Economia

Moisés escala 11 para a transição em SC

Nenhuma. Mas absolutamente nenhuma figura conhecida do cenário político catarinense integra o staff de Carlos Moisés da Silva, o governador eleito catarinense, que atuará na transição, coletando dados para colocar em prática aquilo pensado – e ainda em pensamento – para a futura gestão.

QUEM VEM LÁ?

Equipe é composta por onze pessoas, sob a coordenação do professor Luiz Felipe Ferreira da UFSC. Além dele, fazem parte do grupo Fabiano Ramalho, Marcelo Haendchen Dutra, Valdez Venâncio, André Pinheiro de Oliveira, Naiara Czarnobai Augusto, Jorge Eduardo Tasca, Wanderlei Pereira das Neves, Iara Costa Leite, Queila de Araújo Duarte e Luis Augusto Araujo.

ALÉM DOS ONZE

Carlos Moisés fala em ter optado por uma equipe técnica para conduzir o processo de transição. Aponta o ‘caráter de multidisciplinaridade nos escolhidos’. Além dos 11, existe uma equipe de apoio, que trabalha de forma voluntária, com o objetivo de facilitar o trabalho do futuro governador no recebimento de informações e na montagem de um raio-X da máquina pública.

“O importante é que a gente possa receber essas informações e trabalhar esses dados para ter um radiograma dentro da administração pública. É preciso mostrar o que a gente tem e as soluções para os problemas eventualmente detectados”.

DOIS PARA O COLEGIADO

NSCTV e nos veículos digitais do Grupo NSC se cogita o nome do professor Silvestre Heerdt para comandar a Secretaria da Educação de Carlos Moisés. Heerdt é ex-reitor da Unisul. Outro nome que é apontado como certo para a equipe do futuro governador é do presidente do PSL, Lucas Esmeraldino. Ele somente não assumiria um desafio em âmbito de Santa Catarina se fosse chamado para o staff de Bolsonaro até para prestigiar o segundo Estado brasileiro onde o presidente eleito mais levou votos no País.

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