Cotidiano

Denise: Um luto que se estende a todos nós

A flor mais bela da dona Zilda Pacheco Agustini, como descreveu o irmão, Fernando Coruja, aprontou essa com a gente. Partir assim em pleno carnaval, desfilando na passarela para céu, deixando seus colegas de advocacia, do magistério, amigos e familiares nesse silêncio do vazio causado pela perda.

CONSTERNAÇÃO

A morte de Denise Agustini causa aquela consternação típica da perda de pessoas que a gente sempre gostou de graça pelo jeito acolhedor, sempre conciliadora e cheia de graça. “Àquela que é incansável em nos amar e demonstrar que esse amor é que nos torna essa família unida e orgulhosa uns dos outros”, escrevera o irmão Coruja em um dos aniversários da Nega.

Lá foi ela para perto das estrelas, como o pai, seu Vitório, que nos deixou naquela metade triste de 2017

Ao se referir aos irmãos Flavinho, Bochecha, Coruja e Pedro Ivo, Denise usou uma frase de Taty Bernardi: ‘Ter irmão é ter a infância guardada no coração de outra pessoa’

CHEIA DE PLANOS

Por causa da atividade como gestora na Unimed, como professora no Sigma e a atuação na atividade jurídica, Denise Agustini de Bona Sartor estava de olho na aposentadoria. Passara no INSS dias desses para conferir a documentação. Nada de parar, mas usufruir de um direito. Nossa solidariedade a toda família, especialmente à Ana Luisa Agustini e ao João Bruno Agustini, que perdem a mãe e também ao Bruno de Bona Sartor, que se despede da Nega, como era carinhosamente chamada pelos seus.

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