Cotidiano

Obras: ‘Feiura das crianças’ antes de nascer

Há insistência forte em tentar carimbar a atual administração como aquela de obras mal feitas. Há em algumas situações até um pouquinho de razões questionativas pelo feitio de obras que causam tal impressão.

PORÉM

Visualiza-se certo exagero no âmago de combater o fato das coisas estarem acontecendo. Há exemplos nesse sentido. Um deles é o inconformismo com as vias laterais do Calçadão da João Costa. As pessoas entendem que a calçada ali existente e ainda o degrau de acesso à praça se constituem no cúmulo da falta de noção de engenharia e mobilidade.

Essa foto ilustra a crítica e as pedradas ao Paço por causa de uma obra que acaba recebendo o carimbo de mal feita

ENTRETANTO

A explicação oficial tem sua lógica. A rua Nereu Ramos (ali à esquerda), passará pela revitalização. Se houvesse implantação de calçada nova, essa teria que ser demolida adiante, causando desperdício de dinheiro público (e daí mais críticas). Assim, foi deixada essa ‘espera’ pela revitalização paralela. Embora transeuntes considerem o local uma armadilha à espera de um pedestre menos avisado.

OUTRO EXEMPLO

Internauta e observador do cotidiano da paróquia, Lali Savedra, foi para a rede social – e inclusive a colega Olivete Salmória compartilhou em sua página – as críticas por falta de acessibilidade à praça da Catedral, com a remodelação. A resposta é simples, mas também uma tijolada ao crítico: a obra não está pronta. Admitamos, respeitando o direito à criticidade e fiscalização, mas jogar pedras nos defeitos numa obra que não está pronta, é como falar da feiura de uma criança que nem nasceu.

O ‘engenheiro’ Lali Savedra se deu ao trabalho de medir a obra ainda não concluída para criticar o que ele aponta como mal feito. Ele poderá ter razão nas ponderações, mas teremos antes que esperar ‘a criança nascer’

Compartilhe

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *