Economia

Oficial: SC demitiu 105 mil em três meses

DADOS DO CAGED INFORMADOS POR ZERO HORA

A gente não fica batendo, combatendo e tentando desacreditar o trabalho de entidades importantes como Fiesc, Fecomércio e Sebrae. Mas volta e meia o assunto vem à tona por causa daquele desarranjo de dados que as três entidades forneceram em maio de uma pesquisa apontando 530.000 desempregos causados pela pandemia em Santa Catarina. Os dados divulgados pelo tripé de entidades se referem aos primeiros 60 dias da pandemia e seriam resultado de demissões feitas por empresários em todo o Estado.

DADOS SEGUEM

SENDO OUTROS

Essa pesquisa das entidades referidas destoam totalmente da realidade oficial, com desligamentos em carteiras de trabalho. Jornal Zero Hora fez inclusive um copilado, a partir da apuração de informações do CAGED (vinculado ao Ministério da Economia). E os números são diferentes daquilo que ‘entrega’ na pesquisa as entidades catarinenses.

DEMISSÕES NO TRIMESTRE

Números do Zero Hora se espelham nos dados oficiais de demissões homologadas (empregos formais) e se referem aos três Estados do Sul:

Rio Grande do Sul…123.100 demissões

Santa Catarina……..105.200 demissões

Paraná…………………..94.400 demissões

Fonte: Caged/Ministério da Economia

Levantamento: Jornal Zero Hora/RS

Temos ainda esse gráfico da própria Fiesc com indicativo de demissões no mês de maio em SC

OU SEJA

Mesmo o somatório dos três Estados do Sul não chega aos números apontados na pesquisa Fiesc, Sebrae e Fecomércio. Logicamente que 105.200 demissões no trimestre é uma multidão desempregada, gerando angústia e preocupação. Mas entre esse número e os 530 mil anunciados pelas entidades citadas, há uma diferença gigante. Considerando ainda que já há uma retomada da economia, freando demissões e acenando novas contratações.

OS DADOS

Os dados da pesquisa soam estranhos quando Lages e as redondezas, incluindo Curitibanos e Campos Novos apareceram com quase 25 mil demissões em 60 dias. Nessa região temos cerca de 75 mil pessoas com CTPS assinada. Os números representariam o desligamento de um em cada três trabalhadores com vínculo.

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