Economia

Garden Shopping e os efeitos da pandemia

Lages Garden Shopping: Quarta-feira, 24 de junho, 19 horas

“É triste ver o shopping: Lindo, mas totalmente vazio”.

Frase acima é do responsável pelas fotos feitas no início da noite da quarta-feira, 24. As imagens dispensam legenda, mas o fazemos para reforçar a preocupação, dentro do mais absoluto respeito a esse empreendimento cujo reflexo da pandemia está nos corredores, com um esvaziamento nunca antes visto

OBSERVE-SE O SEGUINTE

Autoridades que têm poder de decisão sobre medidas restritivas precisam ter cautela. O Garden Shopping vinha numa crescente até o começo da pandemia, como referência de compras. O fechamento impôs a redução do fluxo de visitantes depois da flexibilização. Está sendo necessário todo um trabalho de chamamento para recuperar o fluxo de consumidores. Daí que fechar o comércio e impor restrições pode trazer consequências de recuperação difícil e gradual.

O ambiente vazio não é apenas nos corredores. As lojas estão assim, sem uma viva alma. Isso que todas seguem as medidas de prevenção e muitas estão com liquidações e ofertas nesta época do ano.

Claro que o deserto de gente foi registrado em um momento da boca da noite da quarta-feira. Em outros horários há fluxo, mas de forma mais discreta que aquela muvuca que antecipou a pandemia. E atrações não faltam no Garden, como evidencia o registro acima.

INCLUSIVE

Registre-se que o fechamento de shopping é medida em Floripa. Em Lages tudo está funcionando, atendendo, sempre seguindo protocolos de segurança e prevenção. Então, vai para o shopping, para a loja. Enfim, frequente o comércio lageano. O setor precisa voltar aos bons tempos de movimentação e faturamento. É um setor importante da economia.

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1 comentário para: “Garden Shopping e os efeitos da pandemia”

  1. Meu caso específico: sou servidor público e houve garantia de que até dezembro o salário será pago. A partir de janeiro não há certeza nenhuma! Como vou sair comprando? Já estou começando a reduzir gastos para tentar fazer uma reserva. Não tenho comprado e nem é por causa do vírus, mas sim por este receio do que virá por aí. Creio que, embora seja uma minoria, muitos estão pensando assim.

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