à residência em Lages, na Serra Catarinense, em janeiro deste ano. Um deles é parente das vítimas e teria passado a informação de que na casa havia a quantia de R$ 700 mil, porém, ao abrirem o cofre, constataram que o montante se resumia a R$ 45 mil.

MODUS OPERANDI

O grupo planejou a ação com base nas informações do familiar das vítimas. Sabiam a rotina, sobre os bens que possuíam e onde ficava o cofre e o dinheiro que pretendiam subtrair. Para acessar a propriedade, um casal, formado por um dos réus e uma adolescente, simulou ter interesse em alugar um imóvel. Com a reposta de que não existia nada para locação, pediram para usar o banheiro e tomar um copo de água. Armados, anunciaram o assalto.

AINDA O EPISÓDIO

Outro homem, também armado, entrou na casa. Eles agrediram, amarraram e ameaçaram as vítimas de morte. Para obrigar a mãe falar onde estava escondido o cofre e a senha, praticaram “roleta-russa” com o filho. Sem o código, arrancaram o cofre do armário e fugiram usando o carro da mulher. Enquanto isso, dois homens aguardavam na rua lateral para auxiliar na fuga. No litoral norte, outro acusado abriu a caixa de metal e fez a divisão do dinheiro.

PENAS IMPOSTAS

Por associação criminosa, roubo, porte ilegal de arma de fogo e corrupção de menores, o homem que acompanhava a adolescente foi condenado a 20 anos de reclusão. O acusado que entrou depois do casal foi condenado pelos mesmos crimes e a 15 anos de reclusão. Um dos réus que esperava do lado de fora recebeu a condenação de 18 anos. O que abriu e se desfez do cofre a 21 anos. A condenação para o parente das vítimas foi de 17 anos, por associação criminosa e roubo.

Informação confirma a agilidade do Judiciário em Lages onde os crimes ocorridos em janeiro tiveram sentença condenatório num intervalo de 9 meses

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Polícia

Unick é alvo da PF no RS. Aqui tudo certo?

Pelo menos 10 pessoas foram presas nesta quinta-feira, 17, durante operação da Polícia Federal na Grande Porto Alegre. Os alvos foram gestores da gaúcha Unick Forex. A operação não foca ressarcimento de dinheiro para um ou outro investidor eventualmente arrependido ou prejudicado. Foco dos policiais federais se direciona à apuração de lavagem de dinheiro, crime contra o sistema financeiro e também contra a economia popular, além de evasão de divisas e organização criminosa.

NADA EM SC

Pelas informações que a PF exteriorizou, a operação se estende a outros Estados. Porém, nada em Santa Catarina. De acordo com o informado no Zero Hora, a investigação da PF vem desde 2017 e aponta o fato da remuneração dos clientes se basear na lógica de que os mais antigos investidores seriam subsidiados com o dinheiro dos novos participantes “o que caracterizaria a modalidade de pirâmide”.

AUTORIZAÇÃO

Delegado Alexandre Isbarrola detalhou a operação citando que a captação de recursos de clientes somente pode ser feita com autorização legal. Até porque, será o Banco Central que irá garantir o ressarcimento aos clientes, caso ocorra algum problema na operação. “Esses investimentos não conseguem arcar com os lucros prometidos pela Unick”, aponta outro delegado da PF, Aldronei Pacheco.

E AQUI NA SERRA?

Não há um único resquícios de reclamação de clientes em relação à operação de empresas do gênero na Serra Catarinense. Tanto em Lages quanto em outros municípios, como Campo Belo, por exemplo, esse tipo de operação ocorre na mesma linha dessa que virou notícia em Porto Alegre. Por enquanto, ninguém por aqui tem reclamado de não receber aquilo prometido em termos de rendimento. Pelo menos por enquanto!

Esse registro é de outra operação da PF sobre o assunto em março deste ano. Nesta quinta-feira, 17, além de documentos e bens (como veículos de luxo), 10 pessoas foram presas no RS

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Polícia

BR-282: Mulher morre no trecho do Cerrito

Porque a notícia não tem hora, colega Jatir Fernandes conferiu a ocorrência trágica na BR-282, distante 7 km do trevo com a BR-116 em direção ao Cerrito. Eram 20h57min do sábado quando uma colisão frontal no km 231 da rodovia – antes de chegar à entrada do Salto Caveiras no sentido Lages ao Oeste – resultou na morte de uma mulher.

