Cotidiano

Uma agenda ao hospital Tereza Ramos

A informação ainda não é oficial porque não consta dos comunicados do Governo do Estado. Mas o secretário de Estado da Saúde, Coronel Zeferino, estaria com agenda programada para a semana que começa na cidade de Lages. A pauta da presença seria relacionada a desdobramentos para colocar a nova ala do Hospital Tereza Ramos em funcionamento.

O QUE EXISTE DE FATO?

Há uma estrutura física pronta e à disposição dos gestores públicos para entrar em funcionamento de forma gradativa. Ali seriam disponibilizados leitos hospitalares e outros setores que desafogariam o atendimento na Serra. Na semana que passou o próprio governador Carlos Moisés respondeu a uma indagação no perfil Lages do Futuro do Instagram, informando que nos próximos dias haveria novidade sobre a nova ala do Tereza Ramos. A torcida é para que a novidade seja a presença do Secretário de Estado da Saúde na cidade, com anúncios de providências.

Registro de arquivo da primeira visita de Zeferino como Secretário de Estado da Saúde numa visita ao prefeito Ceron e à Secretaria Odila

SITUAÇÃO BEIRA O INSUSTENTÁVEL

Na noite de sexta-feira, 13, a própria secretária Odila Waldrich, compartilhou conteúdo em sua rede social onde pede uma espécie de socorro à realidade existente na UPA. É que duas dezenas de pacientes aguardavam internamento hospitalar, ocupando espaços na UPA até a liberação de leitos. Embora não seja tarefa do município tal providência, uma estrutura básica hospitalar está montada na Unidade de Pronto Atendimento, enquanto não se libera leitos (pela falta desses, naturalmente). Daí a urgência no funcionamento da nova ala que está praticamente pronta e que depende apenas de decisão e gestão sobre a operacionalização da mesma.

Unidade de Pronto Atendimento tem funcionado como uma espécie de hospital de transição, onde pacientes que precisam de internamento, aguardam pelo surgimento de leitos nos hospitais da cidade. Não é função do município tal providência e nem recomendável para os pacientes. Mas liberá-los para voltar para casa e ficar esperando leito não é a solução, por causa de suas situações de saúde absolutamente frágeis. De fato é uma situação que beira o insustentável!

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