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Ao invés de CPI, fiscalização na Saúde

COMISSÃO DA CÂMARA DE LAGES VAI INTENSIFICAR FISCALIZAÇÃO NA GESTÃO DE SAÚDE DE LAGES. PROVIDÊNCIA OCORRE PORQUE CPI FOI BARRADA

A informação oficial é a seguinte:

“Em reunião da Comissão Permanente de Educação, Saúde, Cultura e Desporto da Câmara de Lages realizada na tarde desta segunda-feira (4), as vereadoras e os vereadores membros decidiram promover uma investigação sobre a gestão do sistema municipal da saúde. Tal medida decorre da inadmissibilidade emitida pela Presidência da Câmara em relação à tramitação do requerimento para instauração de uma CPI sobre o tema. Segundo parecer da Consultoria Jurídica da Casa, não foi apresentado um fato determinado para a denúncia, requisito considerado essencial para a abertura de uma CPI”.

ISSO É SENSATO

A CPI iria transparecer tentativa de aproveitamento político da situação. E tudo que o setor não precisa nesse instante é desse tipo de exploração. A referida comissão da Câmara, inclusive, fazendo esse trabalho de investigação (que na verdade é fiscalização), cumpre seu dever. Observa-se apenas que essa comissão já deveria estar com o trabalho de acompanhamento da gestão de saúde faz tempo. Esperou-se que se chegasse ao caos na UPA para o pessoal acordar no estilo: O que será que podemos fazer?

TRABALHO DA COMISSÃO PEMANENTE

De fato é dever legal proceder à fiscalização da área, tal como realizar visitas aos locais que comportam o sistema público e convidar autoridades ligadas à saúde para esclarecer pontos que demandem mais detalhes, de acordo com o que se propõem os legisladores.

O primeiro ato externo da Comissão foi uma visita à Secretaria de Saúde, no antigo Pronto Socorro Tito Bianchini. Ali os vereadores Nei Casa Nossa, Eliane Moraes e Suzana Duarte dialogaram com a diretora de Atenção Especializado da Saúde em Lages, Francine Formiga.

Entre outros pontos, foi verificada a estrutura para comportar a mudança no atendimento pediátrico, atualmente realizado na UPA.

EXCELENTE, VEREADORES!

Com esse trabalho, embora tenha demorado para iniciar, será possível uma visão dos legisladores sobre a situação da gestão de saúde. Podem opinar, cobrar e até denunciar situações em relação às quais não concordam. Mais que apurar responsabilidades (que uma CPI se propõe), eles podem atuar cobrando providências, mudanças para atender a coletividade. É isso que se precisa nesse momento. Os meios de comunicação serão sensíveis no sentido de dar publicidade aquilo verificado. Até porque, a ideia é bem essa: fazer com que o poder público se sinta fiscalizado e pressionado para fazer aquilo que é necessário.

Melhor assim que CPI politiqueira.

Aguardemos notícias!

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