Cotidiano

Saúde: Improviso sem juízo na Policlínica

ESTRUTURA PRECÁRIA E ABERTA PARA ATENDIMENTO

Não fazemos ideia de quem é a competência, mas a incompetência é de quem está permitindo misturar atendimento e obras na Policlínica que atende SUS em Lages. É uma situação insustentável com a mistura de fiação, serviço de carpintaria e outros improvisos. Se isso é gestão para um momento pós-ciclone, algo de errado não está certo porque não se concebe misturar pacientes, profissionais da saúde e esse emaranhado de obras.

PARA ENTENDERMOS O ASSUNTO

Lá no dia 30 de junho – faz mais de três semanas – o ciclone bomba também bombou a estrutura que já era meio capenga da policlínica, causando infiltrações, umidade, chuva mesmo dentro das salas. O local ficou fechado alguns dias, presumindo-se que a desativação era para os reparos. Porém, tais reparos complementares estão sendo realizados agora, com a estrutura atendendo a população e os profissionais da saúde dividindo espaços com o improviso.

Trabalhar com fiação solta assim, não tem qualquer cabimento ou explicação e nem tão pouco garantia de segurança

Material de carpintaria, com madeira colocada assim, com forração por terminar, não deve estar certo

O amontoado de materiais à espera de reparos e o pessoal trabalhando numa situação difícil de se organizar

Mais registro de pessoas aguardando atendimento com a fiação na situação acima que dispensa comentários

A realidade acima exposta e, segundo relatos, apenas dois profissionais trabalham para recompor esse quebra-cabeças de fiação para depois a colocação de forro

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2 comentários para: “Saúde: Improviso sem juízo na Policlínica”

  1. Total descaso com a saúde pública desta administração, vergonha para Lages, um secretário de saúde que não está preocupado com a saude da população e sim em fazer politicagem.
    Aliás, o estado da policlinica nada mais é que uma tradução do que está acontecendo em nossa querida cidade.

  2. Valha- me Deus, se abre reclamam, se fecha reclamam, acho que não querem saber quem morreu, querem é chorar.

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