Cotidiano

UPA e Seara do Bem: Tudo bem um mês depois

Logicamente é uma data que não serve para comemoração, mas para registro de uma transição positiva, apesar da semeadura de caos que antecipou a providência. Há exatamente um mês acontecia a migração do atendimento ambulatorial para crianças com mais de 40 dias do Hospital Seara do Bem para a UPA. Nem vamos entrar no mérito da pregação de que seria problemática a mudança, visto que pode ter sido uma forma de alerta. De qualquer forma, nesse primeiro mês, não houve uma única reclamação sobre o atendimento. Nem no Seara do Bem, nem na UPA.

DADOS DO MÊS

Foram realizados desde 14 de janeiro 2.194 atendimentos. Nos 31 dias do período – 14 de janeiro a 13 de fevereiro – tivemos uma média de 70 atendimentos ao dia. O tempo de cada atendimento oscilou entre 20 a 30 minutos durante o dia e entre 30 a 45 minutos à noite. Foram realizados também 641 procedimentos entre exames, medicações e internamentos e 27 exames de Raio-X.

RELATO DA GERÊNCIA

Gilmar Ribeiro que gerencia a UPA aponta:

“Nós, enquanto equipe, sempre tivemos certeza de que daríamos conta de atender à demanda com o menor tempo possível, realizando um bom atendimento à população, tanto que vemos a repercussão do nosso trabalho nas redes sociais, com muitas pessoas que precisaram ser atendidas elogiando, e assim pretendemos prosseguir”.

EQUIPE DA UPA

Para atender à demanda foi realizado um processo seletivo para contratação de profissionais sendo 41 técnicos e 15 enfermeiros. Os médicos que atuavam no Hospital Infantil passaram a atender na UPA, considerando que já eram pagos pela prefeitura. São dois médicos de manhã, três à tarde e outros três à noite, em escala de revezamento. “Tínhamos 21 médicos no Hospital Infantil e só não vieram dois”, afirma Gilmar Ribeiro.

DA UPA AO SEARA

De todos os pacientes que chegaram até a ala pediátrica da UPA, um total de 30 precisaram ser encaminhados ao Seara do Bem, por se tratar de casos mais graves. “Nenhum caso que chega até nós deixa de ser atendido. Mesmo que necessite encaminhamento para o hospital, fazemos os primeiros procedimentos, estabilizamos o paciente para depois levá-lo de ambulância até o local”, garante o gerente.

DO SEARA À UPA

Já no sentido inverso, ou seja, pais ou responsáveis que levaram seus filhos até o Hospital, sendo casos que poderiam ser atendidos na UPA, foram 128. Eles são levados até a unidade após a triagem, onde é averiguado se o caso é de emergência ou menos grave. Um carro da Secretaria da Saúde está disponível para fazer esse translado.

Há uma tendência de aumento de fluxo de crianças para atendimento ambulatorial quando da chegada do frio, por causa das doenças respiratórias. Mas a enfermeira Suany Lemos Antunes (na foto ao lado do gerente Gilmar) aponta que já há um planejamento para esse aumento de demanda

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