Cotidiano

Obras: Nem toda crítica tem fundamento

PRESSA EM CRITICAR MOSTRA DESCONHECIMENTO

Porque a rede social permitiu que pessoas que nunca colocaram um tijolo em cima do outro emitam opiniões como se engenheiros fossem, no primeiro semestre não faltaram disparos sobre inconsistências na mobilidade enquanto se executava a revitalização da Praça da Catedral. “Esqueceram do acesso de cadeirantes”. Esse foi um dos disparos dos críticos, que não se deram ao trabalho se quer de perguntar antes de contrariar.

A mobilidade está garantida com essa travessia elevada, garantindo segurança e acesso entre o largo da Catedral e a praça da frente da igreja…

O lado logo abaixo da praça em direção à Rua Nereu Ramos recebeu o mesmo sistema de acessibilidade, assim como haverá tal providência nas laterais da praça

Se os ‘criticadores’ tivessem esperado a sequência normal da obra teriam economizado nas palavras e na queima de neurônios

E NÃO É SÓ ALI…

Nesta semana também circulou nas redes sociais o olhar de ‘heingenheiro’ de um vivente questionando a calçada do revitalizado Calçadão Túlio Fiúza. O ‘heingenheiro’ queria saber como portadores de necessidades iriam vencer a ignorância da obra executada erradamente. Mas o erro foi do opinante, visto que as peças são de alerta e não de direcionamento daqueles que utilizam a calçada.

Apesar do berreiro, neste caso não tem erro. Mas tem ‘heingenheiro’ que opina incorreção nessa situação

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