Evento

Ainda a ‘malhação’ da Festa do Pinhão

Advogado Paulo Roberto dos Santos Forbici cita: “Li sua postagem sobre a festa e ela foi irretocável. Confesso que assisti a uma parte da audiência a partir do meu trabalho e fiquei com vergonha”. Ele faz outras ponderações sobre o tema. “O que está falta a alguns vereadores é entender que é possível propor e construir, sem destruir o que está posto”, emenda outro internauta contextualizando o tema. Jean Carlos Rosa, que atua no Judiciário em Lages endossa a visão citando: “Comentário perfeito! Parabéns pelo texto”.

SILÊNCIO DA ACIL E CDL

As duas principais entidades representativas do comércio e do setor produtivo lageano estavam representadas naquilo chamado de audiência pública na Câmara. A partir do que foi discutido, debatido e exposto, caberia um posicionamento oficial das entidades sobre o tema. Não um posicionamento político, até porque CDL e ACIL estão acima disso. Mas uma posição enquanto guarda-chuva do setor produtivo.

Vereador Maurício Batalha deu o tom de sensatez na discussão ao destacar os pontos positivos do atual modelo e apontar que é possível e preciso que se evolua a partir daquilo existente

CRIMINALIZAÇÃO DA LICITAÇÃO

Carece não colocar o vereador Jair Júnior como o Dom Quixote no contexto, lutando contra moinhos invisíveis, até para não passar a impressão de que se quer freia-lo ou combater sua postura, que é sempre salutar no processo fiscalizatório e contraditório. Entretanto, desconfiar daquilo que se quer está com edital pronto, tenta criminalizar um procedimento licitatório de forma inconsequente.

PELO QUE SE SABE…

O edital está sendo elaborado, terá uma série de regras e qualquer empresa pode participar. E se aparecer uma empresa concorrente oferecendo a proposta mais vantajosa ao município, atendendo os requisitos da licitação e evidenciando as condições de cumprir o previsto, vai vencer o certame e tocar a festa nos próximos anos. Citar que há cartas marcadas e que já se sabe quem ganhará a licitação é tentar induzir a opinião pública de que há coisa errada. E isso não contribui para o processo.

Respeita-se a postura crítica e combativa de Jair Júnior, que se posiciona assim na busca de repercussão para concorrer a prefeito – e ele tem as razões dele, portanto. Mas é preciso proteger o evento destas disputas políticas, até porque Ceron, Jair Júnior e quem quer que seja, são passageiros nos cargos ou nas pretensões de cargos. E a Festa do Pinhão vai continuar!

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