Economia

MP da discórdia é derrubada na Alesc

Empresário Luciano Hang foi para as redes sociais criticar a gula do Governo do Estado, cuja MP editada em abril representava aumento de impostos para setores como aquele operado por ele. Mas ele foi além da crítica. Nesta terça-feira, Hang foi à Alesc defender a não aprovação da MP 220/18. Entendia que o menos era mais. Tanto ele quanto os varejistas contrários à elevação tributária, foram vencedores.

DERROTA DE PINHO?

Com a votação contrária da ‘oposição’ ao MDB, a MP 220/18 foi derrubada com 24 votos contrários. A base do governador Pinho Moreira obteve apenas 12 votos favoráveis. Conteúdo da MP 220/18 visava reduzir de 17% para 12% a alíquota do ICMS para operações com mercadorias destinadas ao contribuinte para comercialização, industrialização e prestação de serviços. “Não é um posicionamento político, mas técnico”, argumentou o deputado Merísio que liderou o posicionamento contrário à MP.

PELOS ARGUMENTOS…

Finalidade da MP era a redução de impostos, simplificando e padronizando a legislação do ICMS, para estimular o crescimento do mercado catarinense, incentivando o consumo interno e gerando mais empregos na cadeia produtiva. “Diminuímos a alíquota para que a indústria catarinense voltasse a ser competitiva, igualando o ICMS de outros Estados, como Paraná e RS. Assim, Santa Catarina movimentaria mais negócios, com mais segurança jurídica e, consequentemente, maior arrecadação de ICMS”, explicou o secretário de Estado da Fazenda, Paulo Eli.

Pinho Moreira na Expogestão em Joinville monitorou o comportamento dos deputados que acabaram, por maioria, rejeitando a MP 220/18

Luciano Hang, que pousou para a foto com a rainha, princesas, Giba Ronconi e o deputado Gabriel Ribeiro, estava na Assembleia Legislativa também por causa da MP 220 que foi rejeitada em plenário

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