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A fraqueza do Fort Atacadista

Quando o assunto é supermercados a gente não tem dúvida que Lages está muito bem servida com o Myatã (inclusive com quem temos uma relação de publicidade), Alvorada, Martendal, Kloppel, Mezalira e assim por diante.

MAS…

Ao responder aos parentes de outros municípios da Serra Catarinense que veem a Lages ‘fazer o rancho’, sobre o perfil de cada atacadista instalado na cidade, observamos que o BIG é um supermercado que agrega de pneus a roupas. Não havendo grandes diferenciais, assim como o outro atacadista do mesmo grupo econômico, o Maxxi. Esse último com aquela desvantagem da falta de sacola.

MAIS

A loja do Stock Center de Lages passa aquela impressão de um galpão com alguns itens da linha de produtos que a gente nunca ouviu falar (são marcas que atendem principalmente o mercado gaúcho). Falta mais luz no ambiente e produtos que você encontra num dia, nem sempre estarão lá em outra oportunidade.

DAÍ…

O Fort Atacadista é o que consegue mesclar ambiente agradável (limpeza impecável), atendimento atrativo (o pessoal não atende como se estivesse fazendo um favor), marcas conhecidas e preço justo. Então, quando o ranking é dos quatro atacadistas da cidade, a gente recomendaria o Fort. Entretanto, o referido estabelecimento vem cometendo um dente no facão por algum problema de gestão.

Temos recebido mensagens eletrônicas na caixa de e-mail direcionadas a outro cliente do Fort Atacadista. Apenas o último sobrenome é idêntico ao nosso. E agora apareceu a fatura do cartão de crédito do cidadão para nós. Essa exposição de dados de terceiros é um pecado que o Fort não pode cometer. Não importa se é falha no sistema, mas ninguém merece ter seu histórico de compras exposto para os outros. Eis a fraqueza do Fort!

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