Economia

Metade do 13.º e o silêncio do Estado

A CRITICA PARA A NÃO ANTECIPAÇÃO DO BENEFÍCIO

Até transformo em post o comentário o internauta Ulisses Neves sobre o silêncio do Governo do Estado em relação ao pagamento de 50% do 13.º salário aos servidores estaduais. Aponta ele que:

“…Quanto ao seu comentário no programa de rádio, em que segundo sua opinião, o governador fazia muito em pagar os salários dos servidores em dia, discordo, pois é um direito do servidor e um dever do Governo. Somos concursados e o governo teve dinheiro para falcatrua dos respiradores, inclusive paga adiantado, agora se nega a cumprir seu dever. É um governo mumificado, sem representatividade! Obrigado”.

ENTÃO ULISSES

Respeitando sua opinião, não retiro minha visão sobre o assunto. É que ainda neste governo que você se refere como mumificado – e também não discordo de sua opinião – houve alerta e anúncio de que os próprios salários normais dos servidores estaduais poderiam sofrer atraso por causa da situação encontrada no Estado. Minha visão é que, diante do anúncio desse risco de atraso, o pagamento em dia já é grande coisa, comparando com os servidores gaúchos, por exemplo, que recebem com pelo menos 30 dias de atraso.

SOBRE DIREITO

A questão da antecipação do 13.º salário, caro Ulisses, não é um direito do servidor, convém deixar claro. É uma opção do ente público em fazer essa antecipação para ajudar o funcionalismo. Tal benefício é obrigatória a primeira parcela até 30 de novembro e a segunda até 20 de dezembro. Embora, registre-se que nos governos anteriores, pegue-se o de Colombo como exemplo, toda metade do ano lá estava depositado a metade do 13.º salário. Mas se 70% dos catarinenses apostaram no governo que agora você cita como mumificado, paciência.

Internauta e servidor público critica o múmio por não anunciar nada sobre a antecipação da metade do 13.º salário ao funcionalismo

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