ENVOLVIDOS

Um veículo GM Classic e um GM Celta colidiram frontalmente. Esse último chegou a registrar fogo na parte do motor. Samu, PRF e Bombeiros atenderam a ocorrência que resultou na morte de Nadir de Liz, 67 anos. Ela estava no veículo Classic com placas de São José/SC.

Do portal Notícia No Ato que acompanhou a ocorrência o registro da colisão com a situação em que ficou o veículo Celta após a colisão na BR-282

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Polícia Política

Contraponto ao episódio envolvendo PM

Quando o noticiário não é favorável, melhor estratégia é deixar o tempo passar. Daí vem outra notícia, novo acontecimento e aquilo vai ficando num canto, visto que a velocidade da informação, acelerada ainda mais pelas redes sociais, impõe essa realidade editorial de se consumir os assuntos do dia e os anteriores irem ficando de lado.

ENTÃO

Foi desnecessária a postura do vereador Sargento Sobrinho de ir para a tribuna do legislativo puxar de volta ao noticiário a questão da prisão dos policiais militares, suspeitos de participarem (direta e indiretamente) da execução de um rapaz no mês de julho em Lages.

O QUE DISSE SOBRINHO?

Na manifestação, vereador do DEM deu a entender que o delegado Sérgio Roberto de Souza, que conduziu o inquérito, na investigação da DIC, não deveria ter se referido aos policiais militares como ‘justiceiros’. Sobrinho apontou que:

“Nos deixa triste que, num primeiro momento, a pessoa que estava à frente das investigações usou o termo de justiceiros. Que a Polícia Militar estava fazendo justiça pelas próprias mãos”.

EM NOME DOS POLICIAIS

O vereador aponta que falou na Câmara a pedido dos policiais em geral. “A policiada no geral está incomodada e me chamou para uma reunião e pediu que falasse em seu nome. Não quero colocar nenhuma instituição contra a outra. Muito pelo contrário, mas não é justo colocar todos os policiais militares em uma vala comum”.

POIS ENTÃO

Questão que envolve os três policiais (dois homens e uma mulher) foi fato lamentável, porém isolado. Não existe uma viva alma em Lages colocando a PM na vala comum. Muito menos batendo ou combatendo a instituição que se quer está arranhada pela situação. Há um lamento dos policiais militares por ver colegas de farda presos por uma infelicidade que nenhum deles está livre de vivenciar. Mas não dá para transferir esse entristecimento, chegando-se a culpar outros pelos desdobramentos.

MAS

O vereador Sargento Sobrinho, que honra a farda e a segue usando mesmo na reserva, evidenciando a correta devoção à briosa, deve ter cautela para não criar animosidade batendo em outra instituição (Polícia Civil) ao tentar defender a PM. Não carece uma operação de ‘salvamento’ da Polícia Militar, cujo comando agiu de forma transparente e correta no episódio.

COMO DISSEMOS

Além de lamentar ver três seres humanos dos quadros da PM fora do combate, reverencie-se o trabalho investigativo da Polícia Civil e deixemos o assunto num canto para que as estruturas a quem compete a instrução dos procedimentos o façam. Mexer na questão machuca um contingente que segue nas ruas fazendo aquilo que lhe é missão: proteger as pessoas de bem.

Manifestação do vereador Sargento Sobrinho foi desnecessária, visto que a essas alturas a PM não carece de defesa, visto que a instituição e ampla maioria de seus integrantes segue sendo merecedores de ampla e irrestrita confiança e crença da sociedade.

 

AINDA HÁ UNIDADES À VENDA!

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Polícia

BR-116: Jovem morre em Correia Pinto

Eram por volta das 9 da noite da terça-feira, 24, quando uma colisão frontal mobilizou socorristas da concessionária que administra a BR-116 na altura do Km 233 antes da chegada ao pedágio instalado em Correia Pinto, aqui na Serra Catarinense. Dois automóveis, um Classic com placas de Santo Antônio da Platina/PR e um GM Corsa de Otacílio Costa se espatifaram na pista após uma colisão frontal.

