Economia Política

Pressão em Moisés livra defensivos de ICMS

Pelo menos neste ano nenhum produtor agrícola irá pagar mais caro nos defensivos agrícolas por conta da incidência de 17% de ICMS. Tais produtos indispensáveis para impulsionar a produtividade do agronegócio catarinense continuam com 0% de tributação pelo Estado. A fumaça branca do entendimento com as entidades do agronegócio no Estado saiu de uma reunião na tarde de quinta-feira, 22. Governador Carlos Moisés deu marcha ré na gula de tributar os defensivos e acenou para discutir o assunto em 2020.

Zezo Pedroso, um dos líderes do agronegócio que liderou a artilharia contra a gula de Carlos Moisés em sobretaxar os defensivos em 17%, na reunião do ‘tamo de acordo’ com representantes de outras entidades do agronegócio de SC na tarde de quinta-feira, 22

ESTRAGOS FORA DA ROÇA

A postura desastrada – e desnecessária de Carlos Moisés – em focar o incremento da receita impondo 17% de ICMS nos defensivos agrícolas causou estragos fora da roça. Deputados Jessé Lopes e Ana Campagnolo foram alvo de pedido de expulsão do PSL pelo próprio governador Carlos Moisés.

– AGRO TUDO BEM

TÓXICO NO PSL

Deputado Jessé Lopes taxa de mentiroso teor da nota assinada pelo presidente do PSL, Fábio Schiochet, de que o pedido de expulsão foi resultado de filiados e militantes terem ficado chateados com críticas dele à decisão de colocar 17% de ICMS em cima dos defensivos agrícolas. Inclusive agora tanto Jessé quanto Ana querem que Carlos Moisés se desculpe por ter pedido a cabeça de ambos ao Diretório Nacional. Ou seja, enquanto o agro retorna à calmaria sem os 17% de impostos, tóxico acabou ficando o relacionamento dentro do PSL.

Deputada Ana Campagnolo se posicionou em defesa do agronegócio e acabou sendo alvo de pedido de expulsão do PSL

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