Economia

Coxilha: Multas do Ibama na mira do MPF

Portal Pública – Agência de Jornalismo Investigativo coloca uma pulga atrás da orelha daqueles que foram alvo da Operação Campereada do Ibama, ocorrida depois das eleições do ano passado na Coxilha Rica (Lages e Capão Alto). Informa que um dossiê foi entregue ao MPF – Ministério Público Federal de Santa Catarina, relatando detalhes de um acordo entre o presidente do Ibama, Eduardo Bim e produtores rurais abrangidos pela ação fiscalizatória.

SUPOSTAS IRREGULARIDADES

De acordo com o referido portal, o dossiê contém supostas irregularidades nas decisões de anulação das multas pelo presidente do Ibama. Cita que tais documentos embasam uma investigação movida pelo MPF. Faz referências a multas como essa abaixo, superior a R$ 1,2 milhão de reais a uma das propriedades que teria suprimido mais de 170 hectares (1.700.000 m²) de campos de altitude do bioma Mata Atlântica.

Uma das multas anuladas em despacho do presidente do Ibama em 02 de abril, 60 dias após a emissão do documento acima

PRODUTOR TERIA 

ASSEDIADO FISCAL

Consta ainda da reportagem que você pode acessar na íntegra clicando aqui uma referência de um proprietário de terra que fora multado por uma fiscal do Ibama residente em Bagé/RS e que integrou a Operação Campereada. Ele teria ligado para ela argumentando que recebeu a orientação de que poderia até processá-la por ter emitido a notificação. Situação que a fiscal entendeu como intimidadora.

No dossiê há referências à pressão liderada pelo presidente da Associação Rural de Lages, Márcio Pamplona, além de políticos gaúchos e catarinenses para o arquivo das multas, a partir de pressão ao Ministro Ricardo Sales (foto ao lado de Carmen Zanotto) do Meio Ambiente e o presidente do Ibama, Eduardo Bim.

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