Cotidiano

Condenação: Defesa de Elizeu emite Nota

“Para a Defesa, a condenação é descabida, pois não existem provas de que Elizeu cometeu qualquer crime. A sentença é questionável por diversos ângulos. Primeiro, existem diversas nulidades e houve um flagrante cerceamento de defesa, o que macula o julgamento.

Depois, as teses da acusação não foram provadas. Muito ao contrário, as provas acostadas aos autos demonstraram que não houve fraude em licitação, direcionamento ou dispensa ilegal, nada disso, e a contratação emergencial da empresa para suprir o problema da água e saneamento de Lages era imprescindível, e os serviços foram efetivamente prestados”.

Esse é o trecho inicial de uma Nota Oficial emitida sobre a condenação a 24 anos, 4 meses e 13 dias ao ex-prefeito Elizeu Mattos, acusado de três crimes a partir de investigação da operação Águas Limpas desencadeada em meados de 2014. A nota combate várias interpretações (e não interpretações) judiciais do magistrado, juiz substituto Jean Everton da Costa, para se chegar à sentença que a defesa carimba como descabida.

POR FIM

A defesa de Elizeu apontar respeitar a decisão do Juiz da 2.ª Vara Criminal de Lages “mas entende que a condenação só seria possível se fossem ignoradas as amplas provas de que não existem crimes. E, ao que se verifica, a sentença as ignorou e afastou-se do costumeiro acerto”. Ainda aponta que buscará, no recurso ao TJ/SC reverter (ou pelo menos reduzir) a pena imposta.

Elizeu em atividade política neste ano. Embora condenado, sua situação política ainda não contém impossibilidades de eventuais disputas, assim como ocupação de cargos, mas a decisão judicial determina que, esgotado o recurso cabível, ele perderá até o cargo que ocupa como assessor parlamentar na Alesc

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