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Ala do Tereza Ramos: Inevitável comparação

Desde que a China anunciou a construção de um hospital bem deverada para atender pacientes contaminados pelo coronavírus, tem sido recorrente o comparativo ao lesmismo da obra de ampliação do hospital Tereza Ramos. No instagram o perfil lagesdofuturo apresenta a montagem entre a obra chinesa e aquela empacada ali no antigo Vermelhão.

Porque o assunto é pulsante e mantê-lo em evidência é obrigação de todos nós, o referido perfil acima indaga se a situação posta em Lages decorre de incompetência, má vontade política ou falta de prioridade à Saúde. E ainda coloca a hipótese de todas as opções anteriores!

ALGUNS NÚMEROS

SOBRE OS DOIS HOSPITAIS

Nas peleias da vida o bruxo Rui Alvacir Neto achou tempo para fazer um comparativo entre as duas construções: Aquela da República da China e esta da República de Lages. Aponta que os comunistas colocam de pé em 10 dias um hospital com 1.000 leitos (25.000 m²). E a nova ala do Hospital de Lages com 26.000 m² (obras iniciada em 2013, e ainda não concluídas) vai oferecer um total de 120 leitos.

RUI ALVACIR ANALISA

“A nova ala do Hospital Tereza Ramos, até agora, está custando para o bolso de quem paga imposto aproximadamente R$ 120 milhões. Ou seja, o valor de R$ 1.000.000,00 por leito”. Acredita que é a obra com o metro quadrado construído mais caro do País. Segundo o governo, o orçamento para construção e material dos dois hospitais na China é de 300 milhões de iuanes (39 milhões de euros, US$ 43 milhões). “Pelo Cambio de hoje, o custo dos ” hospitais (2.300 leitos) seria de R$ 180.600.000,00 ou  R$ 78.521,74 para cada leito”.

Resumindo: Cada leito do hospital de Lages equivale a mais de 12 leitos dos hospitais chineses. E o pior de tudo que a obra está assim, parada, parecendo uma tapera

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