Economia

Só detalhe? Nada entre as mil do Brasil

Vendo o compartilhamento da informações no grupo de notícias do Jornal Correio Otaciliense, onde se destacam empresas de Gaspar, Rio do Sul e Itajaí entre as maiores do Brasil, naquele ranking divulgado pela Revista Exame, demos uma especiada no levantamento e consideramos ainda aquilo que a publicação do Valor Econômico registra para elencar as 1.000 maiores empresas do Brasil. Tudo para ver quais os grupos sediados na Serra Catarinense integrariam esse ranking, numa evidência da pujança da economia regional.

FORA DO MAPA DOS GIGANTES

Embora Lages tenha unidades de grandes empresas que aparecem no ranking – Engie, Angeloni, Copercampos e Flex, por exemplo – não há nenhum grande grupo econômico com DNA daqui da Serra Catarinense, operando com com sede a partir destas terras, entre aqueles mais gigantes do País. Sedes dos grandes grupos papeleiros, esclareça-se, estão situadas nos grandes centros econômicos do País.

OU SEJA

Por aqui tem trabalho e oportunidades. Mas lucro mesmo corre na sede dos grandes grupos que mantém negócios e atividades na Serra Catarinense, especialmente em Lages, Correia Pinto, Otacílio Costa e São Joaquim, não necessariamente nesse ordem. Mas se os grandes grupos empresariais do mundo não estão explorando mais as potencialidades e perspectivas econômicas da Serra, azar dos grandes grupos empresariais do mundo.

O registro do drone pilotado pelo Marlon Sá Molin – MSM Imagens Aéreas – aponta que a maior cidade da Serra está assim, cada vez maior. Quando vi o registro acima pela primeira vez até pensei que era Las Vegas (menos Edson, menos!)

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