VÍTIMA FATAL

O condutor do Corsa de Otacílio Costa sofreu escoriações e foi conduzido para atendimento hospitalar. Já o jovem de 23 anos oriundo da cidade paranaense de Santo Antônio da Platina não teve a mesma sorte. Ele morreu no local devido às múltiplas fraturas causadas pelo grave acidente.

A situação de um dos veículos envolvidos na colisão frontal na BR-116 na noite da terça-feira que resultou numa morte

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Polícia

Clube FM: Bastidores do crime dos PM

Comunicador Daniel Goulart realizou com exclusividade uma entrevista com o Delegado Sérgio de Souza. Ele é titular da DIC, divisão que investigou os detalhes da execução praticada contra uma pessoa em Lages e que teve o envolvimento de três policiais militares, um deles, uma policial, além de um quarto envolvido que não é do quadro da PM. Não é permitida a divulgação dos nomes dos envolvidos pelo fato do processo seguir sob o manto do sigilo judicial.

Registro de arquivo de uma entrevista do delegado Sérgio Souza. Sobre o esclarecimento da execução que tem policiais militares envolvidos, a autoridade policial falou com exclusividade à Clube FM

AMEAÇA A OUTRO POLICIAL

Na entrevista levada ao ar nesta terça-feira, 24, no programa Clube Repórter da Rádio Clube FM, a autoridade policial detalhou circunstâncias do crime. Inclusive relatando o perfil da vítima que fora assassinada, assim como a hipótese de que uma testemunha, outro policial, correr risco de ser assassinato pelos acusados, como vingança por desconfiança de que estariam sendo delatados. Confira o que diz o Delegado Sérgio Souza nessa conversa exclusiva a Daniel Goulart:

Daniel Goulart  – Qual foi a motivação do crime?

Delegado Sérgio – A motivação se deu por conta disso, os autores estavam cansados, sobretudo os policiais militares envolvidos e o que não era policial militar, estavam cansados de presenciar situações onde a vítima, Erick era flagrada, processada em crimes predominantemente de furto e sempre conseguia sua liberdade. Era solto e novamente voltava à prática desse tipo de delito. Por conta disso os acusados resolveram fazer vingança privada, localizar e executar a vítima.

Daniel Goulart – Quantas passagens pela polícia tinha o Eric, vulgo Pedrão?

Delegado Sérgio – De fato o Eric não era uma que tinha bons antecedentes. Ele possuía diversas passagens. São mais de 70 boletins de ocorrência que ele possuía. Ele já teve três TC (termos circunstanciados) por crimes diversos, 18 inquéritos policiais e cinco prisões em flagrante. E mesmo assim continuava nas ruas, livre e praticando novos crimes.

Daniel Goulart – É verdade que os PMs tramavam a morte de uma das testemunhas:

Delegado Sérgio – Durante as investigações nós conseguimos informações, fidedignas ali, através de trabalho técnico especializado, onde dois dos três policiais militares e aquele terceiro que não era policial militar, eles acreditavam que uma determinada pessoa seria quem havia delatado eles para as autoridades, ajudando a identificar a participação deles. E com isso, entre esses três investigados, surgiu sim a vontade deles de, literalmente, apagar a testemunha. Eles utilizaram o termo ‘a testemunha iria amanhecer com a boca cheia de formiga logo, logo.

Daniel Goulart – Informação que chegou à nossa Central de Jornalismo é de que essa testemunha seria um próprio policial. O senhor confirma isso?

Delegado Sérgio – Na verdade, nem tem essa testemunha. Não tem um policial como testemunha na investigação. Mas na cabeça dos investigados, eles acreditavam que um outro policial militar era testemunha do processo, do inquérito policial e por isso eles realizaram essa reunião e dali surgiu essa vontade deles de se vingar da testemunha. Por conta deles acharem que a suposta testemunha havia delatado eles.

Daniel Goulart – Possivelmente matariam o próprio companheiro?

