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Batalha: Policiais da reserva com arma da PM

O assassinato de um policial da reserva em Balneário Camboriú exteriorizou uma situação que preocupa. Trata-se do fato de policiais militares que, mesmo se deslocando para a reserva remunerada (aposentadoria, por assim dizer), ficam expostos aos riscos decorrentes do período que atuaram no combate à criminalidade, quando da ativa.

POR CAUSA DISSO…

Vereador Maurício Batalha (Cidadania) teve moção legislativa aprovada e endereçada ao governador Carlos Moisés e o Comandante Araújo (PM). Ele solicita estudo e providências, no sentido dos policiais, ao adentrarem à reserva remunerada, permaneçam de posso do armamento que eles precisam devolver ao deixar o serviço da ativa. Batalha explica na moção que a manutenção do policial da reserva com a arma da PM, reforça a segurança daqueles que deixam o quadro efetivo da corporação.

“Observadas as rígidas condições técnicas e disciplinares a serem impostas, tais como exigência conduta ilibada e aprovação em avaliações psicológicas e físicas periódicas, as quais devem ser realizadas com frequência superior aquelas aplicadas aos policias militares da ativa”. É o que aponta a justificativa do vereador para o benefício da arma da corporação com aqueles da reserva da PM

POR FALAR EM POLÍCIA MILITAR

E CÂMARA DE VEREADORES

Vereador Sargento Sobrinho (DEM) no apagar das velas desse seu período de interinidade no cargo na Câmara, substituindo o titular Amarildo Farias (PT), não deixará a função sem antes reconhecer o esforço de seus colegas de farda. Nesse sentido, Sobrinho lidera uma sessão solene nesta sexta-feira, 18, para homenagear praças e oficiais – todos da ativa e da reserva – aqui da Serra Catarinense. O vereador foca exteriorizar a importância do trabalho que a briosa realiza na sociedade. O que é um fato!

Sargento Sobrinho, cujos dois meses de mandato no legislativo, têm sido bastante produtivos

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