Evento

Ao nível do Mar: Cabrini e os 80 anos do SCC

Diretores do Grupo SCC aproveitaram a sexta e sábado para agregar ações com colaboradores de Florianópolis e sucursais espalhadas pelo Estado. Foi programado um encontro dos profissionais do jornalismo que atuam na emissora, oportunidade em que se apresentou o documentário da trajetória de 80 anos do Grupo SCC, abrindo-se os trabalhos com uma palestra/aula com o jornalista Roberto Cabrini. Tudo isso em Florianópolis.

HISTÓRIA DOS 80 ANOS

O mesmo vídeo/documento elaborado pela área de produção de conteúdo do SCC que fora apresentado no Teatro Marajoara na metade de junho, foi exibido aos demais colaboradores da emissora. Da chegada de Carlos Joffre a Lages, a criação de empresas na área de comunicação e tecnologia e a realidade do segundo maior grupo de comunicação do Estado, tudo foi condensado em pouco mais de uma hora.

Roberto Amaral destacou aos colaboradores o foco pelo conteúdo, credibilidade e uma programação leve na linha do que apresenta o SBT Nacional

Apresentadores, repórteres, técnicos e a retaguarda administrativa e da área comercial da emissora se integram ao evento

Roberto Amaral entre os netos Lucas e Ian, bem como com os diretores Beto Amaral (esquerda) e Carlos Amaral (direita) e ainda a diretora Melissa Amaral no diálogo direto com os colaboradores do interior do Estado e Florianópolis

CABRINI FALA AO GRUPO

“Toda existência dá um livro, desde que haja nós, os jornalistas, os contadores de histórias”. Uma entre várias pregações relatadas pelo protagonista do Conexão Repórter na grade nacional do SBT, jornalista Roberto Cabrini. Ele detalhou os bastidores de sua atuação que tornam possíveis grandes reportagens. “A melhor de todas as reportagens é a próxima, é aquela que ainda vou fazer”.

Além da fala, um vídeo condensando parte de sua trajetória inicialmente na Globo com apenas 17 anos (o repórter mais jovem da emissora), assim como o testemunho da mais recente entrevista com ampla repercussão (Najila Trindade do episódio com o jogador Neymar), Roberto Cabrini consegue, ao falar de seu cotidiano e sua história, transmitir uma grande aula de jornalismo. E ele deixa claro que “jornalismo investigativo não é jornalismo acusatório”.

No final da fala, aplaudido em pé, Roberto Cabrini foi reverenciado também pelos diretores Carlos e Roberto Amaral

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