Economia

Acil: Despedida do Presidente Montemezzo

Foi lá no começo da década de 1990 que testemunhamos a chegada do empresário Sadi Montemezzo na diretoria da Acil. Sempre discreto atuando na entidade se passaram 20 anos até que o consenso o colocasse por dois mandatos a frente da principal entidade empresarial da Serra Catarinense. Nesta segunda-feira, 18, ele conduziu a última reunião – daqueles encontros semanais que a entidade promove – como presidente da Acil.

TROCA NA SEGUNDA

Na próxima segunda-feira, 25, trocará o comando da Acil com Sadi Montemezzo deixando a presidência e assumindo em seu lugar o empresário Carlos Eduardo de Liz. Os atos acontecem no Serrano Tênis Clube, local onde, tradicionalmente ocorre a transição de comando na Associação Empresarial de Lages.

Aqui o cara que deixa a presidência e o que assume a Acil a partir da segunda-feira, 25: Sadi Montemezzo, presidente por dois mandatos e Carlos Eduardo, o novo presidente da entidade por dois anos, a princípio

NA ÚLTIMA REUNIÃO…

Na pauta da reunião derradeira como presidente da Acil, Sadi Montemezzo chamou o assunto relacionado à reversão de áreas doadas, cujos empreendedores não instalam as empresas a que se propõe. Secretário Mário Hoeller (Desenvolvimento) foi convidado para falar sobre o tema.

Diretoria e convidados ouvem Mário Hoeller sobre a questão da reversão de áreas

O QUE DISSE MARIÃO?

O Secretário relatou que com a recente reversão de terreno onde estavam depositadas carrocerias de caminhões, serão instaladas 14 empresas no local. Contou que o empresário argumentou que não havia se instalado pois a prefeitura não cumpriu sua parte, porém as outras empresas estão instaladas. “É clara essa lei da doação do terreno: se o agraciado com o terreno não cumprir a parte dele automaticamente reverter a doação”.

AINDA SOBRE O TEMA

De acordo com Mário Hoeller, está sendo finalizada uma lei, que poderá zerar a fila de espera por um terreno. “Queremos levar para a Câmara de Vereadores antes do término desta legislatura, porque ano que vem é um ano eleitoral, aí se caracteriza como campanha política. Quando aprovada, vamos fazer a doação de mais de 30 terrenos”.

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