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A 320 dias da eleição em SC…

Tirando o feriadão da Proclamação da República onde as prosas e contatos políticas se recolhem, estamos a 320 dias para que os catarinenses vão às urnas reeleger Carlos Moisés (ainda sem partido) ou um outro sucessor do atual governador. A essas alturas, há uma leitura de polarização entre Moisés e Jorginho Mello, por conta do fortalecimento decorrente do ingresso de Bolsonaro ao PL (mesmo partido do Senador). Mas os demais partidos que orbitam no cenário têm nomes e sobrenomes para o jogo.

Jorginho Melo e Carlos Moisés num protagonismo pré-definições no Estado. Cenário que não é estático porque muita coisa vai acontecer até as homologações de candidaturas e coligações em 5 de agosto de 2022

OUTROS NOMES NO TRECHO

De Fernando Coruja pelo PDT até aquela dúvida se o PP coloca Amin no jogo ou não, há um leque de pré-candidaturas colocadas. A junção entre DEM e PSL é incógnita, mas tem o prefeito de Floripa (Jean Loureiro) no cenário e o PSD de Colombo tenta o retorno ao comando do Estado. Nesse último caso, o ex-governador sabe que não pode se aventurar numa estratégia kamikaze, precisando formar uma boa chapa, já que sair solteiro para a disputa é suicídio político.

Aliás, lembrando os tempos que foi feliz pelas mãos do saudoso LHS, Colombo esteve nesta semana com o prefeito de Jaraguá do Sul e um dos nomes do MDB à majoritária, Antídio Lunelli. Consta que ambos (Colombo e Lunelli) têm mais coisa em comum que a aparência. Daí a prosa que já fora feita também com o presidente emedebista no Estado, Celso Maldaner. O problema ao PSD é que os emedebistas estariam entre candidatura própria e projeto com Moisés, antes de pensar numa terceira hipótese.

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