Economia

Estado melhor que o imaginado por Moisés

Quando assumiu o governo lá nos idos de janeiro, bateu certo desespero pela falta de traquejo da equipe de Carlos Moisés. Tanto que se chegou à irresponsabilidade do anúncio de que na metade do ano os servidores estaduais poderiam sofrer problemas de recebimento de salários, aos moldes daquilo que vem acontecendo faz tempo no Rio Grande do Sul.

BOBAGEM PARA DAR NOS NERVOS

A profecia apocalíptica foi apenas para dar nos nervos daqueles que servem o Estado. Os salários não apenas não atrasaram como a mesma equipe fez anúncio bem interessante: A parcela do 13.º salário será antecipado. Governo nenhum anteciparia tal abono se estivesse de fato mal das pernas, após assumir um Estado que foi pregado como capenga.

COMO SERÁ A ANTECIPAÇÃO

A antecipação se dará em duas etapas: A primeira parcela, de 25% do valor, será paga no dia 19 de julho. Os outros 25% serão repassados em 19 de agosto. O restante do pagamento, atingindo a integralidade dos proventos, será efetuado no dia 17 de dezembro. Logo, não tem crise de dinheiro nos cofres estaduais. Era apenas uma crise de palavras!

Registro de arquivo do governador passando por Lages e a crise mais de palavras que de dinheiro em relação ao pagamento do funcionalismo estadual evidenciada agora com o anúncio da antecipação do 13.º salário

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