Delegado Sérgio – O termo que eles utilizaram de que a testemunha iria amanhecer com a boca cheia de formiga dá a entender que sim, que a intenção deles era matar essa testemunha. Calar a boca dela.

Daniel Goulart – O investigado que não é PM passou por cinco depoimentos. Em qual momento ele confessou o crime?

Delegado Sérgio – O primeiro interrogatório ele mentiu. Ele falou que não tinha conhecimento dos fatos. Após o encerramento desse interrogatório foi mostrado ao investigado as provas que já possuíamos, com provas técnicas, imagens e outros depoimentos. Foi quando ele viu que a investigação já tinha conhecimento quase que total do fato ocorrido. E visando pleitear até responder o processo em liberdade, ele começou a colaborar e confessar a participação dele e dos demais envolvidos. A partir do segundo interrogatório que ele começa a esclarecer o fato como ele ocorreu.

Daniel Goulart – E como ocorreu o fato?

Delegado Sérgio – Dois dos policiais militares e esse envolvido que não é PM, eles jogavam futebol juntos, já tendo uma convivência de um mesmo meio social e costumavam sair juntos. Por conta dessa relação, a pessoa que não é policial já tinha sido vítima de crime de furto do Eric, vulgo Pedrão. E por conta desse furto eles nunca viram o Pedrão ser preso por conta daquilo. E na cabeça de muitas pessoas, a punição só ocorre quando a pessoa é presa, e isso não é verdade. Tem processo e uma infinidade de penas. Por conta dessa amizade entre eles, da conversa que tiveram sobre o furto e da conduta e histórico do Eric, desde esse fato, que mesmo sendo preso, respondendo diversos processos continuava nessa vida de realizar certa prática delituosa. Acredito que isso causou um desconforto tanto para o policial quanto para aquele não policial e dali surgiu a ideia deles poderem praticar por conta própria a vingança privada.

Daniel Goulart – Dos três PMs envolvidos, uma é policial feminina. Os três participaram diretamente na execução?

Delegado Sérgio – Atos executórios mesmo quem praticou foi só um policial militar. Que foi lá e estrangulou a vítima. A policial militar feminina ela estava presente, ela presenciou uma série de atos ali executórios, no entanto, ela própria não executou atos executórios.

Daniel Goulart – Ela não colocou a mão?

Delegado Sérgio – Não, ela não colocou a mão. Só que nós agentes públicos, sobretudo policiais, em serviço ainda nós temos a obrigação de em qualquer situação que caracterize crime, nós temos a obrigação de fazer cessar a conduta e levar aquela pessoa (que estiver cometendo crime) a ser responsabilizada a frente de quem quer que seja. Seja delegado de polícia, seja no caso ali outras autoridades. Se eu como delegado de polícia presencio um policial meu torturando e executando uma pessoa até levar essa pessoa à morte e fico inerte, eu respondo igualmente aos atos praticados por ele. Respondo como se tivesse praticado a morte, dolosa. É o que aconteceu com a policial do sexo feminino. Ela estava presente, ela presenciou, ela aderiu à ideia, ela aceitou. Por isso ela está presa e vai responder esse processo. E o outro policial militar, o terceiro, não estava presente no momento. No entanto, ele é o que orquestrou o negócio junto com o outro policial. Ele é o que viabilizou toda a empreitada criminosa.

COLABORAÇÃO DA PM

Daniel Goulart indagou sobre a colaboração dada pela PM para contribuir à elucidação do crime. O delegado Sérgio de Souza apontou que não poderia detalhar essa situação porque são questões internas da Polícia Militar de investigação. Entretanto, apontou que o Comando da PM em Lages, através do Tenente Coronel Alfredo, tão logo teve conhecimento do próprio titular da DIC sobre a investigação, colaborou e facilitou acesso a documentos e informações (inclusive filmagens) que ajudaram na elucidação do ocorrido.

Os três integrantes da PM, sendo uma policial do sexo feminino, respondem a inquérito militar aberto no âmbito do Comando da Corporação em Lages. O trio está recolhido em espaços próprios da PM para esse tipo de situação, enquanto se aguarda a instrução do processo.

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