Economia

Berneck: Peritos no trecho e ‘fora da copa’

Sejamos otimistas!

Mas Lages pode estar a caminho de conseguir um feito histórico: ter dois pedaços de áreas industriais criando mato – sendo uma delas isolada e sem acesso, no caso do terreno que era da Seara – e nada de indústria.

Continuemos sendo otimistas!

Mas o milhão de campo comprado a preço robusto nas margens da BR-282 está lá cheio de bosta de vaca. Empresa que é bom, nada. Agora a pendenga que envolve a área para a Berneck tem mais um capítulo nesta sexta-feira, 22. Uma nova perícia judicial está em andamento.

NO HORÁRIO DO JOGO

Engenheiro Alexandre Santangelo, nomeado perito judicial para uma nova avaliação, veio de Joinville. Faz o levantamento nesta sexta-feira, 22. Terá 20 dias para entregar os dados. Depois as partes outros 15 dias (para os donos da terra) e 30 dias (para a prefeitura) se manifestarem sobre o resultado apontado. Depois disso, a Magistrada profere decisão. Estaremos em agosto, talvez setembro.

E…

Dependendo do valor fixado nessa nova perícia, a Berneck baterá asas. Sejamos otimistas, mas a realidade posta é essa. Não por culpa do poder público, que segue o trâmite legal. Por culpa das caveiras de burros enterradas nos alagados do Salto Caveiras que impedem que surja alguma coisa naquela área que recolhe ITR como rural, mas que os proprietários, no direito deles, entendem como urbana.

PERITO ASSISTENTE

Prefeitura de Lages solicitou a nomeação de um perito assistente, Ivan Magaldi Júnior, da empresa local Losango Engenharia, para acompanhar a nova perícia.

Nova perícia colocará profissionais nesses descampados às margens da BR-116 para definir, entre outras questões, se isso é área urbana ou rural e outras questões. O que está ‘pegando’ é a diferença de preços ofertada pela prefeitura (que admite pagar até R$ 3,4 milhões pela área e pinus) e o novo pedido da família que caiu de quase R$ 7 milhões para pouco menos de R$ 5 milhões

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1 comentário para: “Berneck: Peritos no trecho e ‘fora da copa’”

  1. Isso se chama olho gordo, é o velho mal do brasileiro de querer levar vantagem em tudo. Cada um põe o preço que quer no seu produto, mas ai quando o negócio é entre o poder público, seja município, estado ou união, se tem a ideia de querer se aproveitar o máximo, tirar o que puder, pois afinal eles tem dinheiro. É a síndrome do zoiudo.

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