Economia

Desemprego: Lá vem mais pesquisa

ACIL ENCAMINHA LINK PARA MEDIR DESEMPREGO

Não se trata de maquiar realidade, mas de ponderar na informação para não causar angústia e preocupação em demasia nas pessoas. Assim tem sido com os números da pandemia onde não se omite informações, mas se dosa de forma a não diminuir a preocupação das pessoas com a prevenção, mas também de deixar claro que diagnóstico positivo da doença não é sentença de morte. Mas o tripé de entidades que mede o impacto da pandemia na economia catarinense parece não ter essa mesma preocupação.

TANTO QUE…

Nas rodadas anteriores da pesquisa enviada ao setor produtivo, indagando sobre o impacto dessa freada na economia causada pela Covid-19, chegou-se ao número de 530.000 pessoas desligadas de suas funções nas empresas catarinenses. O número está absolutamente fora da realidade se considerado que no Brasil inteiro, no mesmo período, o número total não chegou a 1,3 milhão de desempregos.

MAIS PESQUISA

Nesta semana a Acil está disparando, a partir do orientado pela Fiesc, Fecomércio e Sebrae, mais um pedido de informações das empresas sobre o impacto na economia com a pandemia. Se seguir nesse ritmo das rodadas anteriores, em breve se indicará que a pandemia gerou mais desemprego em Santa Catarina que em todo o Brasil. O que leva a desconfiar do método adotado pelas entidades. Logicamente que há desemprego e isso preocupa. Mas não é coisa para mais de meio milhão de pessoas como informado na última pesquisa realizada.

Os dados acima são oficiais do Novo Caged e se referem a Santa Catarina. Há números de maio (que foi o mês mais sentido) e dos primeiros cinco meses do ano. E tais dados constam do próprio Boletim Fiesc. Para responder a rodada atualizada da pesquisa de impacto da pandemia na economia, o link é este!

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A PROPÓSITO…

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